segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

Como unir Facebook Ads e email marketing para aumentar as conversões

Como unir Facebook Ads e email marketing para aumentar as conversões

Gerar, qualificar, converter e reter clientes. Essas 4 ações formam a espinha dorsal de qualquer estratégia de Marketing Digital, fazendo com que as empresas busquem continuamente a melhor forma de executá-las.

Essa busca criou a ideia, já ultrapassada, de que as redes sociais devem focar na captação de leads, enquanto os emails são ferramentas moldadas para os outros objetivos.

Hoje, sabemos que o uso conjunto de ambos esses canais não é apenas recomendado, como também é uma prática essencial para a eficácia de qualquer estratégia.

Afinal, a convergência digital aponta para mídias cada vez mais integradas, gerando a necessidade de criar uma abordagem omnichannel para os seus consumidores.

Mas, afinal, por que a união entre Facebook Ads e email marketing é cada vez mais relevante e o que você pode fazer para explorar essa ideia?

Foi para responder essas perguntas que elaboramos este artigo. Nele, você vai descobrir:

Continue lendo e confira!

 

Por que unir Facebook Ads e email marketing?

Para entender como essas estratégias podem colaborar entre si, é essencial visualizar suas particularidades e compreender seu papel no atual cenário do marketing na internet.

Assim, vamos começar pelo email marketing, um dos pioneiros dos esforços de comunicação e publicidade no meio digital.

A prática de utilizar emails para se comunicar com a audiência, embora antiga, continua extremamente relevante. Uma pesquisa Rock Content revelou que 76,4% das empresas fazem uso do correio digital e, entre as que não o fazem, 94,3% pretendem implementar essa abordagem em um futuro próximo.

O motivo para a importância dada a essa estratégia pode ser identificado com facilidade. De acordo com o estudo citado, 95,9% dos consumidores têm o hábito de checar a caixa de entrada diariamente, dado que, por si só, ilustra o potencial de utilização desse canal para fins de marketing.

Contudo, para que a estratégia seja forte, é preciso contar com uma lista de contatos qualificada. E é aí que entra o Facebook Ads.

A ferramenta, que é carro-chefe da maior rede social do mundo, já se provou uma das melhores formas de gerar leads, ou seja, conseguir o endereço de email de pessoas interessadas nos negócios da sua empresa.

Isso se dá, principalmente, pelo seu enorme poder de segmentação. A plataforma permite a criação de campanhas extremamente segmentadas, que possibilitam o alcance a um público bastante específico.

Assim, se você for bem na execução dessa tarefa, é bem provável que atinja pessoas enquadradas no seu perfil de persona.

Se isso acontecer, basta uma estratégia bem executada para você adicionar leads qualificados à sua lista de contato. As consequências, como você deve imaginar, envolvem uma taxa de conversão muito mais alta e o progresso na fidelização do consumidor.

Considere o uso do Facebook Ads como ferramenta de nutrição

Nesse ponto, já está claro que o uso do Facebook Ads otimiza a geração de leads a serem utilizados em suas campanhas de email marketing.

Contudo, como mencionamos na introdução do post, a captação de oportunidades de negócio não é a única utilidade de uma rede social, especialmente uma tão ativa quanto o Facebook.

Um estudo da Sprout Social indicou que 74% dos usuários da rede realizam acessos diários, gastando, em média, 35 minutos por dia na plataforma.

Para olhos atentos, esses dados revelam uma oportunidade única: a de gerar conteúdo de valor a ser consumido pelos seguidores.

A partir de práticas de Marketing de Conteúdo, é possível utilizar o Facebook como uma ferramenta de nutrição. Para tal, é preciso conhecer a audiência e elaborar posts realmente relevantes, de modo a atrair sua atenção.

Acontece que, muitas vezes, esses materiais passam despercebidos, especialmente por conta do excesso de conteúdo na rede.

É aí que o uso do email marketing pode fazer toda a diferença. O simples ato de incluir em suas newsletters algumas recomendações de conteúdos postados na rede social pode aumentar consideravelmente seu alcance e gerar um engajamento ainda maior por parte de seus seguidores.

Quer conhecer dicas para unir as duas estratégias? Siga a leitura!

 

Como integrar as duas estratégias?

Se você chegou até este ponto do texto, já sabe que unir as estratégias de Facebook Ads e email marketing pode potencializar a forma como você capta, qualifica, converte e fideliza seus clientes.

A escolha desses dois canais para serem integrados não é por acaso, já que, além de apresentarem retornos interessantes para o negócio, eles agradam a maioria dos consumidores.

Isso fica claro ao observar esta pesquisa realizada pela Sprout Social, que mostra que, do ponto de vista dos clientes, o email é o canal preferido para receber ofertas, seguido de perto pelas redes sociais.

Sendo assim, utilizar os dois meios de maneira coordenada é uma forma de extrair o máximo potencial do seu Marketing Digital.

pesquisa sprout social

Dito isso, é importante lembrar que, embora integradas, as estratégias devem manter suas particularidades.

Você não vai, por exemplo, produzir o mesmo conteúdo para suas newsletters e para suas fanpages no Facebook, ou vai matar o interesse dos seus seguidores. Ainda assim, alguns pontos devem ser mantidos em ambos os formatos, como a linguagem.

Adote o mesmo estilo de linguagem nos dois canais

Não existe marketing efetivo sem a construção de uma identidade forte para sua marca. Isso envolve fatores visuais, linguísticos e até a linha de produção de conteúdos. E significa que, independentemente do canal utilizado, é crucial manter um padrão de estilo, seja nas cores utilizadas, seja no tipo de linguagem empregada.

Naturalmente, a forma como você vai elaborar seus textos não vai depender exclusivamente da vontade da empresa.

É preciso entender sua persona e utilizar um formato adequado, de modo a possibilitar uma experiência excelente.

Contudo, o ponto é: a linguagem que você utiliza nos seus anúncios deve refletir a utilizada em suas mensagens.

Essa coesão possibilita a criação de um tom de voz único para a marca, o que é importante na construção da relação necessária para a geração de leads.

Isso porque, ao ler o texto de um anúncio seu, o usuário vai relacionar imediatamente às newsletters recebidas na caixa de entrada, criando um senso de proximidade com a sua marca.

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👉 Aprenda a criar anúncios que convertem no Facebook Ads

Oriente suas campanhas de acordo com a etapa do funil em que o lead está

Tanto no Facebook Ads quanto no email marketing, um dos erros mais cometidos por equipes de marketing é ignorar a etapa do funil em que o cliente se encontra.

Isso pode atrasar o processo de conversão e até impedi-lo, já que o oferecimento de conteúdos de atração para clientes em fase de consideração é contraproducente.

Portanto, certifique-se de segmentar sua lista de emails de acordo com a fase do funil em que o lead está. Assim, você pode enviar mensagens de atração, caracterizadas por conteúdos mais básicos, apenas para os que estão localizados nesse estágio.

Da mesma maneira, conteúdos de fundo de funil, como e-books e webinars, podem ser oferecidos apenas para os leads que estão prontos para serem convertidos.

Assim, você evita esforços desnecessários e aumenta consideravelmente a taxa de sucesso da sua abordagem. No que diz respeito ao Facebook Ads, o pensamento deve ser parecido.

A plataforma de anúncios, contudo, facilita a vida dos anunciantes. Antes de publicar uma campanha, você pode escolher entre diversos objetivos, que são separados pelas diferentes fases do funil.

Como estamos falando de formas de aumentar suas conversões, uma das opções mais relevantes é a de levar o usuário até outro website.

Explicamos mais sobre no próximo tópico!

Trabalhe com anúncios que levam até uma landing page

Como você já deve saber, as landing pages são páginas na web destinadas a captar as informações de contato dos visitantes, transformando-os em leads.

Trata-se de um ponto fundamental para a integração do Facebook Ads com o email marketing. A ideia é atrair a pessoa com o anúncio, levá-la até a página, coletar os dados e incluí-los na lista de contatos.

Para fazer isso, as landing pages geralmente oferecem algum conteúdo de valor para o cliente, como um e-book.

Para receber o material em sua caixa de entrada, a pessoa deixa suas informações, o que abre espaço para o lançamento de uma campanha de nutrição. É uma troca positiva para ambos os lados.

O que torna o uso dessas páginas tão relevante é que, se uma pessoa chegou até ela, significa que apresentou algum interesse no conteúdo. Trata-se, portanto, de um lead com alto potencial de qualificação e posterior conversão.

O próprio Facebook oferece um objetivo de campanha descrito como “geração de leads”. Ao selecionar essa opção, você vai criar um anúncio acompanhado de um botão de inscrição.

No entanto, existe um problema: muitas pessoas não utilizam o mesmo endereço de email que está registrado no Facebook, logo, as informações podem estar desatualizadas.

Por outro lado, a landing page exige que o usuário digite o endereço de email, o que diminui o risco de dados equivocados.

Para direcionar o público até a landing page, basta selecionar a opção de aumentar o tráfego de um website e inserir a URL da página no anúncio.

facebook goals

Configure públicos semelhantes

A criação de públicos semelhantes é uma das práticas mais importantes para a integração das duas estratégias.

Trata-se da prática de reaproveitar as características de um grupo de leads para definir o público-alvo do seu anúncio no Facebook Ads.

Então, se você tem uma lista de emails caprichada, já tem meio caminho andado.

A ideia é que a campanha atinja pessoas com características que se assemelhem às apresentadas por aquelas que já se tornaram leads. E fazer isso é extremamente simples.

Basta acessar a área “públicos” no gerenciador de anúncios, selecionar “criar público” e clicar em “público semelhante”.

Na janela que vai se abrir, escolha a opção “arquivo de clientes”.

Dependendo da sua ferramenta de email marketing, é possível transferir os contatos diretamente da lista. Caso contrário, basta fazer o upload da sua lista no formato CSV.

Feito isso, você pode escolher até 15 indicadores a serem utilizados pelo Ads, incluindo região, idade, sexo etc.

Execute testes A/B

Testes A/B são elementos fundamentais durante todo o processo. Executá-los permite que você navegue por diferentes opções e opte por aquela com maior potencial de conversão.

Isso envolve campanhas no Facebook Ads, mensagens de email marketing e até a elaboração de landing pages.

A execução é bem simples. Ao criar uma newsletter, por exemplo, elabore dois modelos com características diferentes e monitore os resultados de cada um.

Aquele que obtiver resultados mais promissores deve servir de base para a criação de futuras mensagens, de modo a garantir a maior taxa possível de conversão.

O mesmo vale para a criação de campanhas. Se você está em dúvida em qual faixa etária deve focar, por exemplo, crie um anúncio para cada.

Uma rápida observação nos resultados deve ser suficiente para você tomar a decisão sobre o tipo de segmentação mais eficiente para o alcance de seus objetivos.

Seja mobile friendly

Outro ponto que deve ser levado em consideração durante todo o processo é a adequação da sua estratégia para usuários de dispositivos móveis. Cada vez mais pessoas utilizam seus tablets e smartphones para navegar por redes sociais e realizar compras.

Um estudo da Hubspot indicou que 80,8% dos usuários utilizam o celular diariamente para checar o email.

Nesse cenário, o envio de mensagens que não se adequem ao formato mobile é um grande desperdício de tempo.

É preciso que os emails, assim como os anúncios e as landing pages, sejam facilmente visualizados em celulares, facilitando a experiência do cliente e impulsionando sua conversão.

Se você não tiver certeza se a sua landing page está configurada de forma mobile friendly, não se preocupe. Você pode sanar essa dúvida rapidamente acessando o site Google Mobile Friendly Test.

Facebook Ads e email marketing são estratégias com características distintas, mas que podem trabalhar de forma integrada. O uso de ambos os canais para atingir e engajar seus leads é uma forma de qualificar a experiência e aumentar consideravelmente as chances de conversão.

Trabalhar com emails é uma estratégia muito efetiva, mas que depende da sua capacidade de planejamento. Por isso, separamos esta planilha calendário de email marketing para você organizar seus disparos. Confira!



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Como unir Facebook Ads e email marketing para aumentar as conversões publicado primeiro em https://rockcontent.com/

Por que usar mais de um canal de vendas na internet

Por que usar mais de um canal de vendas na internet

O comércio eletrônico no Brasil vem conquistando cada vez mais espaço no varejo. Isso porque os brasileiros estão mais conectados e, mais importante, começando a fazer compras pela internet.

De acordo com uma pesquisa do NZN Intelligence, 82% da população com acesso à internet já comprou online.

Um dos motivos que facilita esse tipo de compra é a quantidade de meios por onde o lojista pode vender pela internet. A variedade dos canais de venda é capaz de atingir consumidores com os mais diferentes perfis e hábitos.

Há aqueles que procuram por produtos ativamente no Google, em lojas das quais gostam e nos marketplaces. Também há usuários que gostam de comprar produtos que conhecem por meio das redes sociais. Por isso, na maior parte das vezes, é benéfico para sua marca estar em mais de um canal de vendas.

Antes de entender os motivos para isso a fundo, vamos conhecer um pouco de cada um dos principais meios para vender online, além de pontos positivos e negativos de cada um deles.

E-commerce

Por que usar

Ao criar uma loja virtual, você montará um site só seu para suas vendas. Isso significa que você poderá explorar a identidade da sua marca de forma completa, de forma que seus clientes associem seus produtos à sua empresa.

Você pode fazer isso, por exemplo, com o layout, as cores utilizadas e o logo do seu negócio.

Outro ponto positivo de ter um e-commerce só seu é que você poderá organizar a exibição dos produtos da forma que preferir.

Você vai poder criar as categorias como acreditar que seja melhor para a navegação dos seus clientes e para que eles conheçam o que seu negócio tem a oferecer.

Além disso, você poderá escolher e integrar os meios de pagamento e de envio que preferir ao seu e-commerce. Isso garante que você selecione aqueles que oferecerem melhores condições, tanto em relação a taxas e quanto aos prazos, para você e para seus clientes.

Por fim, ter seu próprio e-commerce como um canal de vendas permite integrar sistemas de gestão que facilitam muito a organização dos pedidos realizados.

É claro que esse trabalho pode ser feito manualmente por meio de planilhas, mas a tecnologia está aí para nos ajudar!

Pontos negativos

Começar um e-commerce do zero tem muitos benefícios em relação à exposição da sua marca, mas traz também um enorme desafio.

Ao criar um negócio do zero, você precisará construir toda a sua audiência para começar a trazer tráfego para sua loja virtual e, então, poder fazer suas vendas.

Por isso, em primeiro lugar, você precisará de paciência. Isso porque o trabalho de SEO — ou seja, de otimização para buscas orgânicas — demora alguns meses para começar a dar resultado, mesmo quando muito bem-feito. Mas isso não significa que você deve desistir de planejar suas palavras-chave e otimizar seu site.

Além disso, como o SEO leva um pouco de tempo para trazer resultados, você precisará investir em anúncios para que seu e-commerce passe a ser conhecido pelo público. Seja no Google Ads, seja nas redes sociais, você deverá criar campanhas para que as pessoas vejam seus produtos e comecem a se interessar por eles.

De qualquer forma, por melhor que sejam seu planejamento e a execução da estratégia, os resultados podem demorar para começar a aparecer. Portanto, saiba que não será da noite para o dia que sua loja virtual começará a ter milhares de pedidos.

Marketplaces

Por que usar

Os marketplaces são sites em que vendedores podem expor seus produtos para serem vendidos. Muitos desses shoppings virtuais, como o MercadoLivre e Americanas.com, já são muito conhecidos e, portanto, recebem um enorme número de visitas todos os dias.

Além disso, por serem sites com boa autoridade, eles costumam ficar muito bem rankeados nas buscas orgânicas quando algum usuário procura por um produto que queira comprar na internet.

Há inclusive, pessoas que recorrem diretamente aos marketplaces para ir atrás dos artigos que estejam considerando para compra.

Ademais, suas vendas serão realizadas por uma plataforma estabelecida no mercado e integrada a meios de pagamento e de envio. Portanto, você não precisará se preocupar em escolher essas funcionalidades.

Pontos negativos

O primeiro aspecto a ser destacado é que você venderá seus produtos em um ambiente que não é seu. Isso significa que seu negócio dependerá completamente de uma outra empresa, que pode mudar suas diretrizes de um momento para o outro.

Quando vende por marketplaces, você precisa pagar taxas sobre o preço dos produtos comercializados que podem chegar perto dos 20%. E isso é uma das coisas que podem mudar por decisão da empresa sobre a qual você não terá controle.

Além disso, apesar de não ter que se preocupar em escolher os meios de envio e de pagamento, pode ser que os adotados pelo marketplace não sejam os que mais te agradem. Assim, você se vê mais limitado em relação a escolhas que afetam seu negócio.

Por fim, ao vender por meio desse canal de vendas, você deve estar ciente de que sua marca ficará em segundo plano. Você terá de exibir os produtos da forma que o site costuma fazê-lo e o nome da sua empresa só ficará visível em uma linha de descrição da mercadoria.

Pare para pensar em quando comprou algum produto em um marketplace. Você se lembra mais do marketplace onde realizou a compra ou da loja que te vendeu por lá?

O cliente, em geral, não tende a se lembrar da empresa, mas do site em que comprou.

Redes sociais

Por que usar

Se tem um lugar em que sua marca pode impactar muitas pessoas, esse lugar são as redes sociais. De acordo com o relatório Digital in 2019 Brazil, da We Are Social e da Hootsuite, 66% dos brasileiros está ativo nas redes sociais.

Isso equivale a cerca de 140 milhões de pessoas. Assim, fica fácil enxergar o benefício de utilizar alguma rede social como um canal de vendas!

Além disso, você pode buscar a plataforma que tenha mais a ver com sua marca e com seu público. Se você souber quem é sua buyer persona, fica fácil identificar quais redes sociais mais podem te trazer retorno de acordo com o perfil dos seus potenciais compradores.

Para muitas pessoas, o YouTube, o Facebook, o Instagram e o Twitter, para citar apenas alguns exemplos, são os locais que acessam para pesquisar qualquer coisa que queiram saber ou de que precisem. Portanto, vender pelas redes sociais pode ser uma ótima forma de atingir essas pessoas que gostam de resolver tudo por lá.

Por fim, já ligadas nessa tendência, as próprias redes sociais criaram funcionalidades para permitir seu uso como um canal de vendas.

O Instagram Shopping e o catálogo de produtos do Facebook possibilitam que os artigos sejam carregados na própria rede social para que os usuários escolham o que quiserem.

Recentemente, até o WhatsApp incluiu a possibilidade de ter um catálogo no aplicativo para mostrar aos clientes!

Pontos negativos

Quando você opta por realizar suas vendas apenas por meio das redes sociais, precisa saber que você estará utilizando um canal que não foi inicialmente pensado para vender. Portanto, quando se trata de questões como pagamento e logística de entrega, você não terá soluções integradas.

Por isso, você precisará encontrar formas por conta própria para receber os pagamentos de cada cliente e para entregar as compras aos consumidores. Além disso, o contato precisará ser feito diretamente com cada um deles para que vocês possam acertar esses detalhes.

Ademais, para ativar o Instagram Shopping, por exemplo, você não vai poder realizar a transação apenas por lá, pois ainda vai precisar ter um site em que seus produtos estejam à venda. Assim, você vai conseguir fazer a integração e, quando o cliente clicar em um produto, será redirecionado a seu e-commerce.

Como combinar mais de um canal de vendas

Como cada canal de vendas tem seus pontos positivos e os não tão bons assim, sua marca deve aproveitar todos eles da melhor forma possível. Portanto, combinar mais de um dos citados no artigo pode ser uma boa forma de aproveitar as vantagens e de suprir o lado negativo de cada canal de vendas.

Se você ainda não acredita que seu negócio esteja pronto para ter tantos meios para vender pela internet, a sugestão é que você comece combinando dois deles. Mas quais escolher?

O ideal é que um dos seus canais de venda seja seu próprio e-commerce. Isso porque ter seu site garante que um dos meios pelos quais você vende estará totalmente sob seu controle. Isso garante que seu modelo de negócios estará submetido apenas a você.

Além disso, a depender da plataforma de e-commerce que você opte por utilizar, você terá como fazer uma integração tanto com marketplaces quanto com as principais redes sociais.

Além de centralizar seu catálogo de produtos, você poderá gerenciar todos os pedidos por meio de um único painel.

Dessa forma, você garante a forma mais simples e organizada para que sua marca esteja presente em cada canal de vendas importante para atingir seu público. E então, está pronto para escolher onde vai estar?

Conteúdo produzido pela Nuvemshop.

Sobre a autora

Victoria Salemi é a editora responsável pelas parcerias de conteúdo da Nuvemshop, a maior plataforma de comércio digital da América Latina, com mais de 30 mil lojas ativas. Formada em Jornalismo, ama escrever e tornar assuntos complicados acessíveis a todos!

Por que usar mais de um canal de vendas na internet publicado primeiro em https://rockcontent.com/

quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Tem um featured snippet? Saiba que seu conteúdo aparecerá apenas na segunda página do buscador

Featured snippets e resultados duplicados no Google

É ainda início de 2020 e o Google parece ter criado a sua própria resolução de ano novo: deixar as páginas de busca cada vez mais objetivas — e essa mudança parece não ter agradado muito os profissionais de SEO ao redor do mundo.

Depois de anunciar o core update de janeiro de 2020, que ainda está sendo absorvido e acompanhado pela comunidade de especialistas, o porta-voz do buscador, Danny Sullivan, publicou que todas as páginas que apresentam featured snippets não aparecerão duas vezes na SERP.

E o que isso significa exatamente? De forma simples: se você tem algum tipo de snippet, saiba que apenas o snippet aparecerá na primeira página e o resultado comum será levado para o início da segunda página.

A princípio, a ideia parece bem assustadora. Preocupações com a diminuição do CTR, sobre nunca mais voltar para a primeira página mesmo sem o snippet, e quedas ainda mais drásticas de posição são pertinentes, mas requerem uma análise paciente antes de qualquer tomada de decisão.

Pensando nisso, para te ajudar a enfrentar essa novidade, traremos neste texto o máximo de informações possíveis sobre a mudança. Confira!

Quando foi anunciada a remoção de páginas duplicadas?

O tweet de Danny Sullivan foi postado ontem, 22/01, às 13:28 em resposta ao Especialista de Marketing da Moz, Pete Meyers.

O questionamento feito por Pete sobre os relatórios que obteve informando a queda das posições forçou a resposta do liaison do Google, que aparentemente não faria nenhum pronunciamento oficial sobre a mudança — como tem feito com os core updates, em vista da política de maior transparência iniciada pela empresa no ano passado.

Confira a postagem na íntegra:

https://platform.twitter.com/widgets.js

Abaixo, traduzimos o conteúdo de ambos os tweets:

“Relatórios curiosos indicam que Featured Snippets têm tido seus resultados orgânicos regulares levados para o topo da segunda página. Podemos confirmar caso a caso, mas analisaremos mais profundamente a respeito.” Pete Meyers

“Se uma página da web de lista é elevada a posição de featured snippet, nós não repetiremos mais a listagem nos resultados da pesquisa. Isso limpa os resultados e ajuda os usuários a localizarem informações relevantes mais facilmente. Featured snippets contarão como um dos dez itens da listagem apresentada nas páginas da web.” Danny Sullivan

Danny Sullivan também informou que ainda hoje, 23/01, John Muller comentará mais sobre a mudança.

Qual o objetivo da remoção das páginas duplicadas?

Nesse momento, como um profissional de marketing, a preocupação com o desempenho dos sites pode dificultar a compreensão de que essa mudança, na verdade, é positiva de algum modo. Mas, já parou para pensar no usuário? 

O que significa para ele uma página com resultados duplicados?

Como ele reage ao abrir os links e perceber que são um mesmo conteúdo?

Respondendo às questões: 

  1. uma experiência ruim;
  2. ele sairá da página.

Isso é ruim principalmente se levamos em consideração a prática do SEO como uma forma de otimização para usuários, pessoas, e não para mecanismos de busca.

Por isso, apesar de todas as implicações, é importante reconhecer a necessidade da mudança, entendendo-a para que seja possível tirar o melhor proveito da situação.

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Quem será impactado por ela?

Como a atualização é ainda bem recente, é cedo para falar com precisão sobre os impactos, mas já é bem possível indicar quem serão os afetados pela mudança. 

Primeiramente, é válido informar que a retirada dos resultados duplicados em featured snippets é global, ou seja, já está impactando todas as páginas do buscador em escala mundial desde a tarde de ontem.

Aqui no Blog da Rock, já verificamos o ocorrido em nossas próprias páginas.

Essa é a página de busca para a palavra-chave “tipos de marketing”. Antes da modificação, o resultado duplicado ficava logo abaixo do nosso snippet.

Ao clicar na segunda página, encontramos o resultado logo em primeiro.

Vale ressaltar aqui que não é certo que todo resultado duplicado ficará no topo da segunda página, esses resultados podem variar entre posições.

Dito isso, sabe-se que os principais envolvidos nisso serão os SEOs e produtores de conteúdo que detém snippets, assim como os demais concorrentes da SERP que se encontravam abaixo do resultado duplicado, que, felizmente, subirão uma posição

FAQ: quais são as perguntas mais recorrentes?

Para esclarecer algumas das principais dúvidas que surgirão sobre o tema, compilamos algumas das perguntas respondidas por Sullivan em seu Twitter. Veja quais são:

Essa mudança será aplicada em outras features da SERP?

Não, apenas para featured snippets em todos os seus formatos (definição, lista e tabela). Além disso, imagens que aparecem e snippets também não serão impactadas.

Se meu featured snippet desaparecer da SERP, para onde meu resultado original irá?

Como todo featured snippet surge a partir de um conteúdo que rankeia na primeira página da SERP, mesmo se o snippet for perdido, se ele continuar relevante para a busca, então retornará para a página de resultados.

Nesse caso, não se sabe se ele retornará para a posição anterior e nem mesmo se esse “retorno” significa exatamente a primeira página. 

Posso escolher não ter featured snippets?

Caso esteja temeroso em relação aos impactos negativos, é possível solicitar que seus conteúdos não conquistem featured snippets. Para isso, basta acessar esse tutorial do próprio Google.

Agora que conheceu um pouco mais sobre essa grande mudança, lembre-se de acompanhar seus resultados para as palavras-chave que apresentam featured snippets, principalmente CTR, posições e tráfego.

Ao fazer isso, você terá maiores insights sobre os impactos e será capaz de criar melhores estratégias para lidar com a atualização e otimizar os resultados da sua estratégia.

Para te ajudar nessa tarefa, veja o nosso material completo sobre Google Search Console e saiba como analisar e documentar esses dados!

Guia do Google Search ConsolePowered by Rock Convert

Tem um featured snippet? Saiba que seu conteúdo aparecerá apenas na segunda página do buscador publicado primeiro em https://rockcontent.com/

Rock my Business: como a Mutant usou Marketing de Conteúdo para vender por Inbound e se tornar referência no mercado

Rock my Business: Como a Mutant usou Marketing de Conteúdo para vender por Inbound e se tornar referência no mercado

O ser humano vive num ciclo de vida distribuído em níveis e, por isso, passa por diversas fases até o fim da sua vida. Sua capacidade de adaptação e mudanças constantes é simplesmente um dom, o que faz dele um eterno mutante.

E as empresas que tiverem propósitos comprometidos a viabilizar qualidade de vida para essas mudanças, com certeza serão diferenciadas no mercado.

Por isso, queremos apresentar a Mutant, uma empresa de sonhos grandes que tem como propósito facilitar o relacionamento entre marcas e pessoas proporcionando as melhores experiências por meio de plataformas digitais.

A Mutant decidiu acompanhar o desenvolvimento das empresas usando a tecnologia para promover conforto para as mutações humanas.

Quantas empresas você conhece que tem o privilégio de usar seus serviços para mudar o mundo?

Fique conosco e acompanhe esse case de sucesso!

Quem é a Mutant?

Especialista em Customer Experience, a Mutant cuida das interações entre marcas e clientes em múltiplos canais digitais.

mutant

Formada por times multidisciplinares, a empresa acompanha tendências do mercado e traz sempre as melhores práticas e inovações para tornar a experiência no contato com as empresas mais personalizadas, humanizadas e positivas. 

Afinal, customer experience é uma cultura de atendimento focada no cliente. 

A empresa tem a missão de tornar mais acessível e intuitiva a relação das pessoas com as plataformas digitais. É isso que a Mutant tem desenvolvido como serviço. É como ela pretende impactar a vida a seu redor.

O propósito da Mutant é extremamente relevante, mas eles tinham um desafio grande pela frente: tornar a empresa conhecida e atrair clientes ideais que precisavam das suas soluções para superar uma dificuldade específica na interação com seus clientes.

Pensando nisso, optaram por buscar uma estratégia que os ajudasse a posicionar a marca como referência em CX no Brasil e conduzisse seus possíveis clientes pelo funil, educando, de certa forma, o mercado sobre soluções que podem parecer complexas a primeira vista.

Foi quando perceberam que o Marketing de Conteúdo tinha as características certas para solucionar essa dor da empresa. 

Como o Marketing de Conteúdo contribuiu para construir a autoridade da Mutant?

“A Mutant é uma empresa focada em customer experience em plataformas digitais e sempre sentimos falta de conteúdo especializado sobre o tema no Brasil. Como nosso objetivo era nos tornar referência em CX (Customer Experience) e alcançar um público cada vez maior, optamos pela estratégia de Marketing de Conteúdo.” , explicou Jéssica Uchôa, Coordenadora de Marketing da Mutant.

Contratar uma estratégia de conteúdo foi a melhor saída para a Mutant, que precisava estabelecer relações fidedignas com seus clientes.

Uma das suas premissas era proporcionar a melhor experiência para sua audiência e para os usuários de seus clientes antes, durante e depois da venda. Isso para encantá-los e, assim, torná-los promotores de sua marca.

Hoje o mercado da comunicação já entende que a única estratégia — até agora — capaz de elucidar uma dor que seu cliente tenha e educá-lo para usar seu produto, é o Marketing de Conteúdo. 

Por isso, Ana Paula Viana, Analista de Sucesso do Cliente na Rock Content, e Jessica Uchôa, Coordenadora de Marketing na Mutant, trabalharam arduamente até que as ações gerassem seus primeiros resultados: as primeiras vendas vindas por Inbound Marketing, uma estratégia que utiliza Marketing de Conteúdo como pilar.

Como a Rock Content ajudou para alcançar o resultado esperado?

A Rock Content criou uma metodologia específica, com foco inicialmente em produzir conteúdo relevante sobre diversos temas relacionados à CX. Assim, o blog da Mutant alcançaria boas posições orgânicas nos buscadores e reconhecimento da marca como especialista na área. 

Com isso, a Mutant começou a trabalhar pelo seu objetivo junto a sua equipe de marketing e a Rock participou com sua expertise em Marketing Digital ordenando os canais de aquisição de tráfego da Mutant para entregar o resultado esperado.

Foram alguns passos até haver sincronia entre as equipes: 

  • o primeiro deles foi determinar para quais palavras chaves o resultado chegaria primeiro;
  • o segundo foi estruturar os posts de topo, meio e fundo do funil; 
  • o terceiro foi fazer com que a equipe da Mutant se engajasse para dar as entrevistas, nas quais os textos de fundo do funil seriam produzidos com máxima qualidade e técnicas que a empresa precisava para gerar autoridade;
  • o quarto passo foi alinhar a linguagem e dissertá-la de uma maneira que fosse didática e de fácil entendimento, para as personas que tendiam a usar o produto, mas não seriam atraídas por conteúdos que fossem incompreensíveis.

Entender o que o cliente precisa nesse processo é muito importante para alinhar as expectativas entre ambas as partes. Só assim a estratégia funciona e flui.

Para dar o pontapé as ações planejadas pela Rock exclusivas para a Mutant, foram:

  • produção de materiais ricos: para atrair visitantes no site e assim gerar leads para a base;
  • extensão de conteúdos: com o objetivo de otimizar os textos e assim ajudar no rankeamento das palavras chaves;
  • CTAs: personalizados e desenvolvidos exclusivamente para trazer o cliente para dentro do funil de vendas;
  • fluxos de nutrição: como parte da educação do lead e assim incentivá-lo a pedir um orçamento e fechar a venda.

Assim, o time da Rock deu início ao caminho do sucesso sem fim, pelos posts que vão desde atração até os de meio e fundo de funil da jornada de compra.

Gostaríamos de chamar a atenção para o terceiro passo, que foi produzir conteúdos de fundo de funil. Para que esses posts fossem produzidos, a Rock Content colocou à disposição da Mutant um jornalista especialista em copywriting, para dar vida e significância aos posts que nasciam de entrevistas com especialistas de UX da empresa.

Essa etapa foi crucial para o êxito da estratégia, pois não se trata apenas de transcrever uma entrevista, mas de entender o universo do especialista, planejar o que abordar, produzir uma pauta antes para nortear o post para um objetivo específico.

O resultado

Em 6 meses

  • Mutant alcançou o 1º lugar nas buscas orgânicas para o seu principal termo. 
mutant rankeia para principal palavra-chave

Com 12 meses

  • Cresceu 500% no número de sessões no site, sendo o canal orgânico o mais relevante para aquisição de tráfego e maior número de conclusões de meta (conversões no formulário do site);
  • Crescimento de mais de 70% de palavras-chave indexadas no Google; 
  • E mais de 90% na primeira página.

Dessa maneira, os resultados da estratégia só tendem a crescer e evoluir, já que o Marketing de Conteúdo é uma estratégia a longo prazo. Ou seja, mais autoridade e credibilidade alcançam com o tempo nos buscadores, sem se esquecer, claro, de deixá-los atualizados.

Foi assim que essa história de sucesso entre a Rock Content e a Mutant tem dado o match perfeito para gerar receita e autoridade.

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terça-feira, 21 de janeiro de 2020

Guia do Conteúdo Interativo: como trazer vida para sua estratégia de Marketing de Conteúdo

Guia do Conteúdo Interativo: como trazer vida para sua estratégia de Marketing de Conteúdo

Quem nunca se pegou fazendo um teste para saber que tipo de amigo você é ou se divertiu com infográficos animados na web?

Não adianta: conteúdos interativos como esse conquistam a nossa atenção!

As pessoas gostam de estímulos criativos, que fujam do comum e que as façam interagir.

Para as marcas, eles podem ser muito mais eficientes que as abordagens tradicionais de publicidade e vendas. Por isso, esse tipo de conteúdo está conquistando espaço nas estratégias de marketing. 

Conteúdo interativo é a nova força do Marketing de Conteúdo. Até então, essa estratégia englobou principalmente materiais consumidos passivamente, como e-books e blog posts.

Chegou a hora de estimular a sua audiência a participar do seu conteúdo. E é sobre isso que vamos falar neste artigo.

A seguir, você vai saber:

Quer entender tudo isso? Então, acompanhe!

 

O que é conteúdo interativo?

Conteúdo interativo são materiais dinâmicos que estimulam a participação do usuário para transmitir suas informações.

Eles não precisam ser necessariamente digitais, mas é na internet que esse tipo de conteúdo ganha uma infinidade de formatos — calculadoras, quizzes e infográficos animados, por exemplo — e possibilidades de interação.

Se você viveu a década de 1990, deve se lembrar do programa “Você Decide”, certo?

Já tínhamos aí um exemplo de conteúdo interativo: antes de terminar o episódio do dia, os telespectadores podiam ligar para a emissora e escolher o final a que queriam assistir.

programa você decide

Porém, o poder de interatividade da mídia deu um salto com o surgimento da internet, especialmente após a popularização dos blogs e redes sociais.

A partir daí, as marcas passaram a conviver com a participação dos consumidores em seus conteúdos.

Porém, o Marketing de Conteúdo se apoiou preponderantemente em uma lógica de consumo passivo. Ou seja, as marcas publicam conteúdos e aguardam o feedback dos usuários, por meio de likes, reações, comentários e compartilhamentos ou pelo comportamento de navegação em sites e blogs.

Já é muito mais interatividade que tínhamos no marketing offline ou no início da internet, mas as marcas podiam ir além.

O conteúdo interativo, então, surgiu para proporcionar uma abordagem mais instigante e divertida para o consumidor, diante da enorme quantidade de materiais que ele tem para consumir na web.

Esse tipo de conteúdo demanda que o usuário interaja com o material para receber a informação que deseja, de uma maneira muito mais atrativa para ele do que apenas ler um texto.

Cada interação com o conteúdo representa um sinal do usuário para a marca. Em entrevista para a Rock Content, Mary Ward, CMO da Scribblelive, definiu o conteúdo interativo como algo que leva as pessoas a darem feedback.

É diferente, por exemplo, do download de um PDF ou da leitura de um texto no blog, quando não há feedbacks durante o consumo do conteúdo.

Assim, o conteúdo interativo permite entender se as pessoas realmente consumiram o seu material, ao mesmo tempo em que proporciona uma experiência muito mais interessante para o consumidor.

 

Quais são os benefícios de um conteúdo interativo?

Conteúdo interativo está cada vez mais ganhando força no marketing. Mas você quer entender melhor se vale a pena investir nesse tipo de material nas suas estratégias?

Vamos elencar agora quais são os principais benefícios do conteúdo interativo.

Aliar conteúdo e experiência

E-books, infográficos e blog posts são valiosos para educar o consumidor, porque trazem muita informação.

Quando se tornam interativos, eles agregam um valor que atrai e engaja as pessoas: a diversão.

Conteúdo interativo, portanto, alia informação e entretenimento. Assim, o usuário se sente estimulado a consumir aquele conteúdo, que contém atrativos para prender sua atenção até o fim.

Um quiz, por exemplo, exige que a pessoa percorra todas as perguntas e vá até o fim para receber a resposta — o que pode ser mais difícil em um e-book ou artigo de blog.

Então, o conteúdo deixa de ser passivo e estático para proporcionar uma experiência de consumo às pessoas.

Essa mudança é ainda mais relevante se considerarmos a geração Y — os millennials, nascidos entre 1980 e 1995, que estão no mercado ditando tendências e influenciando comportamentos de consumo.

Esses jovens viram a internet nascer e o mundo se tornar mais veloz. Por isso, essa geração é dinâmica e imediatista.

Então, não adianta oferecer conteúdos estáticos, entediantes e irrelevantes — eles precisam de inovação, desafios e experiências. O conteúdo interativo, portanto, atende aos seus anseios.

Sobre as gerações que vêm na sequência, a dinâmica dos conteúdos já não vai mais ser uma escolha, e sim uma necessidade para se comunicar com eles.

Aumentar o engajamento

Oferecer uma experiência de consumo em vez de um conteúdo estático é o caminho para aumentar o engajamento com a sua marca. Esse é o grande benefício do conteúdo interativo, que passa a ser uma solução no marketing.

O Marketing de Conteúdo cresceu tanto que saturou os consumidores com muitos estímulos e posts em blogs e redes sociais, muitas vezes sem qualidade ou relevância.

Com pouco espaço para ganhar esse consumidor abarrotado de informações, as marcas precisam de formas criativas para atrair sua atenção. Então, o conteúdo interativo resolve essa questão.

O conteúdo passivo dá espaço para o surgimento de formatos interativos, que aumentam o tempo de engajamento e o nível de envolvimento com a marca.

Ao ler um infográfico interativo, por exemplo, o usuário é surpreendido com uma nova forma de consumir informações, muito mais leve e divertida. Isso estimula que ele leia todo o conteúdo, apreenda a mensagem e ainda queira compartilhar com a sua rede.

Esse aumento no engajamento fica evidente ao analisar métricas como o tempo de permanência no site ou os compartilhamentos do link (tráfego de referência).

Além disso, você também pode analisar as métricas de consumo para entender se os usuários realmente consumiram todo o conteúdo interativo.

Receber mais feedbacks dos usuários

Outro grande benefício do conteúdo interativo é receber uma grande riqueza de dados de feedback dos usuários.

Como falamos, conteúdos passivos não mostram se o consumidor realmente consumiu um material.

Você só sabe, por exemplo, quantos usuários fizeram download ou rolaram até o fim de uma página de blog. Mas não sabe dizer se eles realmente leram o conteúdo, não é?

Já o conteúdo interativo fornece dados durante o consumo do conteúdo. Você pode identificar visualizações, cliques e interações com cada elemento do seu material interativo, além de avaliar pontos de saída.

Segundo levantamento da Scribblelive, 60% das organizações que usam conteúdo interativo conseguem medir melhor a sua eficiência, enquanto esse percentual é de apenas 25% entre as que usam conteúdo passivo.

Digamos, por exemplo, que você tenha criado um questionário para o cliente entender qual solução precisa para resolver seu problema. Então, cada questão respondida representa uma métrica para verificar a eficiência da sua estratégia e conhecer melhor o usuário.

Assim, você pode verificar se os usuários percorreram todo o seu conteúdo, além de coletar dados valiosos sobre o seu público, seus comportamentos, dores e necessidades, que depois podem ser usados para otimizar suas estratégias.

Portanto, os benefícios do conteúdo interativo não se limitam ao Marketing de Conteúdo — eles podem contribuir para toda a estratégia de marketing.

Otimizar a geração de leads e conversões

Conteúdo interativo não gera apenas mais engajamento — ele também traz resultados em leads, vendas e faturamento para as empresas.

Afinal, um conteúdo dinâmico, com apelo visual, que proporciona uma experiência mais rica é capaz de despertar o desejo dos consumidores. Além disso, ao prender a atenção deles, esse tipo de conteúdo também consegue guiá-los na sua jornada até a conversão.

Para isso, você pode contar com ferramentas para criar conteúdos interativos (mais adiante, você vai conhecer algumas delas).

Algumas dessas ferramentas oferecem recursos para otimizar as conversões e testar aplicações para saber quais funcionam melhor.

Você pode testar, por exemplo, duas versões de layout da sua landing page para saber qual delas gera mais conversões.

Assim, você torna a experiência do usuário mais interessante e colhe melhores resultados do seu conteúdo.

Você pode se interessar por esses outros conteúdos
👉 Como gerar receita com conteúdo interativo
👉 4 tipos de conteúdos interativos para fase de consideração
👉 Conteúdos interativos para a fase de decisão da jornada

 

Quais tipos de conteúdo interativo produzir? Veja alguns exemplos

Para entender melhor o que é um conteúdo interativo, vamos mostrar quais tipos de materiais você pode publicar e alguns exemplos para inspirar a sua produção.

Alguns desses materiais são interativos por natureza, como os quizzes e as calculadoras. Por outro lado, existem conteúdos que podem ser tornados interativos, como e-books e infográficos. 

Note também que você pode mesclar diferentes tipos de conteúdo interativo em um só material. Uma mesma página pode apresentar um infográfico interativo e, ao final, incluir um quiz para o usuário testar seu conhecimento sobre aquele assunto (e para você verificar a eficiência do conteúdo).

Agora, então, conheça alguns tipos de conteúdo interativo e se inspire!

Quizzes

Quiz é um tipo de conteúdo interativo que já conquistou muitos adeptos! Eles se popularizaram na web com os testes do Buzzfeed e se tornaram ferramentas de interatividade para as marcas.

Eles podem ser usados para educar e entreter o público, geralmente com uma linguagem leve e divertida, além de capturar insights sobre a sua maturidade no tema.

Quando são criativos e relevantes para o público, eles têm também um alto poder de viralização!

Veja, por exemplo, esse quiz que busca resolver uma série de mitos sobre máquinas de lavar roupas.

Aqui na Rock Content, já criamos diferentes tipos de quiz. Um dos materiais de maior sucesso foi o teste Carreira Freelancer, que gerou mais de 1000 leads já no primeiro dia no ar.

quiz carreira de freelancer

Calculadoras

Calculadoras são conteúdos interativos que ajudam a mostrar como o seu produto pode ajudar no bolso do consumidor.

Você pode mostrar como ele pode economizar, ganhar dinheiro ou se planejar financeiramente, dependendo do tipo de solução que você oferece.

Esse tipo de conteúdo pode ser combinado com um material que explique o valor do seu produto para o mercado, de maneira que a calculadora corrobore o que você está falando.

Um bom exemplo é essa calculadora que mostra quanto dinheiro você economiza ao amamentar o seu bebê em vez de usar fórmulas prontas.

Esse material é combinado com dados e estatísticas que provam os benefícios da amamentação.

Aqui na Rock Content, criamos uma Calculadora Freelancer para ajudar a nossa comunidade de freelancers a calcular os seus ganhos e se planejar para alcançar seus objetivos.

E-books

Em vez de entregar um PDF estático para o seu público, que tal criar um conteúdo interativo para apresentar as informações de um e-book?

Você pode combinar o texto com vídeos, imagens, gráficos e animações. Com interatividade e apelo visual, o consumo do e-book se torna muito mais interessante e prazeroso.

Aqui você pode ver um exemplo da Salesforce, que transformou um e-book em uma página atrativa e cheia de animações.

Neste exemplo, quem ainda quiser guardar o material em formato PDF pode baixar o arquivo depois de informar seus dados de contato.

Infográficos

Infográficos já são uma forma de transmitir dados e informações com apelo visual. Mas você sabia que pode torná-los ainda mais atrativos?

É só adicionar pontos de interatividade com o material, de maneira que o leitor participe do conteúdo.

Veja, por exemplo, esse infográfico interativo que busca educar desenvolvedores sobre a segurança de aplicativos. O material traz gráficos animados, botões interativos, testes e, ainda, a possibilidade de download.

infográficos interativos

A Netflix tem outro bom exemplo de como transmitir informações e dados de maneira atrativa para o leitor.

Cocainenomics é um case de branded content que foi usado para promover a série Narcos e trouxe uma série de dados sobre narcotráfico. Ao final, inclui ainda um quiz sobre as informações apresentadas.

White Papers

White papers costumam apresentar conteúdos mais técnicos que e-books e blog posts. Eles vão direto ao ponto e funcionam como um manual ou guia para executar uma estratégia ou ação. Por isso, torná-los interativos é um caminho para que esse material seja mais atrativo e apreensível.

Esta página, por exemplo, apresenta os capítulos de um white paper em diferentes páginas, com botões para navegar pelo conteúdo.

Landing Pages

Uma landing page tem um objetivo claro: gerar conversões. Então, adicionar interatividade nessas páginas pode ajudar a despertar o desejo do visitante e convencê-lo a deixar seus dados de contato para tornar-se um lead.

Aqui você pode ver um exemplo de landing page da DHL com conteúdos visuais e animados para tornar a experiência mais interessante.

Lookbooks

Lookbook é um material bastante visual, geralmente composto por fotografias, bastante usado por marcas de moda para apresentar produtos, modelos, fotógrafos e estilistas (embora possa ser usado em qualquer nicho).

Só que os lookbooks costumam ser estáticos, em formato PDF ou até mesmo impressos.

Para que eles sejam mais atrativos, você pode criar lookbooks interativos.

A operadora de viagens Northstar Travel criou um lookbook interativo para apresentar o destino de Los Cabos e ainda incluiu um quiz e um formulário de contato ao final.

Questionários

Os questionários são parecidos com os quizzes, mas geralmente apresentam uma linguagem mais séria e um conteúdo mais aprofundado. A intenção não é apenas entreter, mas principalmente ajudar o consumidor na sua jornada.

No início da jornada, o questionário pode ajudá-lo a identificar suas necessidades. No fim da jornada, o material pode ajudar a mostrar qual solução ele deve adotar para o seu problema.

Dessa forma, você também pode coletar dados sobre esse consumidor para saber em que etapa da jornada ele está e qual abordagem de marketing e vendas deve utilizar.

Este questionário, por exemplo, ajuda as empresas a identificarem suas necessidades na área de gestão de contratos, por meio de seis perguntas estratégicas.

Ao final, o usuário fornece seus dados para receber os resultados e as recomendações da empresa.

Biblioteca de recursos

Uma biblioteca de recursos reúne diferentes conteúdos que uma empresa já produziu para a sua estratégia de Marketing de Conteúdo.

Em vez de oferecer uma lista de links para os usuários acessarem esses materiais, você pode criar uma página interativa para facilitar que eles encontrem facilmente o que desejam.

Foi isso, por exemplo, que a Symantec fez com a sua biblioteca de recursos, que é dividida em categorias e inclui também áreas de acesso restrito.

Buscador de soluções

O buscador de soluções também lembra um quiz ou um questionário. Porém, ele tem um objetivo mais específico: guiar o consumidor por meio de perguntas para que ele encontre a solução certa para o seu problema.

Este site, por exemplo, ajuda os consumidores a escolherem a garantia estendida certa para o seu carro — o que pode ser um conteúdo difícil e chato de explicar.

Com a resposta final, o usuário é direcionado para contratar os planos que a empresa oferece.

Vídeos

Vídeos já são um tipo de conteúdo envolvente, por ter um visual e uma narrativa mais dinâmicos que conteúdos textuais ou estáticos. Mas eles podem ser ainda mais atrativos se convidarem as pessoas a interagirem com o conteúdo.

O programa “Você Decide”, que mostramos antes, é um exemplo de conteúdo interativo em vídeo. No YouTube, porém, as possibilidades de interação são mais imediatas.

A plataforma permite inserir botões de interação que direcionam os usuários para outros vídeos que eles queiram assistir.

Foi com base nesse recurso que uma pizzaria da Nova Zelândia criou uma experiência interativa para os usuários no YouTube.

O conteúdo convida as pessoas a ajudarem um entregador de pizza a fazer seu serviço sem ser morto por zumbis. Ao longo da história, o usuário é convidado a escolher a alternativa que o levará para o próximo conteúdo. Bacana, né?

 

  

Resultados de pesquisas

Apresentar os resultados de uma pesquisa, cheios de dados e gráficos, pode se tornar enfadonho para o público-alvo.

Por isso, criar um conteúdo interativo para apresentar esses dados pode ser mais eficiente para que as pessoas apreendam as informações.

Um exemplo interessante é o projeto selfiecity, que pesquisa as formas como as pessoas tiram selfies em diferentes cidades do mundo.

No site, é possível navegar pelos dados coletados em gráficos interativos e entender melhor os resultados da pesquisa.

resultado de pesquisas interativas

Mapas

Desde que o Google Maps surgiu, mapas interativos se tornaram cada vez mais usados para diferentes fins. Eles podem servir para entreter ou para informar, de maneira semelhante a um infográfico interativo, só que com dados de geolocalização.

Quer um exemplo? No projeto Cocainenomics, que apresentamos anteriormente, a Netflix utilizou um mapa interativo, baseado no Google Maps, para mostrar as rotas do narcotráfico nas últimas décadas.

mapas interativos

 

Como produzir conteúdo interativo? 5 dicas para aproveitar essa estratégia

Para produzir conteúdos relevantes, você precisa pensar primeiramente na persona. Quem é o seu público, como ele se comporta, quais são suas dores e necessidades? A partir daí, você tem um público em mente para produzir seus materiais.

Para produzir conteúdos relevantes, você já sabe que precisa criar uma persona, conhecer as dores do seu público e definir objetivos antes de qualquer coisa. Esses passos valem para qualquer tipo de conteúdo.

Agora, selecionamos algumas dicas que valem também para toda a sua estratégia de Marketing de Conteúdo, mas que podem ajudar mais ainda nos conteúdos interativos. Acompanhe!

1. Utilize conteúdos que você já tem

No começo de uma estratégia de conteúdo interativo, você pode usar materiais que já possui e que tenham potencial para a interatividade. Assim, você dá um novo formato e um novo propósito para eles.

Selecione, por exemplo, algum e-book que tenha gerado bastante engajamento para transformá-lo em uma página interativa. Ao final, você pode adicionar um quiz para testar os conhecimentos do visitante.

2. Produza conteúdo interativo para as etapas do funil

De olho nas dores da persona e nos seus objetivos de marketing, defina quais conteúdos você vai produzir pensando nas etapas do funil.

Isso é essencial para que o seu conteúdo interativo cumpra sua função no ciclo de vendas — fazer o lead avançar no funil mais rapidamente —, em vez de desperdiçar esforços com publicações sem propósito.

Um lookbook, por exemplo, pode ser usado no topo do funil, para que o lead comece a se aproximar da sua empresa com um material bastante visual e atrativo.

Já uma calculadora é ideal para o fundo do funil, quando o lead já está no momento final da decisão de compra e precisa perceber os benefícios financeiros de adquirir a sua solução.

3. Crie conteúdos interativos com layout responsivo

Você já sabe como é importante adotar layouts responsivos na web, em um contexto em que o consumidor utiliza o celular para tudo, em todas as etapas da jornada de compra.

Por isso, a responsividade vale também para o conteúdo interativo.

Como esse tipo de conteúdo envolve muitos botões, animações e interações com o usuário, é preciso se certificar de que todos os elementos funcionem bem em qualquer tamanho de tela. Geralmente, as ferramentas de criação dos conteúdos já incluem essa funcionalidade, mas é sempre importante testar antes de publicá-los.

4. Otimize as estratégias com os dados coletados

Os materiais interativos permitem coletar uma infinidade de dados sobre o consumidor. Como já dissemos, você identifica não apenas se o usuário baixou um conteúdo, mas também se ele leu todo o conteúdo e se absorveu as informações.

Mas esses dados só têm valor para a sua empresa se forem utilizados para gerar insights e otimizar as estratégias de marketing.

Eles podem ajudar a:

  • conhecer melhor o consumidor;
  • construir a persona da marca;
  • otimizar a segmentação das campanhas de marketing;
  • personalizar as abordagens de marketing;
  • melhorar as abordagens de vendas.

5. Capture os dados de contato dos visitantes

Não perca a chance de coletar os dados dos visitantes para nutri-los ao longo do funil de vendas.

Quando oferecer um quiz ou um questionário, por exemplo, você pode liberar as respostas somente depois que o usuário informar seu contato.

Em um buscador de soluções, você pode solicitar o e-mail do visitante para enviar orientações personalizadas a ele.

É importante mostrar o benefício que você vai oferecer se ele informar os dados de contato.

 

Ferramentas para produzir conteúdos interativos

Então, você quer começar a produzir conteúdo interativo, mas não sabe por onde começar? Existem ferramentas que podem ajudar você nessa tarefa!

Em vez de contratar um desenvolvedor para criar cada peça de conteúdo interativo, você pode criar dezenas delas por conta própria, com o uso de templates e recursos fáceis de usar.

Vamos mostrar agora algumas opções.

ion Interactive

A ion Interactive, ferramenta criada pela Scribblelive, é a principal referência de plataforma para produção de conteúdo interativo.

Ela oferece templates com layout responsivo para os diferentes tipos de conteúdo interativo que apresentamos neste artigo, sem que você precise criar uma linha de código sequer.

Além disso, também oferece recursos de testes de otimização, para saber quais materiais vão gerar mais conversões, e de mensuração, para saber se eles atingiram os resultados que você gostaria.

Abaixo você pode ter uma ideia do visual da ferramenta e de como ela é fácil de usar:

ferramenta ion

Dot

A Dot é outro exemplo de plataforma que permite criar conteúdos interativos. Com recursos simples, você pode criar quizzes, calculadoras, lookbooks, questionários, entre outros tipos de conteúdo interativo, tudo por conta própria, a partir de templates.

Thinglink

Thinglink é mais uma opção de plataforma para criação de conteúdo interativo. A ferramenta permite criar infográficos, apresentações, mapas e vídeos interativos, além de incluir recursos para fotos e vídeos em 360 graus.

Typeform

O Typeform já é um velho conhecido para a criação de formulários online com um layout simples, bonito e responsivo.

Mas talvez agora você perceba com outros olhos essa ferramenta, que permite criar conteúdos interativos e embedar os formulários, pesquisas, quizzes e enquetes onde você quiser.

Leia o nosso artigo sobre Typeform para entender melhor como aproveitar essa ferramenta.

Quizur

Quizur é uma ferramenta específica de criação de quizzes. Você pode criar quizzes de certo e errado (ex.: o que você sabe sobre Dragon Ball?) ou de personalidade (ex.: quem você seria em um filme de terror?).

Para aproveitar melhor essa ferramenta, use a criatividade nas perguntas!

Mapme

O Mapme serve para criar mapas interativos. Você pode adicionar fotos, vídeos e construções em 3D, criar categorias de locais (ex.: restaurantes, escolas, museus etc.) e customizar o mapa com cores, formas, ícones e desenhos.

Enfim, agora você já sabe a importância do conteúdo interativo para as suas estratégias e como começar a produzir esse tipo de material.

Perceba que estamos falando de um tipo de conteúdo que pode diferenciar suas publicações dos concorrentes, diante de tantos posts de blog e e-books que sobrecarregam o consumidor de informações.

Mary Ward, em entrevista para a Rock, afirmou que essa é uma tendência para os próximos anos, que já se percebe fora do Brasil. Criar menos conteúdo, mas com mais precisão e impacto, é o que vai trazer mais qualidade para as estratégias digitais.

Se você quer conhecer mais exemplos de conteúdos interativos, confira o nosso infográfico animado sobre as principais tendências e práticas de social media adotadas pelas empresas em 2019!

Guia do Conteúdo Interativo: como trazer vida para sua estratégia de Marketing de Conteúdo publicado primeiro em https://rockcontent.com/

segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

SEO off page: o que é e como fazer uma otimização que gera resultados

SEO off page: o que é e como fazer uma otimização que gera resultados

Quer posicionar o seu site entre os primeiros lugares do Google? Então, você precisa mostrar ao buscador que é uma referência para outros sites. E é para isso que serve o SEO off page, um desdobramento do SEO!

Não pense que basta caprichar no SEO on page. Páginas bem estruturadas, conteúdos relevantes e palavras-chave são essenciais na otimização, mas não adianta olhar só para dentro do seu site.

O SEO off page está aí para que as suas estratégias olhem também para fora. É lá que você pode buscar links e menções para as suas páginas e mostrar como elas são relevantes para o mercado — o que é determinante para o algoritmo do Google.

A seguir, você vai entender:

Acompanhe agora para saber tudo!

 

O que é SEO off page?

SEO off page é o conjunto de estratégias aplicadas fora das suas páginas para demonstrar a sua relevância no mercado e, assim, melhorar seu posicionamento nos mecanismos de busca.

Para o Google, não interessa apenas encontrar os seus conteúdos, entender sobre o que eles falam e perceber como as páginas são estruturadas. Além disso, o buscador também quer saber como o site se relaciona com o restante da web.

Se o site receber links e menções de diversas páginas, e se elas forem relevantes e confiáveis, mais pontos ele vai ganhar com o Google. Afinal, as pessoas só compartilham e referenciam aquilo que realmente tem qualidade e oferece algum valor para elas.

Pense, por exemplo, em uma página com dicas de decoração no site de um escritório de arquitetura. Essa página é citada em vários blogs sobre decoração, arquitetura e design. Melhor ainda: recebe links de grandes revistas dessas áreas!

As dicas desse escritório de arquitetura parece ser uma grande referência na área, não é? É assim que o Google pensa também.

A construção dessa rede de links que direcionam para o site — chamados de backlinks — é uma ação conhecida como link building.

O SEO off page, porém, não se limita a essa prática. A estratégia engloba todas as medidas adotadas fora do site, o que significa que toda construção de relacionamento com outros sites, mesmo que não gere backlinks, é considerada válida para a otimização.

Sabe por quê? O Google não considera apenas os links para a página como fator de rankeamento. Ele também considera as menções ao site ou à marca para avaliar a sua relevância para o mercado.

Portanto, uma estratégia de SEO off page não precisa mirar apenas na geração de backlinks. Uma simples menção também pode ser valiosa! No entanto, os links têm um peso maior para o rankeamento e não podem ser deixados de lado — e logo mais você vai entender o porquê.

 

Qual é a importância do SEO off page?

SEO off page precisa entrar nas estratégias de otimização para conquistar os primeiros lugares da página de resultados.

Para o buscador, os links e menções que um site recebe mostram o que os outros sites pensam sobre ele. Isso é um forte indicativo da sua relevância para o mercado, o que é determinante para a classificação no ranking do Google.

Este gráfico mostra o peso do SEO off page na classificação das páginas. Segundo o estudo realizado pela Moz, os fatores off page (que estão em destaque no gráfico) têm um peso de mais de 50% no rankeamento do Google.

peso do rankeamento
Fonte: Moz

Para entender por que esse relacionamento com outros sites é tão importante, é necessário entender também a importância dos links.

Links são a essência da web. Foi com base na interligação entre páginas e documentos que ela surgiu em 1990 e funciona até hoje. São eles que levam o usuário de um lado a outro até que encontre aquilo que ele deseja. E é com base neles também que funciona uma busca no Google.

O trabalho do Google começa com o rastreamento das páginas da web. Para isso, ele segue o caminho que os links indicam para ele. Portanto, quando o robô acessa uma página, ele indexa os conteúdos, as palavras-chave e outras informações que ela apresenta e, logo depois, segue para os links que estão referenciados nela.

Nesse processo, o Google percebe também a relação entre essas páginas por meio dos links. Se o Google considera que um site é popular, confiável e tem autoridade no seu mercado, e esse site tem links para outras páginas, ele transmite esse valor também para elas.

Essa transmissão é chamada de link juice, um conceito importante para o link building. Link juice representa a parcela do poder de rankeamento que uma página transmite para as páginas de destino dos links que estão referenciados nela. Esse conceito vale tanto para links internos quanto para externos.

Basicamente, o link juice pode ser entendido como um voto de recomendação de uma página para outra. O gráfico abaixo mostra, por exemplo, como se dá a transmissão de link juice pela popularidade de uma página (apenas um dos fatores que são transmitidos por ele):

Na hora do rastreamento, o Google percebe essas relações entre as páginas. Então, quando um usuário faz uma pesquisa no buscador, o algoritmo considera — além de outros vários fatores — a transmissão do link juice para classificar as páginas que aparecem nos resultados.

Portanto, as estratégias de SEO off page são essenciais para que você busque parcerias com sites de qualidade, confiança e autoridade, que transmitam um bom link juice para as suas páginas.

Além disso, as referências que o seu site recebe de outras páginas são importantes fontes de tráfego.

No gráfico abaixo, que é resultado de uma análise de sites de diferentes nichos, você pode ver que o tráfego de referência é responsável por 3,64% das visitas.

fontes de tráfego
Fonte: Growth Badger

O percentual não é tão alto, se comparado com o tráfego direto ou de buscadores. Mas estamos falando de um tráfego que não é pago e de visitantes que chegam ao seu site a partir da recomendação de outra página. Percebe como o tráfego de referência tem potencial de gerar mais resultados para o seu negócio?

 

Quais são as diferenças entre SEO off page e SEO on page?

SEO off page e SEO on page são duas faces das estratégias de otimização. Embora sejam diferentes, elas interagem e devem ser trabalhadas em conjunto para melhorar os seus resultados.

Mas podemos dizer que você pode começar pelo SEO on page. Essas estratégias estão sob seu total controle e são aplicadas dentro das suas páginas, no conteúdo e na estrutura. Por exemplo:

  • publicação de conteúdos;
  • otimização de palavras-chave;
  • edição de títulos, intertítulos, meta tags;
  • criação de links para páginas internas;
  • edição dos códigos da página;
  • marcação de dados estruturados.

Essas medidas são necessárias para que o Googlebot entenda as suas páginas, sobre o que elas tratam e se você está oferecendo uma boa experiência ao visitante do site. Portanto, aí estão englobados importantes fatores de rankeamento do seu site.

Porém, como esses fatores estão sob seu controle, o Google precisa de outras referências para entender se o seu site é bom mesmo. Afinal, SEO on page representa o seu site falando dele mesmo — mas o que os outros sites pensam sobre ele?

É aí que entram as estratégias de SEO off page. Com elas, você vai construir um relacionamento com outros sites do mercado para mostrar que é uma referência para eles e ainda trazer tráfego para as suas páginas.

Mas perceba que o SEO off page engloba fatores que você não controla, já que os backlinks são criados por outros sites. Você consegue, no máximo, criar parcerias ou influenciar essas referências. Eis aí outra diferença importante em relação ao SEO on page.

Embora sejam diferentes, essas estratégias não estão separadas: o SEO on page é um dos pilares do SEO off page. Afinal, ninguém vai recomendar as suas páginas se elas oferecerem conteúdos fracos, não funcionarem no celular ou os usuários se sentirem perdidos nelas. 

Além disso, os visitantes que você atrair para as suas páginas com o SEO off page devem encontrar um site bem estruturado e conteúdos de qualidade — ou podem abandoná-las na mesma hora. Só assim você vai ter resultados efetivos com esse tráfego.

Portanto, fica claro que uma estratégia não funciona sem a outra.

 

Quais são os fatores de rankeamento do SEO off page? 

Quando surgiu, em 1998, o Google chegou com uma grande inovação para os mecanismos de busca: o PageRank. Esse era o algoritmo inicial do buscador, que já passou por muitas atualizações até hoje para amadurecer a sua forma de classificar os sites da web.

Agora, para entender os fatores de rankeamento do SEO off page, vamos analisar como se deu a evolução desse algoritmo e o que ele considera hoje para fazer a avaliação dos backlinks.

Acompanhe!

Popularidade

Os criadores do PageRank constataram que os mecanismos de busca poderiam apresentar os melhores resultados para os usuários com base na popularidade das páginas, em vez de colocá-las em ordem alfabética ou por assunto.

A lógica seria a mesma de artigos científicos: quanto mais citações recebem, mais relevantes são para o mundo acadêmico (sem que o autor precise correr atrás dessas citações).

Assim, quanto mais links uma página recebesse, mais relevante ela seria para o buscador. Ela poderia, então, aparecer mais bem posicionada nos resultados e ainda transmitir mais link juice para os links inseridos nas suas páginas.

Essa lógica, porém, não funcionou por muito tempo, já que era muito fácil criar centenas de links para uma página. Por isso, hoje o buscador considera muitos outros fatores na avaliação dos backlinks, que vamos ver a seguir.

No entanto, continua valendo a busca pelo maior número de referências para as suas páginas. Só não vale manipular o SEO off page, ok?

Criar backlinks em páginas falsas ou ganhar muitos links em um curto espaço de tempo podem fazer o seu site ser marcado como black hat e se prejudicar no rankeamento.

Diversidade

Para refinar o algoritmo, era preciso adicionar novos critérios à popularidade das páginas.

Agora pense: o que vale mais para determinar a sua relevância, 1 pessoa citando você 100 vezes ou 100 pessoas diferentes citando você 1 vez?

Para o Google, a segunda opção mostra que você conquistou a confiança de várias pessoas (não só uma), o que é muito mais significante.

A partir dessa percepção, o PageRank passou a considerar também a diversidade de domínios com backlinks para o site.

Essa mudança já dificultou um pouco o black hat, já que não bastava apenas criar vários links — era preciso criar vários domínios diferentes com links para a página. 

Mas ainda não era suficiente. O PageRank precisava evoluir. Afinal, ainda era fácil conseguir backlinks de vários sites diferentes, mesmo que não fizessem sentido para o usuário. Por isso, novos fatores foram adicionados ao algoritmo para avaliar a relevância de uma página.

Contexto

O que você acha mais relevante para uma página sobre carros: receber backlinks de portais do setor automobilístico ou de uma revista de moda?

Para o Google, uma rede de links dentro de um mesmo tema faz muito mais sentido. Quando isso não acontece, o buscador entende que são grandes as chances de ser uma manipulação.

E, mesmo que não seja manipulado, um link fora de contexto provavelmente não tem tanto valor para o usuário, já que ele está interessado em moda, não em carros.

Então, essa avaliação do contexto entrou nas considerações do algoritmo, que passou a entender que receber um backlink de uma página relacionada à sua área de atuação tem mais valor para o rankeamento.

Para isso, o Google precisou evoluir a sua compreensão sobre o contexto. Hoje o algoritmo já tem uma inteligência muito avançada, que é capaz de entender a linguagem humana.

Portanto, ele não avalia apenas temas e palavras soltas que estão em torno dos backlinks, e sim os significados dos termos e as relações entre as palavras. Portanto, não adianta forçar a barra para fazer essa linkagem — eles precisam fazer sentido dentro do texto.

Além disso, o Google é capaz de perceber o posicionamento dos links na página. Se eles estão na área de conteúdo principal, ganham mais valor do que aqueles que estão nas colunas, no cabeçalho ou no rodapé.

Afinal, os links do conteúdo principal foram inseridos com uma intenção editorial e, se estão no início do texto, tendem a ser ainda mais importantes.

Texto-âncora

Outro fator adicionado à avaliação de links do Google foi o texto-âncora — aquele texto em que o usuário clica para acessar o link. Ele deve ter relação com a página de destino e fazer sentido para o leitor.

Para aquela página sobre carros, por exemplo, textos-âncora como “venda de carros” e “carros usados” contam positivamente e ajudam a rankear também para esses termos. Por outro lado, se o texto-âncora não for relacionado com o tema, o usuário pode ser direcionado para uma página que não queria visitar, o que o Google não vê com bons olhos.

De olho nessa atualização do algoritmo, porém, muitos sites passaram a criar vários backlinks com a correspondência exata da palavra-chave para a qual queriam rankear.

Assim, mais uma prática de black hat era adotada — e mais uma vez o Google precisava se atualizar.

Confiabilidade

Então, outro fator ainda entraria em cena: o trustrank, ou seja, o rankeamento baseado na confiança.

O Google passou a classificar os sites mais confiáveis, por questões de segurança, idade do domínio, qualidade do conteúdo, entre outros fatores.

Para o buscador, esses sites ajudam a construir uma web melhor e mais segura e tendem a criar backlinks apenas para páginas em que também confiem.

Por isso, páginas com maior nível de confiança do Google transmitem mais link juice. As páginas que forem referenciadas por elas também ganham votos de confiança. Portanto, isso significa que backlinks de sites confiáveis ajudam o seu site a se posicionar melhor.

Menções

Com todas essas atualizações, o algoritmo do Google já está bastante robusto para avaliar os backlinks para uma página e fazer o rankeamento a partir dessa rede de links. Porém, já falamos que as simples menções ao site também são importantes para o SEO off page.

Se o robô é capaz de ler e entender os conteúdos de um site, ele também pode identificar o quanto uma marca é mencionada por outros sites. Se ele é capaz de identificar o contexto em que essa menção é feita, ele também pode saber se essa referência é positiva ou negativa.

Então, as menções ao seu site ou marca em outras páginas, mesmo sem links, contam para o rankeamento, especialmente em contextos positivos.

 

Como fazer SEO off page na prática?

Agora que você já sabe o que realmente importa para o rankeamento, vamos ver agora como colocar o SEO off page em prática?

A seguir, veja as nossas dicas de como aplicar as estratégias e conseguir backlinks relevantes para o seu site!

Comece com estratégias de SEO on page básicas

Lembra que falamos que o SEO on page é um pilar do SEO off page? Sem otimizar as suas páginas, você provavelmente não vai ser citado como referência por outros sites. Se for, o tráfego que os backlinks geram pode ser perdido, já que os visitantes vão ficar frustrados.

Então, comece as suas estratégias de otimização pelas suas próprias páginas. Organize as categorias do site, ofereça uma navegação simples, use URLs amigáveis, otimize os títulos e intertítulos, escreva textos escaneáveis, entre outras medidas. 

Depois de fazer o básico do SEO on page, você já pode começar a olhar para fora. E, enquanto isso, continue otimizando as páginas com técnicas mais avançadas.

Produza conteúdos que mereçam ser compartilhados

Um dos fatores de SEO on page mais importantes é o conteúdo. Publicar conteúdos relevantes no seu site é a principal forma de mostrar a sua autoridade no tema, de atrair e fidelizar os visitantes e oferecer as melhores respostas para o que eles buscam.

Para o SEO off page, bons conteúdos representam a chance de receber links naturais, sem que você precise correr atrás deles.

Para aumentar as chances de isso acontecer, pense nos seus conteúdos como ativos linkáveis. A intenção é criar conteúdos tão bons que mereçam ser citados por outros sites. E isso envolve não só posts de blog. Pesquisas sobre o seu mercado, por exemplo, são ativos com alto potencial de compartilhamento. E-books, infográficos e planilhas também são bons materiais que podem gerar backlinks.

Utilize guest posts e co-marketing

Embora se espere que as páginas recebam links de outros sites naturalmente, nem sempre eles vêm. Por isso, é possível adotar algumas estratégias para criar backlinks — sem precisar pagar por eles, sem forçar a barra e sem prejudicar a experiência do usuário.

Mas como fazer isso? Com parcerias! Guest posts e co-marketing são modelos de parceria entre diferentes sites ou blogs que rendem backlinks.

Guest post é a produção de um artigo para um site parceiro como convidado. Nesse artigo, você deve oferecer um conteúdo relevante para o site do parceiro, que tenha valor para aquele público e que contenha um link para o seu site, inserido no contexto do artigo.

Já o co-marketing é uma parceria entre marcas para produzir e promover um material em conjunto que atinja um público em comum.

Elas podem produzir, por exemplo, um e-book sobre algum assunto que interesse aos seus públicos e, na promoção desse material, inserir links para ambos os sites. Assim, um link para o seu site aparece no site do parceiro.

Busque parceiros de autoridade para link building

Para as estratégias de guest post e co-marketing valerem mais a pena, priorize parceiros que tenham um público afim com o seu ou que estejam na sua área de atuação. Assim, o Google consegue perceber a relevância do conteúdo e do backlink para o usuário.

Além disso, encontre parceiros confiáveis, cujo site tenha autoridade e qualidade, de maneira que ele transmita mais link juice para as suas páginas.

Essa avaliação sobre o site dos parceiros pode ser feita a partir de uma métrica fornecida pela Moz: o Domain Authority (DA).

Domain Authority da moz

Essa métrica fornece uma pontuação de 1 a 100 que mostra a probabilidade de um site aparecer bem posicionado no Google. Quanto mais alta a pontuação, mais chances de ele alcançar o topo.

Então, ao procurar parceiros para as estratégias de SEO off page, priorize quem tenha um Domain Authority maior que o seu, de maneira que ele transmita autoridade para você.

Aplique redirecionamento em link quebrados

Dissemos que SEO off page engloba fatores que não estão sob seu controle. E isso é verdade, já que os backlinks dependem de outros sites. Mas eis aqui uma prática que depende apenas de você para ter mais resultados com os backlinks.

Estamos falando do redirecionamento de links quebrados, que indicam a página correta para a qual os usuários e o robô devem ser direcionados. Vamos explicar melhor.

É natural que páginas deixem de fazer parte de um site ao longo da sua vida. URLs mudam, conteúdos são atualizados e páginas são simplesmente excluídas. Quando isso acontece, elas geralmente retornam o famoso Erro 404, um código que diz que a página não foi encontrada.

erro 404

Com o Erro 404, o usuário fica sem o conteúdo que ele queria, o robô encerra o rastreamento e a relevância dos backlinks para aquela página é perdida.

Mas a boa notícia é que você pode corrigir esse erro: basta aplicar o Redirecionamento 301. Trata-se de um código inserido na página com erro dizendo qual é a página que o usuário deveria ver. Assim, você direciona tanto o usuário quanto o robô para a página certa, que passa a receber o link juice dos backlinks.

Rejeite backlinks duvidosos

Links indesejados são praticamente inevitáveis. É bem provável que você receba backlinks de sites nada confiáveis e com cara de spam, não é?

Mas lembra que dissemos que o Google analisa a rede de links do seu site e os votos de confiança que são transmitidos? Se você recebe links de sites que não são confiáveis, provavelmente o Google entenda que também não pode confiar muito em você.

O problema é que você não tem controle sobre isso! Mas não é bem assim: o Google oferece uma ferramenta para rejeitar backlinks indesejados.

como rejeitar backlinks indesejados

É bem simples: é só fazer uma lista das páginas ou domínios que você deseja rejeitar e enviar ao Google pela ferramenta. Mas tenha um pouco de paciência, pois pode demorar até eles desaparecerem.

O Google recomenda apenas que você faça isso se for realmente necessário. Em geral, o algoritmo consegue avaliar quais links são spam e removê-los sem prejudicar seu site. Você também pode tentar falar diretamente com o administrador do site para remover aquela referência.

Ainda assim, se você quiser fazer o pedido ao Google, faça isso quando houver uma quantidade considerável de backlinks indesejados que poderia causar uma penalização.

Promova seu conteúdo em redes sociais, comunidades e fóruns

Links em redes sociais, comunidades e fóruns não contam como fator de rankeamento. Em geral, eles recebem a tag nofollow, que diz para o robô não seguir caminho por aquele link.

Assim, o link continua na página e direciona o usuário, mas não transmite link juice para a página de destino.

Antes, porém, essa tag não era comum. Por isso, muitos administradores de sites enchiam as caixas de comentários de blogs, fóruns e comunidades com backlinks para as suas páginas, mesmo quando eles não tinham nada a ver com o conteúdo. Muita gente ainda pensa que isso funciona, mas acaba apenas prejudicando sua reputação na web.

Então, por que trouxemos isso como uma dica de SEO off page? Porque promover os seus conteúdos em diferentes canais ajuda a aumentar o tráfego e a visibilidade das páginas.

E, quanto mais movimento, mais chances de elas receberem backlinks “dofollow” em outras páginas.

Mas, para isso acontecer, você precisa participar de fóruns e comunidades dentro da sua área de atuação e contribuir com comentários que agreguem valor ao público.

Sobre as redes sociais, ainda há muita polêmica: será que o compartilhamento de links por lá transmite link juice? O próprio Google já explicou que não.

De qualquer forma, divulgar seu conteúdo nas redes sociais também ajuda a gerar tráfego e visibilidade para as suas páginas.

 

O que não fazer no SEO off page?

Desde o lançamento do PageRank, o SEO off page foi marcado pelo black hat. Embora o Google trabalhe constantemente para acabar com essas práticas, elas continuam existindo e parece que trazem resultados. Porém, logo o Google percebe a fraude e rebaixa (ou até elimina) o site no ranking.

Então, vale a pena apontar as práticas que ainda são aplicadas no SEO off page, mas que hoje representam apenas erros de link building.

Esquemas de compra ou troca de links

Qualquer tipo de esquema de compra ou troca de links que tente manipular o algoritmo é condenado pelo Google. O buscador consegue perceber quando há um ganho excessivo de backlinks em pouco tempo e penaliza os sites que adotam esse tipo de prática.

Alguns exemplos desses esquemas são as “fazendas de links” (ou link farms), que consistem na criação de sites apenas para inserir links, e as redes PBN (Private Blog Network), que são blogs que trocam links mutuamente.

Talvez você esteja em dúvida se guest posts e publieditoriais (posts patrocinados em blogs) são penalizados pelo Google. Mas isso só acontece se você adotar essas estratégias em excesso sem pensar no usuário e, assim, chamar a atenção do buscador. 

Por outro lado, se você fizer publicações relevantes para os visitantes daquele site e inserir os backlinks no contexto, as menções vão crescer naturalmente, e o Google vai perceber o valor do seu conteúdo.

Spam em comentários de blog

Comentar em blogs com o link do seu site pode ser uma boa ideia se você realmente trouxer alguma informação de valor. Mas, como dissemos, esse link é “nofollow”, e não passa link juice — trata-se apenas de construir relacionamento e gerar tráfego.

Ainda existem muitos administradores de sites que comentam insistentemente em blogs apenas para inserir links por lá. Isso não tem qualquer efeito para SEO e ainda prejudica a sua reputação.

O Google também pode perceber essa prática e penalizar as suas páginas. Então, não faça isso, ok?

Sitewide links descontextualizados

Sitewide links são aqueles links que estão localizados no cabeçalho ou no rodapé e, por isso, aparecem em todo o site.

Muitos administradores de sites acreditam que, por estarem em todas as páginas, eles seriam uma forma de conquistar vários backlinks rapidamente.

Por isso, inserem vários links com palavras-chave no texto-âncora, inclusive de sites parceiros, para melhorar o ranking das páginas citadas.

Porém, o próprio Google já esclareceu que sitewide links contam como apenas um link. Então, não adianta insistir com vários links por ali — essa prática, aliás, pode ser vista como black hat pelo buscador.

No cabeçalho e no rodapé, o Google aceita apenas links que costumam aparecer ali (para os termos de privacidade, para páginas internas ou para o designer do site, por exemplo).

 

4 ferramentas de SEO off page para impulsionar suas estratégias

Ferramentas são necessárias para monitorar os backlinks, identificar links quebrados, analisar possíveis parceiros de link building, entre outras demandas do SEO off page.

Conheça a seguir as principais ferramentas que vão ajudar você nessas tarefas!

1. Google Search Console

Google Search Console é o seu grande parceiro no SEO. É uma ferramenta gratuita do Google que funciona como uma ponte entre o seu site e o buscador.

Em geral, ele ajuda mais para as otimizações on page, mas também é útil para o off page.

É por meio dessa ferramenta que você pode, por exemplo, fazer a rejeição desses links. Isso pode ser feito com ajuda do SEMrush e Screaming Frog.

É por ela também que você fica sabendo se recebeu alguma penalização ou notificação devido a alguma prática de black hat.

2. Majestic

Majestic é uma ferramenta focada na análise dos backlinks de um site e é bastante conhecida no mercado.

A versão gratuita já apresenta várias informações interessantes. Basta inserir a URL que você deseja analisar para saber o número de backlinks para o site, a quantidade de domínios que direcionam para ele, a pontuação de qualidade dos backlinks, os principais textos-âncora utilizados, entre outros dados valiosos.

Para receber um relatório mais completo, existem planos pagos a partir de U$ 49,99 mensais.

Majestic

3. Ahrefs

O Ahrefs também é focado em SEO off page e é bastante utilizada no mercado. Você pode obter relatórios sobre palavras-chave, comparativos com concorrentes, backlinks para o seu site e posicionamento na SERP.

Um dos recursos mais interessantes é o Content Explorer, que permite explorar sites de destaque em determinada palavra-chave para identificar oportunidades de parceiros para link building.

Essa ferramenta, porém, não tem uma versão gratuita. Para obter esses dados, é preciso adquirir um dos planos a partir de U$ 99 por mês.

Ahrefs

4. Moz Link Explorer

Link Explorer é uma ferramenta gratuita da Moz. Ela permite pesquisar as informações sobre qualquer URL e obter dados sobre backlinks, concorrência, links quebrados, textos-âncora e oportunidades de link building.

Além disso, a ferramenta apresenta as métricas exclusivas de Domain Authority e Page Autohority, que estimam a autoridade de um domínio ou de uma página sob uma visão muito próxima à do Google.

A Moz oferece dados ainda mais completos na versão Pro (a partir de U$ 99 por mês), que inclui muitas outras análises de SEO, tanto on page quanto off page.

Moz Link Explorer

Então, está claro que SEO off page não pode ficar de fora das suas estratégias de otimização, não é? Por serem mais complexas e não estarem sob total controle dos sites, essas estratégias são deixadas de lado muitas vezes. Porém, justamente por esse motivo, elas podem ser o grande diferencial do seu site para ficar à frente dos seus concorrentes!

Agora, para ter uma visão completa das estratégias de otimização, baixe o nosso guia completo sobre SEO e conquiste as primeiras posições do Google!

SEO off page: o que é e como fazer uma otimização que gera resultados publicado primeiro em https://rockcontent.com/