sábado, 29 de fevereiro de 2020

Internet uma Opção de Trabalho

Como a Internet pode ser uma Opção de Trabalho.

Trabalhe online

Já se foi o tempo em que a Internet servia apenas para se consultar ou buscar algum assunto. Buscadores famosos como o Cadê, Alta-Vista entre outros nem existem mais, e redes sociais se multiplicam, morreu o Orkut e o Facebook reina absoluto,  opções de trabalhar com a Internet explodiram e muitos empreendedores vivem do trabalho Online.

Existem várias formas de se trabalhar online, dentre elas destaco o trabalho de Afiliado, que vem a ser um trabalho de divulgação de produtos digitais (infoprodutos) destinados a milhares de nichos distintos, cada venda realizada pelo afiliado ele recebe uma comissão pela mesma. Trabalhar como Afiliado é em geral a porta de entrada para quem decide empreender na Web.

Como Funciona o mercado de Afiliado?

O trabalho como afiliado inicia ao se efetuar um cadastro em uma das tres principais plataformas de Marketing digital existentes; HotmartMonetizze e Eduzz e feito isso voce procura um produto e solicita sua afiliação, quando aprovada voe terá acesso aos seus “links de afiliado” os quais fará a divulgação e através deles serão feitas as suas vendas e o recebimento das comissões.

A divulgação desses links normalmente é feita através de Blogs, canais do Youtube e em diversas redes sociais, como Instagram, Twitter, Pinterest, Google+ etc.. É preciso entender que apenas divulgar seus links aleatoriamente não lhe trarão resultados e muito menos vendas.

É preciso estudar o nicho escolhido, selecionar um bom produto, que tenha temperatura alta (no exemplo da Hotmart) analisar bem a pagina de vendas do produto, conferir a aceitação dele junto aos clientes e as avaliações feitas.

Após isso você precisa criar uma estrutura profissional para divulgação dos seus links, pois se optar em trabalhar e ganhar dinheiro na Internet o profissionalismo deve existir, não divulgue links apenas por divulgar.

Faça um blog ou site e aborde o assunto dentro do nicho escolhido! Por exemplo, se decidir trabalhar dentro do nicho de emagrecimento, aborde assuntos dentro deste universo, como; Alimentação saudável, dietas, exercícios físicos, vida saudável e dentro do assunto de forma natural ofereça o produto divulgado através dos seus links.

Se for atuar em nicho de Jogos por exemplo se afiliando a métodos de como jogar na lotofacil, apoie sua divulgação em videos do Youtube que é uma das melhores fontes de trafego existentes e criar um canal é primordial.

Como divulgar Corretamente seus Links de Afiliado.

Falei da importância de se divulgar corretamente seus links de Afiliado, divulga-los através de um Blog é a maneira mais segura e rentável, explico. Divulga-los em redes sociais é importante mas não deve ser a unica forma de trabalhar como afiliado divulgando produtos, pois as redes sociais tem regras que mudam constantemente.

Ou seja, você cria uma fan-page para divulgar produtos dentro do nicho escolhido, começa a fazer anúncios dentro do Facebook por exemplo, essa importante rede social muda as regras para anúncios e de uma hora para outra suas conversões caem e sua renda simplesmente desaparecem. O mesmo pode ocorrer com Youtube ou outro canal.

Agora com o blog as regras são suas, pois não vai depender de ninguém para manter no ar, apenas de você e do conteúdo que disponibilizar, por isso é importantíssimo criar conteúdos que sejam reais e que tragam benefícios a quem for visitar seu blog ou site, se os que escrever não tiver relevância as pessoas simplesmente vão embora e não voltam!

Um bom conteúdo fideliza as pessoas, mas não é somente isso que segura seu avatar (cliente em potencial) é interessante criar o que se chama de “isca digital” algo como um e-book por exemplo, o qual você oferece ao visitante do seu site em troca do e-mail dele, ao conseguir o e-mail do visitante, passamos a ter um “relacionamento” com o avatar e através de um trabalho de e-mail marketing pode-se continuar oferecendo produtos.

Importante dizer que contratar um bom serviço de e-mail marketing é fundamental. Existem serviços gratuitos, pode-se até começar com eles mas a primeira oportunidade você tem que investir um pouco se desejar ganhar dinheiro Online profissionalmente. Numa próxima postagem vou falar sobre como montar um Blog.

 Artigo Publicado Primeiramente em:  http://thorpandmcandrew.com/internet-uma-opcao-de-trabalho/

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Superando Barreiras no Marketing de Afiliados

Superando Barreiras no Marketing de Afiliados

Tempo de leitura: 4 minutos

Barreiras a serem enfrentadas quando se quer Trabalhar Como Afiliado

Mesmo quem já está obtendo resultados trabalhando como Afiliado, mas principalmente quem ainda está começando a empreender nesse negócio, já passou, está passando ou passará por algum problema.

São diversas as barreiras que se apresentam em…

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Superando Barreiras no Marketing de Afiliados publicado primeiro em https://rendalivreonline.com

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Passado, presente e futuro: a evolução do Marketing de Conteúdo

Passado, presente e futuro: a trajetória do Marketing de Conteúdo

O Marketing de Conteúdo surgiu como uma forma mais humana e menos incômoda de chegar até os clientes.

Com conteúdos educativos e uma jornada do cliente bem definida, a estratégia usa da internet para se conectar com pessoas que buscam soluções para dores que enfrentam no dia a dia.

E essa mentalidade — de resolução dos problemas, ao mesmo tempo que constrói a ideia da marca na cabeça dos leitores — é usada desde os primeiros relatos de Marketing de Conteúdo existentes.

Seja no longínquo ano de 1900, no já conhecido caso do Guia Michelin, seja com o livro de receitas da gelatina Jell-O, em 1904, a estratégia de educar os leitores até que eles estejam maduros suficientes para serem apresentados a sua empresa traz resultados.

Mais do que conhecer do passado, é importante entender onde a estratégia está no presente e até que ponto ele pretende chegar no futuro.

Pensando nisso, trouxemos aqui um trecho do conteúdo “Do passado ao futuro do Marketing de Conteúdo”, presente na Rock Content Magazine 3ª edição.

E, para ficar por dentro de todas as tendências chanceladas, inclusive pelo CEO da Rock Content, Diego Gomes, basta que você faça o download ao final do conteúdo.

Boa leitura!

A evolução do conteúdo

Muita coisa mudou desde que o primeiro blog entrou no ar. Antes, bastava repetir as palavras-chave de forma aleatória no texto para que o Google o encontrasse.

Depois de diversas alterações no algoritmo do buscador, o resultado das pesquisas passou a privilegiar artigos que têm consistência, o que beneficiou o aprendizado do usuário.

Nesse caminhar nada lento, percebemos rapidamente que no mundo digital as interações humanas são raras. Ainda em 1999, por causa do software WebEx Meeting Center, os webinars ganharam vida para tentar suprir a falta de contato próximo.

Um ano depois, as primeiras redes sociais chegaram. Esses lugares digitais, ainda pouco habitados, eram ocupados por pessoas que estavam aprendendo de uma forma incipiente a lidar com o virtual.

Esse começo, mesmo que um pouco bronco, tinha um aspecto que hoje várias marcas tentam recuperar de uma forma ou de outra: a autenticidade.

Interagir com posts divertidos e comentários hilários não basta e não há uma fórmula simplista para gerar engajamento. Olhar para algumas marcas podem dar insights valiosos, como a Netflix, com sua voz autêntica, cheia de personalidade e coragem de se posicionar.

Marco Tulio Kehdi, Founder, COO & HR Director da Raccoon — agência premiada duas vezes pelo Google —, acredita que a maneira como os usuários utilizam os canais está sempre mudando. 

“As pessoas são mais participativas nas redes sociais. Por isso, é fundamental construir publicações que valorizam esse comportamento, como enquetes e campanhas que incentivam marcações de amigos. As plataformas também entendem a tendência e, provavelmente, teremos cada vez mais opções que facilitam essa estratégia”.

O RBIP (Raccoon Business Influencer Program) é uma das ações mais recentes que a Raccoon está trabalhando. A ideia consiste em posicionar uma personalidade-chave da empresa como referência em temas de alto valor corporativo. 

Como principal canal, eles utilizam o perfil pessoal do LinkedIn desse influenciador. De acordo com Túlio, a ação é muito representativa em termos de engajamento para os clientes do setor B2B.

As formas de engajamento não param de crescer

Quando Seth Godin desenvolveu um dos e-books mais populares de todos os tempos no ano 2000, e o distribuiu gratuitamente, não esperava o sucesso do material.

O arquivo teve mais de um milhão de downloads e foi responsável por criar um novo formato de conteúdo para as marcas explorarem — assim como as newsletters, white papers e e-books são ótimas ferramentas para atrair leads.

Embora seja um meio eficaz, conteúdos ricos enfrentam um desafio à medida que o marketing evolui. A quantidade de informações apenas aumenta e a maneira como o usuário interage com o conteúdo online mudou drasticamente.

Em contramão, o crescimento no número de vídeos não tira a hegemonia do YouTube, plataforma criada em 2005. O formato audiovisual é o terceiro modelo de conteúdo mais utilizado pelas empresas. Por isso, diversas iniciativas acerca dos vídeos têm sido colocadas em prática.

Com o volume dos blog posts e outros conteúdos populares, não demorou para que a Hubspot desenvolvesse o conceito de Inbound Marketing. A ideia de 2006 se popularizou em 2009, com a publicação do livro “Inbound Marketing: seja encontrado usando o Google, a mídia social e os blogs”, de Brian Halligan e Dharmesh Shah.

O conceito também abriu portas para as newsletters. Em quinto lugar entre os formatos de conteúdos mais utilizados, elas são uma prova de amor no que diz respeito ao engajamento. Há quase 15 anos as listas frias começaram a ser revistas e o relacionamento com os leads pelo e-mail ganhou mais força.

Outro fato que interferiu muito no engajamento dos conteúdos e na experiência que o usuário tinha com eles, foi o lançamento do primeiro iPhone, em 2007. A forma como consumimos conteúdo passou a caber na palma da mão e as empresas se viram forçadas a se reinventar.

O investimento em apps não para de acontecer e não à toa o Google classifica os sites otimizados para celular com resultados mais altos. No fim de 2018, as vendas mobile cresceram 82%, segundo levantamento da Rakuten Digital Commerce.

Ainda no universo do Marketing de Conteúdo, outras formas de texto, que extrapolam o verbal, ganharam mais força. Os textos visuais — fotos, ilustrações, infográfico — andam lado a lado com as palavras e são pontos importantes para o ranqueamento de um artigo nos resultados de pesquisa.

Se o Google Imagens foi criado pela alta procura de um vestido Versace usado por Jennifer Lopez, hoje empregar de uma forma inteligente as imagens que rondam o mundo virtual nos conteúdos aumenta a probabilidade do buscador e plataformas semelhantes colocarem o link de uma página mais perto do topo.

Algo similar acontece com os infográficos. Muito úteis para enriquecer o conteúdo escrito, compartilhar nas redes sociais, gerar leads ou fazer link building, eles ganharam uma enorme popularidade nos últimos anos, principalmente a partir de 2011, quando as buscas pelo tema aumentaram cerca de 800%.

Ranking das melhores táticas de marketing:

Conteúdos que importam

Em um mundo que se amontoa em dados e informações, os conteúdos precisam ser importantes para aquelas pessoas que os procuram.

Os estudos de caso são uma das formas mais poderosas de prova social para levar alguém a tomar a decisão da compra. Se duas empresas oferecem produtos ou serviços semelhantes, e uma publica a história de como ajudou o cliente a turbinar os resultados, é ela quem ganha do concorrente.

Dar os exemplos é uma forma de convencimento poderosa quando o leitor está inserido em um ambiente que nem sempre valida suas informações. Também por isso, as pesquisas se mantêm como uma fonte valiosa para responder às dúvidas de quem faz buscas na internet.

A Content Trends é prova de que esses estudos são necessários para o processo decisório do gestor. Desde 2015 para cá, somente na Rock Content, foram mais de 20 pesquisas produzidas em diferentes áreas do Marketing Digital e setores do mercado. Por volta de 20 mil pessoas participaram das entrevistas.

O que será do conteúdo?

Para saber quais são as previsões para o Marketing de Conteúdo, faça o download da nossa revista!

Nela, trataremos a temática “Experiência e engajamento: o futuro do conteúdo”, por meio de conteúdos sobre podcasts, user generated content, humanização das marcas, conteúdos interativos e mais.

rock content magazine

Passado, presente e futuro: a evolução do Marketing de Conteúdo publicado primeiro em https://rockcontent.com/

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Como implementar o mindset da Experiência do Cliente na empresa

Como implementar o mindset da Experiência do Cliente na empresa

É fácil encontrarmos dicas e conteúdos sobre estratégias e táticas de negócio focadas em customer centricity.

Na última década, e principalmente no último ano, a temática da Experiência do Cliente saltou aos olhos dos profissionais do Brasil.

Mas pouco se fala sobre o mindset da Experiência do Cliente — que vai muito além de técnicas e métodos isolados. 

Customer Experience (CX) deve ser encarado como parte da cultura, do DNA do negócio. Afinal, o olhar voltado para o cliente não deve partir apenas dos colaboradores da ponta, que estão em contato direto com o público diariamente. E podemos explicar a razão disso de forma muito simples. 

Pense na definição de Experiência do Cliente. Esse conceito se dá pelo conjunto de impressões que seu público possui em relação ao negócio. Essas percepções podem partir, claro, do atendimento, por exemplo.

Porém, também dizem respeito ao produto ou serviço, à interface, à experiência do usuário e por aí vai. Ou seja, em linhas gerais: todos os funcionários estão envolvidos, de uma forma ou outra. 

Mas, então, como é possível implementar o mindset da Experiência do Cliente na empresa? Como tornar os colaboradores engajados com a temática e deixar todos na mesma página quanto ao assunto?

Vamos dar conselhos valiosos, desde os primeiros passos até os pontos que não podem passar despercebidos. Acompanhe!

Quais os primeiros passos para desenvolver o mindset da Experiência do Cliente?

A empresa precisa começar de algum lugar, é claro. Você não pode simplesmente resolver que deseja focar todos os seus esforços no consumidor final se não consegue deixar o seu time alinhado quanto a esse propósito.

Esse é um trabalho duro e coletivo. 

Abaixo, acompanhe os 4 pilares para essa implantação!

1. Essa é uma decisão top down. A liderança precisa dar o exemplo.

A alta liderança da empresa precisa ser um verdadeiro exemplo para o restante dos funcionários. E isso vale para os negócios dos mais variados portes.

De nada adianta desenvolver um time de Customer Success, criar cargos voltados para a Experiência do Cliente e começar a abordar o assunto se não existe uma referência no time. 

É preciso que exista alguém mostre, de forma prática e efetiva, qual o comportamento esperado em uma cultura centrada no cliente. Quais as atitudes mais adequadas? Como agir? O que fazer e perguntar.

Essas e outras dúvidas podem ser naturalmente sanadas pelos funcionários a partir de um bom parâmetro — preferencialmente, dos C-levels. 

2. Aborde o assunto. Sempre que possível.

É fundamental que a empresa e os funcionários passem por um processo de aclimatação. Isso significa que é papel da liderança trazer o conceito de Experiência do Cliente constantemente, por meio de cursos, treinamentos, palestras e o que mais for possível. 

Nesse sentido, uma boa dica é abordar a temática em reuniões semanais, trazendo cases de sucesso e pílulas de conteúdo.

Se a sua empresa não possui esse tipo de encontro regular, crie essa nova rotina! É dessa forma que o time se acostumará com os conceitos e principais questões. Além disso, é um excelente momento para sanar dúvidas. 

Aconselhamos, também, a trazer casos do próprio negócio para essas reuniões. Uma boa prática de atendimento que resultou em uma boa avaliação, uma estratégia do marketing que encantou o público ou mesmo uma funcionalidade nova do produto que partiu do time de tecnologia podem, também, funcionar de exemplo e inspiração. 

3. Metrifique. Tornar o assunto palpável é fundamental. 

Para conseguir acompanhar a performance e os resultados da empresa, nada melhor do que aplicar métricas de Experiência do Cliente.

Indicadores são algo básico para os negócios que estão dando início a um mindset de Customer Experience, porque tornam o retorno dos esforços — ou o ROI, se preferir — mais evidentes. 

Um exemplo comum e, provavelmente, o mais utilizado atualmente, é o Net Promoter Score (NPS). Mas outras métricas que têm seu lugar são o CSAT e o CES. Clique nos links e conheça cada uma a fundo. 

A importância da mensuração dos resultados é muito clara quando pensamos em uma cultura centrada no cliente.

Se o seu consumidor é o foco, ele precisa ser constantemente ouvido — e suas sugestões e considerações precisam ser levadas em consideração. As métricas de Experiência do Cliente tratam exatamente disso. 

Os indicadores que citamos aqui têm como ponto central o feedback. Para contar com o seu time para fazer parte e aprimorar as estratégias de CX, o mindset deve estar focado nas devolutivas do público. Aplicar uma pesquisa de satisfação dos clientes, assim, é um dos passos essenciais. 

4. Transparência é imprescindível. Divulgue tudo.

O quarto pilar da implantação gradual da cultura de CX é a divulgação dos resultados das pesquisas que citamos acima.

Esse é um dos principais fatores de engajamento da equipe em relação às estratégias. Melhor ainda se isso for feito em tempo real. 

Uma alternativa interessante é espalhar televisores pelo escritório que ilustrem o acompanhamento das métricas. Essa visibilidade, assim como sugerimos no último tópico, torna o assunto palpável e visível. 

Não se esqueça: esses são os pilares, os passos básicos para começar a desenvolver uma cultura focada na Experiência do Cliente. Efetivamente, este é um processo progressivo, ou seja, leva tempo. 

Por isso, te aconselhamos a buscar, também, desenvolver e valorizar algumas habilidades nos colaboradores. Vamos a elas? 

Como é, na prática, uma cultura centrada no cliente?

Culturas centradas no cliente funcionam a partir de indivíduos que possuem sinergia, que entendem que todos os profissionais são responsáveis pelas boas experiências do público. Ademais, são também focadas nos processos da empresa, que são a origem dessas experiências. 

Quais são, portanto, as características principais das pessoas que compõem esse time customer centric: 

  • empáticas, acima de tudo. Dispostas a se colocar no lugar do cliente; 
  • motivadas a entregar o melhor atendimento (ou produto do trabalho, no geral) possível; 
  • com vontade de resolver problemas de maneira específica e personalizada, sem templates e respostas-padrão para tudo; 
  • focadas na cultura e experiência, também, no produto em si, sempre priorizando inovações tecnológicas; 

Como implementar o mindset da Experiência do Cliente na empresa publicado primeiro em https://rockcontent.com/

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

SEO Copywriting: passo a passo para potencializar o tráfego do seu blog

SEO Copywriting: passo a passo para potencializar o tráfego do seu blog

Estratégias de atração não são nenhuma novidade quando falamos de Marketing Digital, mas ainda que elas sejam uma escolha, é preciso refinar sua aplicação. Parte disso está relacionado à etapa mais prática do trabalho: a escrita.

Mais do que simplesmente escrever bem é necessário adequar esse conteúdo para a web, e é por isso que SEO Copywriting é tão importante.

Conteúdos para blogs são diferentes, por exemplo, de artigos para revistas ou matérias jornalísticas. No entanto, não se trata só de linguagem, mas também dos meios de veiculação.

Para estar em destaque e realmente atrair tráfego, ou seja, leitores interessados no assunto do qual você trata, é preciso usar técnicas e evitar falhas. Para isso, é fundamental adequar seu conteúdo!

Aqui, falaremos mais sobre:

Saiba mais a seguir!

 

O que é SEO Copywriting e para que serve?

SEO Copywriting é a técnica de desenvolver conteúdos escritos otimizados para mecanismos de busca na web.

Na prática, trata-se de produzir textos para serem encontrados mais facilmente quando alguém faz uma pesquisa em mecanismos de busca, como o Google. Assim, há técnicas específicas para garantir que eles estejam em destaque.

É sempre importante partir do princípio da abordagem, que nesse caso é de Inbound Marketing. A atração é a base do trabalho, ou seja, a ideia é oferecer conteúdo interessante para garantir que seu público-alvo seja atraído.

No caso, esse conteúdo é escrito e vem por meio dos posts para blogs, aí já entrando em uma estratégia dentro da abordagem de atração: o Marketing de Conteúdo.

A relação do Marketing de Conteúdo com SEO Copywriting

Em estratégias de Marketing de Conteúdo, a ideia é manter um blog sobre o tema central do seu negócio, ou que tenha relação direta.

Por exemplo, se você vende produtos veganos, o blog falará sobre o estilo de vida vegano, alimentos desse tipo e tudo mais que estiver relacionado.

A ideia é veicular posts no seu blog que sejam capazes de atrair pessoas interessadas no assunto. A partir daí, seguindo a estratégia de atração, serão produzidos conteúdos de diversos níveis de profundidade.

Assim, é possível gerar tráfego de atração e estimular os leitores a realizar ações específicas, como assinar uma newsletter, informar dados de contato ou, por fim, comprar.

Acontece que, para garantir que esses textos gerem tráfego, é preciso muito mais do que escrever um conteúdo bom e que seja interessante para o leitor. Ele só conseguirá chegar a esse post se houver preocupação quanto à otimização do conteúdo para os mecanismos de busca, como o Google.

A necessidade de se aprofundar e qualificar o conteúdo

É justamente diante dessa necessidade que entra o SEO Copywriting, capacitando aquele conteúdo a estar mais visível. Na prática, as técnicas, que são das mais variadas, fazem com que o post esteja entre os primeiros resultados de uma pesquisa.

Mais do que usar as palavras-chaves com alto número de buscas, é preciso pensar em detalhes mais aprofundados.

Para quem deseja produzir conteúdos e alimentar uma estratégia sólida, é realmente importante dominar os conceitos mais básicos de SEO Copywriting.

As razões para isso são claras e podem ser vistas na Content Trends, pesquisa nacional sobre Marketing de Conteúdo. Entre as empresas respondentes do estudo, 67,3% afirmaram adotar essa estratégia.

Quando falamos em números, é possível perceber que há competitividade na busca por um espaço na primeira página nos resultados de pesquisa. Em meio a tanto conteúdo, é preciso qualificar ao máximo o que você produz, independentemente do assunto.

Há espaço para todos, mas só os melhores ficam no topo e, nesse caso, destacar-se depende de otimizações para a web. É por isso que, para recolher sua fatia de atenção do público-alvo, é fundamental conhecer a fundo as principais técnicas de SEO Copywriting.

 

Como aplicar o SEO Copywriting na sua estratégia?

O SEO Copywriting é um conceito baseado em práticas. Por isso, há uma série de técnicas voltadas para a produção de conteúdo qualificado para a web.

Cada uma dessas orientações, direta ou indiretamente, tem impacto no rankeamento de um conteúdo e na forma como os algoritmos dos motores de busca o reconhecem como relevante.

O trabalho é detalhado e vai desde o título do seu conteúdo até a qualidade do que você apresenta no post. De questões técnicas até o entendimento de como o artigo vai atingir seu público-alvo, tudo faz diferença para produzir um conteúdo que se destaque e esteja otimizado para a web.

A seguir, confira algumas das principais dicas para aplicar SEO Copywriting nos seus conteúdos!

Crie títulos chamativos para seus posts

Imagine a sequência de ações de um usuário na busca por um conteúdo na internet. Ele tem uma dúvida ou uma curiosidade e então faz uma pesquisa no Google usando algumas palavras-chave.

Os resultados sempre vão destacar o título daquele post, ou seja, é a partir daí que o interesse do usuário pelo seu conteúdo vai começar.

título de texto

Quanto mais atrativo for o título do post, maiores as chances de o usuário clicar para consumir o conteúdo. Conseguir bons resultados é mais fácil se você for por estes caminhos:

  • use questionamentos (“Como conseguir um emprego nos EUA?”);
  • faça listas (“Os 10 alimentos mais nutritivos para veganos”);
  • desperte interesse mostrando o valor do conteúdo (“SEO: confira um guia completo sobre como otimizar páginas para motores de busca”).

Use meta description

Além do título, há uma segunda categoria que também ajuda na identificação do usuário sobre a relevância do seu conteúdo: o meta description.

Já reparou naquele texo de duas linhas abaixo do título principal do conteúdo quando você vê os resultados da pesquisa? Além de ser importante para o usuário, ele também é um dos parâmetros de rankeamento mais importantes.

meta descrição

Diante disso, é fundamental que nenhum dos conteúdos que você produzir para a web deixem de ter um meta description.

Nesse trecho o ideal é que você, usando a palavra-chave do conteúdo, detalhe um pouco mais sobre o que o seu post vai falar.

Um bom exemplo, usando o título “Como conseguir um emprego nos EUA?”, seria assim:

“O sonho de viver e trabalhar nos Estados Unidos é possível. Saiba como solicitar seu visto e começar em um emprego legalmente no país.”

Crie um conteúdo realmente relevante

Por mais que haja muitas dicas de SEO e outros detalhes que ajudam a construir um conteúdo certeiro para a web, a nível de captação de tráfego, a qualidade deve ser a prioridade.

Um texto escrito com boas técnicas é capaz de atrair um leitor, mas se ele não é realmente bom, é difícil conseguir o engajamento.

Na prática, isso gera uma queda no tempo de permanência nas páginas, já que o conteúdo é fraco, prejudica o rankeamento, visto que essa é uma métrica considerada pelos algoritmos, e ainda não conquista o público-alvo.

Portanto, o foco deve ser produzir posts que sejam relevantes, cumpram com o que o título promete e, acima de tudo, tenham qualidade no que trazem.

Saiba explorar a palavra-chave naturalmente

Muitos produtores de conteúdo acabam engessando seu trabalho quando se encontram excessivamente presos à necessidade de cumprir com a inserção das palavras-chave. Elas são muito relevantes, mas não podem se tornar uma obsessão.

Quando isso acontece, elas são repetidas de maneira exagerada, além de serem inseridas de maneira pouco natural nos conteúdos.

O ideal é saber trabalhar essas palavras-chave de modo que o leitor nem perceba que houve a intenção de destacar aquele termo de alguma forma.

Além dessa naturalidade, é importante também usar as palavras-chave long tail e head tail de acordo com os termos mais pesquisados. Isso fará diferença para a escolha do termo ideal para dar visibilidade e tráfego ao seu conteúdo.

Aplique a escaneabilidade nos textos

A escaneabilidade é um conceito que tem a função de tornar textos da web mais fáceis de serem lidos.

Além de contribuir para ele ser mais receptivo, há outro ponto bem específico que é levado em consideração: leitores de conteúdos online têm exigências mais específicas, o que requer adequação na hora de produzir os conteúdos.

No geral, a proposta da escaneabilidade é tornar a leitura mais confortável, fluida e interessante.

Por isso, a produção de um conteúdo que segue esse conceito é a garantia de que haverá um engajamento quando o usuário captado no tráfego se sentir satisfeito e ler o post por completo.

Para aumentar a escaneabilidade é necessário recorrer a técnicas, como:

  • usar bullet points ao listar itens;
  • nunca extrapolar 4 linhas em um parágrafo;
  • destacar termos ou trechos importantes em negrito (cuidado para não exagerar!);
  • usar intertítulos com headings menores;
  • alinhar o texto à esquerda;
  • definir o tamanho do conteúdo de acordo com o nível de informação que é oferecido ao usuário.

Use a Indexação Semântica Latente

O Google, na tentativa de entregar conteúdos ainda mais certeiros a quem realiza pesquisas, implementou a Indexação Semântica Latente nos seus algoritmos.

Isso significa que eles serão capazes de identificar termos com relação direta ou sinônimos das palavras-chave que você usar.

Além disso, há outras variações que são consideradas pelo Google. São pequenas mudanças de gênero, número, adjetivos, verbos, entre outros.

Por isso, é recomendado estar sempre atento às possíveis variações que se encaixam na palavra-chave utilizada. Isso ajuda a reduzir a repetição excessiva dela, além de rankear melhor seu conteúdo na web.

Gere interesse com o seu CTA

Se você sabe que CTA é uma abreviação para Call To Action, ou chamada para ação, já consegue entender por que é importante gerar interesse e despertar curiosidade ao planejar esse gatilho.

Se a ideia é estimular o leitor a realizar algo, naturalmente, é preciso que esse CTA seja interessante e motivador, e que antecipe uma possível entrega de algo de valor ao usuário.

Para isso, há diversas técnicas de SEO que vão muito além da escrita, com um jogo de cores, botões de destaque, entre outros. Agora, no que se refere a SEO Copywriting, é fácil utilizar questionamentos e outras técnicas a fim de chamar para essa ação.

Suponhamos que a ideia seja oferecer o download de um ebook. Então alguns bons CTAs poderiam ser:

  • “Baixe o ebook agora mesmo e veja um guia completo sobre a cidade de Nova York”;
  • “Quer saber tudo o que precisa sobre como andar de metrô em Nova York? Baixe nosso ebook sobre o assunto!”;
  • “Quer gastar pouco na hora de comer em Nova York? Baixe nosso ebook e confira as principais dicas de lanchonetes e bares para comer bem sem pagar muito!”.

Saiba agradar algoritmos e pessoas

Quem escreve para a web precisa saber: é preciso agradar algoritmos e também pessoas.

SEO Copywriting nada mais é do que a implementação do conceito que reforça isso, mostrando como é necessário escrever de maneira qualificada para o público-alvo, mas também de forma otimizada para a web.

Só assim é possível encontrar esse leitor com precisão e então gerar valor para ele.

Quando se observa só a parte de otimização, certamente o conteúdo estará exposto ao risco de ser artificial, com uma linguagem pouco compreensiva e forçado em alguns pontos.

Acima de tudo, é importante que ele se comunique bem com quem vai ler. SEO Copywriting é a etapa que vai torná-lo pronto para rankear bem e ser encontrado por quem o busca!

Você pode se interessar por esses outros conteúdos
👉 SEO on page: o guia completo para você começar agora
👉 SEO off page: o que é e como fazer uma otimização que gera resultados

 

Quais erros devem ser evitados?

Se dicas de aplicação de SEO Copywriting são importantes, é fundamental também pontuar alguns erros na produção de conteúdo para web que podem prejudicar sua estratégia.

Entre os principais, sejam na otimização, sejam na hora de redigir o conteúdo, estão estes:

  • prejudicar o entendimento do trecho só para encaixar uma palavra-chave;
  • usar apenas palavras-chave head ou long tail, sem saber mixá-las;
  • fazer uma pesquisa de palavra-chave superficial;
  • produzir um conteúdo sem pensar na perspectiva do usuário ao ler o post;
  • não se manter fiel ao que é proposto no título do conteúdo;
  • gerar conteúdos apenas pensando em palavras-chaves, mas sem um trabalho de planejamento sobre como ele pode ser desenvolvido para engajar;
  • deixar de se manter atualizado quanto às tendências de SEO e os novos parâmetros de rankeamento dos algoritmos do Google.

Um trabalho contínuo de potencialização do tráfego para blogs é uma necessidade básica para qualquer estratégia de Marketing de Conteúdo.

É sempre possível melhorar seus posts, tornando-os mais atrativos e certeiros no que diz respeito ao rankeamento. O SEO Copywriting é um dos caminhos para conseguir resultados cada vez melhores!

Aproveitando o assunto, confira nosso ebook sobre copywriting e descubra os mistérios dos textos que convertem!

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SEO Copywriting: passo a passo para potencializar o tráfego do seu blog publicado primeiro em https://rockcontent.com/

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Como encontrar e vender para early adopters

Como encontrar e vender para early adopters

Você é do tipo de consumidor que quer ser o primeiro a experimentar um lançamento ou prefere esperar outras pessoas aprovarem o produto para só depois comprar?

Se você se identifica com a primeira opção, então você é um dos early adopters do mercado!

Os early adopters não têm medo de se jogar nas novidades: logo que um produto é lançado, eles são os primeiros a comprar.

Já os demais consumidores, que querem mais segurança na hora da compra, aguardam as impressões dos early adopters antes de apostar em uma inovação.

Percebe como esse tipo de consumidor tem um grande poder de influência? É por isso que as estratégias de marketing e de vendas precisam olhar com atenção para esse público.

Neste artigo, vamos entender melhor:

Siga conosco para saber tudo!

 

O que são early adopters?

Early adopters são os adotantes iniciais de uma inovação, responsáveis por alavancar o sucesso de um novo produto ou serviço

Eles são dispostos a experimentar novidades, mesmo diante do risco de comprar um produto que ainda não foi aprovado pelo mercado e que pode ainda não ter sido totalmente desenvolvido.

No entanto, o risco vale a pena para ser um dos primeiros privilegiados a ter acesso à inovação e poder influenciar a decisão dos demais consumidores.

Esse termo surgiu a partir dos estudos de Everett Rogers, um dos pesquisadores mais renomados na área da inovação.

Intrigado com o sucesso de produtos inovadores, o professor universitário queria entender o caminho que eles percorriam até conquistarem o mercado.

Então, lançou o livro “The Diffusion of Innovation”, em 1962. Nesta obra, Rogers lança a teoria da difusão de inovações, segundo a qual uma nova ideia, um novo produto ou um novo comportamento se consolidam na sociedade após passar por diferentes segmentos de público.

Os early adopters, então, seriam aqueles consumidores que impulsionam a adoção da inovação, que só então se enraíza no meio social.

O modelo que ele propõe é sintetizado nesse gráfico:

gráfico early adopters

Esse modelo divide os segmentos sociais em cinco grupos, conforme o seu tamanho e o tempo que levam para adotar uma inovação. São eles:

  • inovadores (innovators);
  • adotantes iniciais (early adopters);
  • maioria inicial (early majority);
  • maioria tardia (late majority);
  • retardatários (laggards).

No mercado de consumo, funciona assim: depois de o produto ser lançado, ele é conhecido apenas por um pequeno grupo de inovadores. Geralmente, são especialistas ou aficionados por tecnologia, que gostam de explorar novidades do mercado. Com eles, a inovação decola lentamente.

Então, os early adopters formam um grupo maior de primeiros consumidores a adquirirem o produto, mesmo ainda em um ambiente de incertezas — afinal, pouquíssima gente sabe se aquele produto realmente é bom, se vai dar certo, se tem um preço justo.

Se tratando de inovação, muitas vezes o mercado sequer entende para que ele serve e quais necessidades pode resolver.

São esses primeiros adotantes, portanto, que alavancam o lançamento de um produto inovador para torná-lo capaz de transformar o status quo.

A partir deles, os demais consumidores têm mais segurança para adotar a inovação. Então, com base nas primeiras impressões dos early adopters, a maioria inicial (ou early majority) começa a adquirir o produto. Assim, ele começa a se expandir no mercado.

Depois deles, o produto finalmente se consolida no mercado com a maioria tardia (ou late majority). Esse segmento não gosta de se arriscar nas novidades, prefere ficar na sua zona de conforto, mas também não quer ficar para trás.

Por isso, demora um pouco para adotar a inovação, mas acaba se rendendo quando percebe que está ficando desatualizado.

Por fim, um grupo menor de retardatários é o último segmento a adotar a inovação — que, a essa altura, já provocou transformações nos hábitos sociais. Esse grupo prefere as soluções tradicionais às quais já está acostumado e resiste a comprar novos produtos.

Isso só acontece quando não há mais como escapar — só aquele produto pode resolver sua necessidade.

Quer um exemplo de como isso acontece com um produto real? Pense no iPhone — já que a Apple é conhecida pelo poder de inovação.

Quando o iPhone foi lançado, aficionados por tecnologia já estavam de olho no que Steve Jobs lançaria. Mas foi o evento de lançamento, em 2007, que movimentou os early adopters: eles precisavam experimentar aquele aparelho que prometia colocar tudo na palma da sua mão — mesmo que pagassem caro por isso e que o produto não estivesse totalmente finalizado.

Eles foram responsáveis, então, por experimentar o smartphone e lançar suas impressões para os demais consumidores.

Aquele produto era diferenciado! Então, a maioria inicial passou a trocar seus aparelhos de celular pelo iPhone em busca dos seus benefícios.

Alguns ainda resistiam, talvez pelo preço, talvez pelo apego aos seus hábitos. Mas o iPhone passou a se destacar no mercado de dispositivos móveis e angariou uma legião de fãs e defensores. A maioria tardia, portanto, não podia ficar para trás.

Aqueles usuários de Blackberry e Windows Phone, porém, ainda resistiram. Era inegável que o lançamento da Apple apresentava tecnologia, design e desempenho superiores. Não havia mais como evitar — o iPhone havia dominado o mercado.

 

Por que vender para early adopters é diferente?

Lançar um produto inovador é um desafio. Afinal, ele ainda precisa ser conhecido pelos consumidores, evidenciar o seu propósito e se propagar em um mercado ainda desconhecido até começar a dar lucro para o negócio.

É por isso que o grupo dos early adopters cumpre uma função estratégica no marketing: eles abrem o caminho para a conquista do mercado.

Ao se disporem a experimentar uma inovação, eles potencializam a divulgação do produto, geram segurança para os demais consumidores e dão acesso a um mercado mais amplo.

Além de impulsionar as vendas, esse segmento geralmente está disposto a compartilhar suas opiniões e colaborar com as marcas. Por isso, eles também ajudam a dar feedbacks cruciais para as empresas testarem o mercado e aprimorarem seus produtos antes de alcançarem um público maior.

No caso das startups, o lançamento do Mínimo Produto Viável (MVP) é uma etapa essencial do desenvolvimento do produto.

Nesse estágio, um grupo de early adopters costuma ser abordado pela empresa para ajudar a testar o produto e dar feedbacks para aprimorá-lo, antes de alcançar um mercado maior.

Agora, vamos entender quais são as características dos early adopters que os diferenciam dos outros consumidores e que influenciam na maneira de abordá-los.

Early adopters gostam de novidades

Early adopters são ávidos por inovação. Não há zona de conforto que os prenda — o que eles querem é conhecer as últimas novidades para serem os pioneiros no mercado.

Eles se sentem confortáveis com mudanças, diferentemente da maioria tardia e dos retardatários.

Por isso, as estratégias de marketing e vendas não precisam se preocupar em convencê-los a mudar de hábitos. Eles já estão dispostos a fazer isso!

O que você precisa fazer é mostrar como o seu produto vai trazer valor para a vida deles e solucionar necessidades que eles tenham.

Early adopters são críticos, mas não perfeccionistas

Os early adopters também são bastante críticos. Geralmente, eles acompanham o mercado de tecnologia e inovação, sabem das últimas tendências e têm discernimento para avaliar os pontos positivos e negativos de uma solução.

Por isso, eles são estratégicos no desenvolvimento de produtos. Eles são capazes de fornecer feedbacks valiosos, com detalhamentos que não seriam possíveis sem a sua percepção.

No entanto, eles não são perfeccionistas. Você não precisa se preocupar em entregar para eles um produto finalizado, desde que consiga mostrar a sua relevância — aliás, esse é o propósito do MVP das startups.

Eles já sabem que podem encontrar algumas falhas, mas, se acreditarem na solução que o produto oferece, estão dispostos a contribuir para corrigi-las.

Você sabia, por exemplo, que o iPhone foi lançado sem sequer fazer uma ligação com perfeição?

No entanto, o produto conseguiu evidenciar o seu valor para os early adopters, que impulsionaram as vendas no mercado.

Early adopters são sociáveis e formadores de opinião

Sabe aquele chefe ou colega de trabalho que gosta de aparecer na empresa com as novidades do mercado? E aquele amigo que já virou referência para perguntar sobre os últimos produtos lançados?

Essas pessoas geralmente são early adopters.

Eles gostam de compartilhar suas descobertas: “Ei, olha esse produto incrível que eu encontrei, acho que você deveria experimentá-lo!”.

Assim, eles se tornam formadores de opinião de amigos, familiares e colegas. Na era digital, os early adopters têm ainda mais canais, como blogs e redes sociais, para influenciar as decisões do restante do mercado, inclusive desconhecidos. 

Por isso, eles podem ter acesso a novos produtos não só pela compra por iniciativa própria, mas também ao serem procurados pelas marcas. O marketing pode propor parcerias com grupos de early adopters para impulsionar o lançamento de um produto.

Early adopters são criteriosos e se envolvem com o produto

Os early adopters são bastante criteriosos para escolher quais produtos vão experimentar.

Embora sejam empolgados com novidades, eles precisam perceber o valor da solução, tanto para a sua vida, quanto para os seus círculos de relacionamento.

Afinal, eles são considerados referências; então, devem recomendar produtos que sejam valiosos para a sua audiência. Se não, ficam com a reputação comprometida.

Quando confiam na solução, porém, eles se envolvem com a marca. Eles querem ver o sucesso do produto, por isso colaboram para o seu desenvolvimento, correção de falhas e divulgação.

Eis aí outro motivo para as equipes de marketing proporem parcerias com early adopters: eles podem dizer que foram os pioneiros no mercado e contribuíram para o bom desempenho do produto.

Early adopters correm riscos calculados

Early adopters correm riscos ao adquirir produtos que ainda não foram testados e aprovados no mercado. Mas não pense que eles estão se jogando no escuro. Eles tomam decisões calculadas para dedicar tempo, dinheiro e esforço em um produto ainda rodeado de incertezas.

Para convencê-los de que vale a pena fazer esse investimento, as marcas devem mostrar que não querem usá-los como cobaias.

Em vez disso, devem mostrar a eles os benefícios de adquirir o produto e de contribuir para o seu desenvolvimento.

Também é importante fornecer informações técnicas, mostrar os bastidores da marca, explicar a quem o produto se destina e quais são os planos futuros, de maneira que os early adopters se envolvam e percebam a grandeza do projeto em que estão envolvidos.

 

Como segmentar campanhas para early adopters?

Uma pesquisa da Pew Research Center constatou que 28% dos norte-americanos se consideram early adopters de produtos de tecnologia.

Trata-se de um grupo representativo, não é? Ainda mais se pensarmos no poder desse segmento social em influenciar outros consumidores e alavancar o seu produto no mercado.

Ok, você já entendeu a relevância dos early adopters no marketing. Mas como encontrar esse grupo por aí? Como se comunicar com eles?

É isso que vamos desvendar agora!

Adote uma abordagem personalizada

Os early adopters não respondem às campanhas de marketing voltadas para consumidores em geral. Se você utilizar a mesma abordagem, eles não vão perceber o seu produto como único e não vão confiar na sua solução.

Esse grupo de consumidores precisa ser valorizado. Eles devem sentir que estão sendo convidados para algo especial como pioneiros, para assumir uma grande responsabilidade, que trará um grande impacto para o mercado.

Assim, eles se sentem instigados a experimentar o produto. Além disso, também é preciso explicar aos early adopters o que você espera deles, como especialistas e como influenciadores.

Para isso, é essencial adotar estratégias do marketing one to one. Esse tipo de abordagem fala diretamente com cada consumidor, de maneira que eles se sintam únicos e valorizados pela marca.

Isso pode ser feito com email marketing, com a participação em comunidades e fóruns especializados ou ainda com anúncios não invasivos em sites específicos.

Aborde os early adopters em seus nichos

Os early adopters geralmente já estão inseridos em redes, grupos, comunidades ou fóruns sobre os assuntos que dominam. Na área de smartphones, por exemplo, existem centenas de grupos que se reúnem para conhecer e discutir os últimos lançamentos, principalmente na internet.

Nesses grupos, eles já exercem sua influência e já estão à vontade para falar sobre o assunto. Então, vale a pena mapear os locais em que os early adopters estão presentes, como grupos do Facebook e do LinkedIn, fóruns da internet, YouTube ou até em canais próprios no Slack.

Uma pesquisa do Twitter, por exemplo, mostrou que a rede social é bastante usada pelos early adopters como uma maneira de criar um diálogo contínuo e ativo sobre tecnologia.

early adopters e influencers

Nesses canais, as marcas podem promover o produto diretamente, sempre ressaltando o valor que ele pode oferecer para aquela comunidade. Mas, além disso, pode solicitar feedbacks aos integrantes da rede, que também adoram estar por dentro das novidades do mercado.

Entenda se eles já estão procurando a solução que você oferece

Uma das definições essenciais para fazer a segmentação de campanhas para early adopters é se eles já estão buscando uma solução ou se ainda não sabem o que precisam. É isso que define, segundo David J. Bland, se você deve adotar uma abordagem baseada em “push” ou “pull”.

O autor diz que a abordagem “push based acquistion” é adotada quando o segmento-alvo — nesse caso, os early adopters — reconhece o problema que tem, mas ainda não busca uma solução para ele.

Então, a marca se antecipa para “empurrar” (push) sua proposta de valor e despertar o interesse no produto.

Isso pode ser feito com a segmentação de social ads — Facebook, Instagram, LinkedIn e Twitter Ads, principalmente — com base em interesses e comportamentos.

abordagem push and pull

Já a abordagem “pull based acquistion” é feita quando os early adopters já estão à procura de uma solução para a sua necessidade.

Então, a marca deve “puxar” (pull) os consumidores para a sua proposta de valor e convencê-los de que tem a melhor solução.

Isso pode ser feito com investimento em Google Ads e Bing Ads, por exemplo. Esse tipo de anúncio atinge o consumidor exatamente quando ele está procurando alguma resposta nos buscadores. Assim, a proposta de valor fica evidente.

abordagem push and pull

Portanto, você precisa entender em qual estágio o seu público está em relação ao seu produto. Dependendo disso, você pode utilizar diferentes canais e filtros de segmentação para tornar a comunicação mais precisa.

Interaja com os early adopters para obter feedbacks

Lembre-se de que os early adopters podem ajudar você a melhorar o seu produto. Então, não adianta pensar em uma comunicação de via única. É preciso criar uma conversa entre a marca e o consumidor para que ele compartilhe suas impressões e se interesse pelo crescimento do produto.

No caso do lançamento da Dropbox, por exemplo, Drew Houston (fundador do negócio) perguntou aos usuários do fórum Hackers News o que eles pensavam sobre a criação de um aplicativo de armazenamento que eliminaria a necessidade do pendrive.

Ao ler os comentários, Houston obteve uma percepção geral sobre a receptividade do produto no mercado e coletou feedbacks bastante específicos para melhorar o seu desenvolvimento.

hackers news

Portanto, você já percebeu que os early adopters não podem ficar de fora das suas estratégias de marketing e vendas, não é?

Se eles podem potencializar as vendas de um produto e tornar a inovação mais palpável para todo o mercado, então eles merecem a sua atenção.

Valorize a motivação desse segmento para experimentar novidades e aproveite essa oportunidade para criar defensores da sua marca.

Aliás, você já pensou em utilizar a estratégia de marketing de defensores? Ela pode ser aplicada com os early adopters! Então, baixe agora o e-book gratuito sobre marketing de defensores e entenda como funciona.

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Como encontrar e vender para early adopters publicado primeiro em https://rockcontent.com/

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Como divulgar seu blog: 10 dicas para aumentar o alcance das suas publicações em 2020

Como divulgar seu blog: (x) dicas para aumentar o alcance das suas publicações em 2020

O Marketing de Conteúdo é uma realidade concreta. Na última Content Trends, 67,3% das empresas ouvidas já adotam a estratégia, enquanto 855,8% das que responderam negativamente afirmam que adotarão em breve.

Os números mostram eficácia, mas, ainda assim, pode surgir uma dúvida muito relevante e decisiva: como divulgar blog com eficácia?

Produzir bons conteúdos e abordar temas relevantes ao público-alvo são pontos importantes, mas é fundamental ir além.

Uma estratégia que dê resultados passa por trabalho constante na divulgação, na otimização dos conteúdos para motores de busca, entre outras questões. Posts podem ter o alcance potencializado se o dever de casa for feito!

Neste conteúdo ajudaremos você a potencializar o alcance de suas publicações, atraindo mais tráfego e gerando resultados ainda melhores.

Continue a leitura e entenda como cada item pode ser importante na sua estratégia!

1. Promova guest posts bônus no seu blog

Guest posts são uma ótima estratégia para blogs de pequeno e médio porte que podem ter seu nome associado a outros que têm um ótimo fluxo de visitantes.

A ideia dessa estratégia é dar a um blog visibilidade e, principalmente, credibilidade. Afinal, um blog de grande porte não associaria sua marca a outro se não tivesse certeza de que esse em questão faz um trabalho sério.

exemplo de guest post no blog da rock

A questão é que o guest post por si próprio não garante tanto fluxo de visitantes assim. Muitas vezes, o próprio conteúdo consumido já é suficiente, o que não estimula o leitor a visitar o suposto criador daquele conteúdo como convidado.

No entanto, é possível valorizar essa estratégia ainda mais e, para isso, basta saber desenvolver uma oferta como uma espécie de bônus.

Para isso, basta saber concluir o post de maneira inteligente, deixando um gancho para que o leitor desperte seu interesse por outro assunto que seja complementar ao que foi falando no guest post.

Se você consegue gerar essa sensação de urgência, pode no CTA fazer a indicação como um post bônus para quem leu o conteúdo atual. Isso sim gera o fluxo para o blog desse convidado!

2. Atualize conteúdos antigos

Toda estratégia de como divulgar blog passa por criar bons conteúdos sobre temas atuais que têm alta procura.

No entanto, por que assuntos já antigos e bastante debatidos não podem ser uma boa fonte de tráfego para seu blog? Alguns temas são recorrentes e atemporais, especialmente aqueles que são básicos de alguns campos de trabalho, como o Marketing Digital, por exemplo.

Se o seu blog, independentemente do segmento, tem esses conteúdos, atualize-os! Primeiramente, o ganho principal é com o aumento da qualidade da escrita, dos conceitos, da linguagem e até mesmo dos padrões de SEO.

As otimizações para motores de buscas, inclusive, podem trazer potencialização de posts que já eram dados como velhos e com poucos acessos.

Tente novas abordagens para assuntos obsoletos, atualize temas que passaram por mudanças ao longo do tempo e, principalmente, dê um upgrade em posts relevantes, mas que foram escritos há muito tempo. Vai dar trabalho, mas vai gerar impacto positivo para a visibilidade do blog.

3. Aborde assuntos ainda não falados

A competitividade de um segmento pode resultar em empresas que apostam em estratégias de atração e, na hora de alimentar seus blogs, desenvolverem muitos conteúdos sobre o mesmo assunto.

Não que isso seja errado, até porque é necessário mostrar autoridade em determinados assuntos. No entanto, para se destacar em meio aos concorrentes é preciso fazer diferente.

Nesse caso, estamos falando de abordar temas que nunca foram abordados antes.

Desenvolver conteúdos inéditos sobre determinados assuntos será um desafio, especialmente por faltas de referências, mas dará o destaque e o tráfego único para seu blog.

Se só você falou sobre o assunto, qualquer pesquisa levará ao seu post, especialmente se ele estiver otimizado para o Google.

Por isso, é importante sempre ler blogs de outros países e estar atento às tendências do seu setor, para fazer com que esses assuntos virem pauta. Você também pode entrevistar um especialista para usar de seu conhecimento como fonte.

4. Publique cases de sucesso dos leitores do blog

Credibilidade é algo fundamental às empresas. Se você oferece um serviço e, para ganhar visibilidade, recorre a uma estratégia de Marketing de Conteúdo, seus blogs também podem ser ferramenta de divulgação direta do trabalho.

Nesse caso, estamos falando de cases de sucesso, que podem ser ótimas ideias de conteúdos de fundo de funil, já para quem está na fase de decisão.

cases de sucesso no blog da rock

Esses cases vão detalhar de que forma esse cliente — seja ele uma pessoa física, seja empresa — decidiu recorrer aos serviços da empresa que gerencia o blog em questão.

No post é necessário haver um detalhamento da relação entre companhia e contratante, como foi o processo de uso do serviço ou produto e, principalmente, quais foram os resultados obtidos.

É fundamental deixar claro no conteúdo que a solução foi realmente relevante e trouxe os resultados esperados. A única forma de conseguir mais tráfego e, principalmente, uma avaliação positiva da sua empresa é com um case que realmente foi de sucesso.

As pesquisas sobre o nome da empresa levarão também ao post, ou seja, você entrega a avaliação de um cliente.

5. Ilustre os posts

Entender mais sobre como divulgar blog passa diretamente por saber como eles podem ser potencializados na sua produção.

Conteúdos qualificados, além de serem bem escritos e ricos em informação, também precisam ter apelo visual.

Ilustrações, vídeos, fotos, gráficos e o que mais for possível e necessário para reforçar as ideias apresentadas no texto são recursos muito valiosos.

ilustração de infográfico no post

Os número ajudam a comprovar quando falamos das redes sociais. No Facebook, posts com imagens têm 2.3 mais engajamento, enquanto no Twitter, tweets ilustrados recebem 150% mais retweets.

O público que vai consumir seu conteúdo em posts é o mesmo: pessoas que estão no digital, ou seja, é fundamental enriquecer seu conteúdo com apelo visual.

Use e abuse de recursos como vídeos, screenshots para ajudar a entender sistemas e procedimentos em tutoriais, GIFs e até mesmo os memes!

inserção de vídeos nos posts

Esses por último só se encaixam bem se a linguagem do seu blog for divertida, com um público que receba bem esse tipo de comunicação. Basta respeitar sua estratégia e usar as imagens da maneira certa!

6. Trabalhe na qualidade e profundidade dos posts

Assim como qualquer outro tipo de conteúdo, blog posts que fazem sucesso são aqueles que trazem algo de relevante ao leitor, independentemente se o assunto já foi abordado.

Portanto, se você quer saber como divulgar blog, primeiramente precisa entender que ele tem que ser bom. O que mais gera compartilhamentos é um conteúdo original e qualificado, ou seja, é preciso se dedicar!

Se preocupar com SEO é fundamental, afinal, conteúdos só alcançam seu público-alvo se são adequados para serem potencializados nos motores de busca.

Porém, o fator principal que mantém um leitor entretido e interessado com o post é a sua qualidade. Posts profundos, detalhados, com afirmações embasadas e com conteúdo qualificado é aquele que realmente vai engajar.

Então, se você busca ter mais tráfego, aumentar o tempo de permanência nas páginas, fidelizar seus leitores e, de quebra, conseguir que eles compartilhem seus posts, é necessário criar bons conteúdos. Esse é o ponto de partida de uma estratégia de sucesso.

7. Trabalhe continuamente em SEO no blog

Otimizações para motores de busca, principalmente para o Google e suas constantes mudanças em algoritmos, são uma das grandes preocupações em uma estratégia de conteúdo.

Faz todo sentido colocar SEO como prioridade e, mais do que isso, é fundamental cuidar da continuidade.

Se trata de trabalhar constantemente em melhorias para cada vez mais atender aos padrões de rankeamento. Esse é um trabalho de checagens constante, leitura obrigatória de artigos que falam sobre atualizações dos algoritmos e observar os detalhes em cada post.

Além disso, o blog também precisa sempre passar por análises visando possibilidades de otimização.

Cada post pode conquistar seu lugar na primeira página de resultados do Google, mas isso depende diretamente da forma como eles são escritos e estruturados. SEO é um trabalho minucioso, mas quando falamos de Marketing de Conteúdo, é ele que faz os posts terem visibilidade.

8. Domine as técnicas de SEO Copywriting

SEO Copywriting se trata da técnica de escrever posts voltados para os padrões da web que impactam no rankeamento de posts no Google.

O trabalho dos redatores é uma das etapas fundamentais nessa busca sobre como divulgar blog, já que a maneira como eles redigem os conteúdos impactam em como eles são aceitos pelo usuário.

Há duas perspectivas importantes: o post precisa estar enquadrado em regras de SEO e também deve agradar ao leitor da web.

Para isso, existem alguns pontos muito importantes que devem ser considerados pelo redator.

Quanto ao SEO, parte fundamental do trabalho é explorar adequadamente o uso de palavras-chaves. Uma boa pesquisa ajuda a saber quais termos estão em alta e, ao usá-los, você consegue ter mais visibilidade para seu post em uma busca no Google.

Além disso, há também a necessidade de formatar esse texto de modo que ele seja mais confortável ao leitor. Isso gera engajamento e aumenta a taxa de permanência na página.

Para isso, é fundamental aplicar a escaneabilidade na hora de desenvolver o conteúdo. Esse conceito prega detalhes, como:

  • use bullet points ao listar itens;
  • nunca passe de 4 linhas em um parágrafo;
  • destaque termos ou trechos importantes em negrito (cuidado para não exagerar!);
  • use intertítulos com headings menores;
  • prefira alinhar o texto à esquerda;
  • defina o tamanho do conteúdo de acordo com o nível de informação que é oferecido ao usuário.

9. Otimize os posts para busca por voz

As buscas por voz são uma tendência cada vez mais real e concreta. O Google já apontou que 20% de todas as pesquisas já são feitas por voz , proporção que mostra a força desse recurso.

Entender a razão é fácil, uma vez que os assistentes de voz para smartphones estão cada vez mais potentes e inteligentes. Somar isso ao fácil acesso dos recursos responde esses 20%!

Agora, tudo gira em torno de saber não só se adequar, mas também aproveitar a crescente no volume de pesquisas por voz. É fundamental saber otimizar seus posts e o blog para estarem visíveis à frente dos concorrentes quando a busca for feita por meio desse recurso. Para isso, há alguns pontos que devem ser considerados, como:

10. Compartilhe o posts nas mídias sociais

As mídias sociais são verdadeiras ferramentas valiosas quando falamos em como divulgar blog. A razão é simples: hoje, uma empresa que deseja ter presença digital, precisa estar em todas as plataformas online que façam sentido à sua marca.

Naturalmente, Facebook, Instagram, Twitter, LinkedIn e YouTube são as principais para a maioria dessas companhias.

promoção de posts nas redes sociais

Se você já tem um alcance relevante nessas redes sociais, naturalmente pode usar essa visibilidade para divulgar cada um dos posts que alimentam o seu blog.

É simples: a cada conteúdo postado, você deve indicar esse post em cada uma dessas plataformas. Essa é uma forma de ampliar o alcance de pessoas que podem se interessar pelo conteúdo, que por sua vez ganha em divulgação!

O trabalho pode ser árduo e requer muita dedicação, porém, na prática, não há muitas dificuldades em saber como divulgar blog. Aliar conteúdo de qualidade com técnicas de escrita e o SEO formam a receita do sucesso, sempre com originalidade e um trabalho autoral.

E, se você quer seguir se aprofundando no tema, faça o download gratuito do nosso Guia prático para a divulgação de conteúdos!

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