segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

Como a união entre marketing e código de cultura pode trazer ganhos para a empresa

Como a união entre marketing e código de cultura pode trazer ganhos para a empresa

Marketing é o conjunto de estratégias que uma organização adota para criar, comunicar e entregar valor a consumidores, colaboradores e sociedade em geral, por meio de ofertas de serviços e produtos.

Já o código de cultura apresenta os princípios, valores e crenças que, quando absorvidos pelas equipes de trabalho, norteiam uma organização e embasam as suas decisões.

Ok, mas o que marketing e código de cultura têm a ver? Embora pareçam desconexas, essas áreas interagem entre si.

Juntas, influenciam na maneira como os colaboradores percebem a organização e o mercado percebe a marca e nos resultados que a empresa obtém com isso. 

Quer entender melhor do que estamos falando? Neste texto você verá:

Acompanhe!

 

O que é código de cultura?

Código de cultura ou culture code é a formalização da cultura organizacional, que representa os princípios, valores e crenças que norteiam o ambiente interno de uma empresa.

Ela pode ser documentada em forma de texto, vídeo, slides, infográficos ou qualquer outro formato que seja atrativo e favoreça a apreensão do seu conteúdo.

Esse documento contém os comportamentos e atitudes que a organização valoriza e que devem ser percebidos nos colaboradores para que eles contribuam para o crescimento da empresa.

Esses princípios também podem nortear a contratação de funcionários e a escolha de cliente e parceiros, de maneira que a empresa nutra relações de acordo com seus valores.

No planejamento estratégico de uma empresa, é essencial que ela defina a sua missão, visão e valores.

Essas definições dizem qual é o propósito maior da marca, onde ela quer chegar e quais valores vão guiá-la até lá.

Porém, em muitos casos, missão, visão e valores viram frases esquecidas na parede da empresa ou na página “Sobre nós” do site.

Mas sabe o que pode ajudar a colocar esses planos em prática? O código de cultura, que torna a missão, a visão e os valores mais tangíveis a quem realmente interessa: os colaboradores.

Afinal, são eles que constroem a empresa no dia a dia e traduzem quem a marca é. Portanto, eles precisam entender o que a empresa espera deles para que ajudem a cumprir sua missão — e é isso que o código de cultura pode fazer.

Porém, código de cultura não pode ser algo imposto “de cima para baixo”. Não adianta mandar um e-mail dizendo como a equipe deve se comportar ou fazer uma apresentação de Power Point cheia de frases bonitas, ok? 

Para ser consistente e realmente funcionar, ele deve ser construído em conjunto com os colaboradores e vivenciado no dia a dia, em todas as áreas e equipes da empresa.

Assim, os comportamentos dos colaboradores ajudam, ao mesmo tempo, a definir a cultura organizacional e a colocá-la em prática.

Quer um exemplo bacana de como é um código de cultura?

Aqui na Rock, elaboramos uma apresentação que explica os nossos principais valores e como vivenciamos cada um deles. Basicamente, ele resume quem somos e quem queremos ser.

Outro exemplo bacana é a maneira como a Pixar incentiva uma cultura de criatividade ao estimular relações de honestidade e franqueza e abordar o fracasso de maneira mais aberta. Inspire-se também com esse case.

 

Como marketing e código de cultura se relacionam?

Afinal, o que marketing e código de cultura têm a ver? Parece que a cultura organizacional é apenas uma ferramenta de gestão de pessoas, que não aparece para o público externo, não é?

Só que não é bem assim. Vamos mostrar como esses dois conceitos estão relacionados.

Cultura organizacional representa a essência de uma marca. Seus princípios devem ser promovidos internamente, para integrar os colaboradores, atrair talentos alinhados à cultura e orientar as decisões sem deixar a empresa sair dos trilhos.

Aí está uma das conexões entre marketing e código de cultura: o endomarketing (ou marketing interno).

Essa área do marketing é responsável por criar estratégias voltadas para o ambiente interno com a intenção de melhorar a imagem da marca junto aos colaboradores e aumentar a sua satisfação no trabalho.

Uma das ferramentas do endomarketing é a construção coletiva de um código de cultura coerente com o discurso e o dia a dia da empresa. Dessa maneira, o marketing interno ajuda a consolidar a cultura organizacional.

Ele serve para alinhar os valores da empresa com os valores dos colaboradores, o que aumenta o senso de pertencimento, a produtividade, a motivação e cria um clima organizacional positivo.

Porém, o código de cultura não se volta apenas para dentro — ele também é transmitido para fora e traz benefícios diante da concorrência. De acordo com uma pesquisa da Deloitte, 82% dos executivos entrevistados acreditam que a cultura de uma empresa representa uma vantagem competitiva no mercado.

E você sabe como se chama a transmissão do código de cultura para o público externo? Branding — um conjunto de estratégias de gestão de marca, para transmitir a identidade no mercado e torná-la mais conhecida, admirada e desejada pelos consumidores.

Para isso, o branding deve estar presente nas estratégias de marketing, de maneira que a essência da marca seja transmitida nas peças publicitárias, nos posts de redes sociais e nos vídeos corporativos, por exemplo.

Portanto, a cultura organizacional se traduz na identidade da marca que o marketing transmite para o mercado. E, assim, afeta a maneira como o público externo percebe a marca.

Veja, então, como branding, marketing e código de cultura estão relacionados. Por isso, eles devem estar alinhados para transmitir uma imagem coerente e confiável, tanto interna quanto externamente.

 

Como o marketing pode contribuir para a cultura organizacional?

Se marketing e código de cultura se relacionam, como um pode contribuir para melhorar o outro?

Veja como o marketing pode fortalecer a cultura organizacional de uma empresa e algumas dicas para isso!

O endomarketing deve promover o código de cultura no ambiente interno

O endomarketing é responsável pela gestão da marca no ambiente interno. Então, é seu papel também promover o código de cultura junto aos colaboradores.

Para que o código de cultura não seja mera formalidade e fique esquecido, o endomarketing deve criar oportunidades para relembrar os colaboradores sobre os princípios que norteiam a empresa.

Para isso, é preciso utilizar as ferramentas de comunicação interna, cujo papel é transmitir informações relevantes e estratégicas no ambiente corporativo.

Entre essas informações, está o código de cultura.

Isso pode ser feito por meio simples e-mails utilizando uma linguagem alinhada ao perfil da marca, um grupo de Facebook que sirva para compartilhar links e notícias ou eventos internos que reforcem os valores da cultura organizacional.

newsletter da rock

Relembrar os princípios do código de cultura é especialmente importante em tempos de trabalho remoto.

Sem o convívio diário e a interação presencial entre os colaboradores, esses princípios podem se perder.

Então, é função do endomarketing promover a integração desses colaboradores e relembrar os valores periodicamente.

O marketing deve disseminar os valores da marca no mercado

Um dos papéis do marketing é tornar o branding tangível por meio de suas ações. Quando uma marca cria um anúncio de jornal, faz um post no Instagram, desenvolve um novo produto ou atende um cliente, ela transmite os valores da marca — seja por meio do texto, seja pela composição visual, seja pelas cores, seja até mesmo pelo que está nas entrelinhas.

Os posts nas redes sociais da Netflix, por exemplo, evidenciam que os valores da marca envolvem originalidade, criatividade e diversão. O tom de voz utilizado consegue envolver o público e aproximá-lo da marca.

Vale lembrar que branding e código de cultura devem estar alinhados para construir uma identidade forte para a marca.

Portanto, quando o marketing transmite os valores da marca para o público externo, ele também está ajudando a consolidar a cultura organizacional.

Para que esse alinhamento seja ainda mais firme, é interessante integrar os colaboradores nas estratégias de marketing. Você pode, por exemplo, convidá-los a escrever textos para o blog, fazer entrevistas com eles e integrá-los no Marketing de Conteúdo.

Assim, a cultura organizacional aparece ainda mais claramente nas ações para o público externo.

O marketing faz atrair talentos alinhados ao código de cultura

Ao disseminar a cultura organizacional externamente, o marketing deixa claro quem a marca é.

Assim, funciona também como uma ferramenta de recrutamento, capaz de despertar o desejo de trabalhar naquela empresa e atrair talentos que estejam alinhados ao código de cultura.

Isso é essencial para fortalecer a cultura organizacional internamente. Digamos, por exemplo, que o código de cultura de uma empresa valorize pessoas que tenham iniciativa própria para resolver problemas.

Então, ao atrair profissionais com esse comportamento, o perfil da equipe vai se consolidando naturalmente, em alinhamento ao que a empresa deseja para a sua cultura.

Atrair profissionais com fit cultural também é um caminho para reter os talentos na empresa e reduzir o índice de turnover.

Afinal, os contratados se sentem mais à vontade em um ambiente corporativo alinhado aos seus valores, com equipes coesas em suas visões. Com isso, aumentam também a satisfação, a produtividade e a motivação com o trabalho.

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👉 Inclusão de pessoas com deficiência: como incentivar o mercado

 

Como a cultura organizacional pode contribuir para o marketing?

Por outro lado, a cultura organizacional também pode ajudar a fortalecer as estratégias e ações do marketing.

Quer saber como isso pode acontecer na sua empresa? Acompanhe agora para entender!

A cultura organizacional mostra que o marketing não é só discurso

No mercado atual, os consumidores exigem transparência e coerência das empresas. Grande parte deles não se importa mais apenas com preço ou conveniência, por exemplo — importante também é saber de onde vêm os produtos, como funcionam os processos das empresas e quais valores norteiam as suas ações.

Por isso, não basta mais dizer nos posts do Facebook que é a favor da diversidade, se na sua equipe não tem pessoas de diferentes etnias, crenças e orientações sexuais, por exemplo.

Não adianta dizer que você defende a sustentabilidade, se os processos internos desperdiçam materiais e não respeitam a natureza. Para os consumidores, isso é apenas discurso para vender mais.

O que mostra que o marketing não é apenas discurso é a cultura organizacional. Se os valores que a marca propaga externamente — a diversidade e a sustentabilidade, por exemplo — estão expressos no código de cultura, então ela é coerente e ganha a confiança do público.

Se a empresa defende a diversidade, ela transparece esse princípio nas suas ações de marketing, ao promover campanhas contra homofobia e racismo, por exemplo. Mas também concretiza esses valores nos processos internos, com a contratação de pessoas negras, gays, transexuais e com deficiência ou com a criação de grupos de discussão sobre inclusão, por exemplo.

Dessa forma, marketing e código de cultura transmitem uma imagem coerente da marca, tanto interna quanto externamente, mas especialmente para o público externo, que deseja saber mais sobre os bastidores das empresas para saber se podem confiar nelas.

Uma equipe coesa gera mais resultados para o marketing

O código de cultura deve ser absorvido e vivenciado por todas as áreas e níveis da empresa. Portanto, a equipe de marketing também está imersa na cultura organizacional, segue os mesmos princípios e compartilha dos mesmos valores.

Nesse clima de integração, os colaboradores se sentem muito mais à vontade para contribuir, trocar ideias com os colegas e até criticar quando percebem algo que pode melhorar.

Esse ambiente de colaboração é essencial para o crescimento da empresa e para a inovação nas estratégias.

Além disso, também contribui para a produtividade dos colaboradores. Uma equipe coesa cria harmonia e aumenta a motivação para o trabalho.

Assim, o marketing tende a conquistar muito mais resultados, já que cria estratégias inovadoras e tem mais eficiência para gerar resultados.

Portanto, marketing e código de cultura trazem ganhos para as empresas quando estão alinhados entre si e representam valores vivenciados no dia a dia.

Os consumidores valorizam empresas que têm princípios consolidados e semelhantes aos seus, o que gera uma vantagem competitiva no mercado. E os colaboradores gostam de trabalhar em organizações que tenham uma cultura clara e alinhada ao que eles acreditam, o que traz satisfação e produtividade para a equipe interna.

Então, agora que você já entende a relação entre marketing e código de cultura, que tal ler nosso artigo completo sobre endomarketing? Aproveite para entender melhor as estratégias de marketing voltadas para dentro da empresa!

Como a união entre marketing e código de cultura pode trazer ganhos para a empresa publicado primeiro em https://rockcontent.com/

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Os impactos positivos do treinamento e desenvolvimento de funcionários dentro de uma empresa

Os impactos positivos do treinamento e desenvolvimento de funcionários dentro de uma empresa

Uma das principais atribuições e responsabilidades de um gestor é tirar o máximo dos profissionais que fazem parte da sua equipe, certo?

Ou seja, além de ser o responsável pelas estratégias que vão ser adotadas e ferramentas que podem ser úteis, por exemplo, ele também precisa investir em treinamento e desenvolvimento de funcionários.

Por mais que essas práticas sejam mais associadas aos profissionais recém-contratados por uma empresa, elas precisam ser mais amplas para que a sua empresa potencialize o trabalho de cada colaborador.

Além de aumentar as chances da sua equipe entregar os resultados esperados, é uma forma de investir em retenção de talentos.

Mas não é apenas isso que o treinamento e desenvolvimento de funcionários gera em benefícios para a sua empresa.

Que tal, então, saber um pouco mais sobre a importância de adotar essas práticas, as opções que podem ser úteis para os objetivos do seu negócio e alguns exemplos de estratégias eficientes nesse sentido?

A seguir, vamos abordar:

Continue a leitura e tire todas as suas dúvidas sobre o assunto!

 

O que é treinamento e desenvolvimento de funcionários?

De forma prática, consiste no investimento de uma empresa em ações que vão ajudar os seus colaboradores a evoluírem e desenvolverem habilidades e conhecimentos específicos que podem ser úteis em suas funções — seja para aprender a usar uma ferramenta, seja para se tornar um líder.

Cursos, especializações, aulas, treinamentos, enfim, as possibilidades são muitas para trabalhar a qualificação dos profissionais dentro de uma empresa.

Essa prática é, portanto, uma forma de investir em quem já está na sua organização, identificando possíveis pontos de melhoria e necessidades para alcançar os objetivos e metas estipulados durante o planejamento.

Focado principalmente em resultados a longo prazo, esse tipo de estratégia é fundamental para a realização de um trabalho eficiente de gestão de pessoas.

Afinal, além de ser uma maneira de potencializar o desempenho daqueles que já fazem parte do seu negócio, são práticas que mostram valorização por parte das empresas, servindo como uma forma de fortalecer essa relação.

Por mais que caminhem juntas rumo ao mesmo objetivo — qualificação e maior produtividade dos profissionais —, essas duas práticas têm definições e ações um pouco diferentes.

Os treinamentos, por exemplo, são voltados para o ensinamento de alguma habilidade ou atividade específica, como utilizar uma ferramenta de automação de Marketing ou uma solução de CRM.

Quer um exemplo? É janeiro de 2020 e o setor de Recursos Humanos está atrás de um profissional dentro da empresa que possa comandar uma equipe em um novo projeto que só será lançado no segundo semestre do mesmo ano.

Ao encontrar um candidato que preenche quase todos os quesitos, o RH pode investir em treinamentos para a capacitação do profissional como um líder.

Enquanto isso, o desenvolvimento, como o nome já indica, é focado na qualificação de habilidades e conhecimentos já existentes por parte daqueles profissionais.

Ou seja, na prática, representa a utilização de ações como cursos ou workshops que busquem aprimorar determinada atividade que aquele colaborador já realiza em sua rotina de trabalho.

Para ilustrar melhor, vamos seguir no cenário do exemplo acima: para compor o time do projeto no segundo semestre de 2020, o RH também procura por um profissional que entenda de SEO.

Porém, como esse projeto é muito importante para empresa, precisa de alguém que seja especialista no assunto e o desenvolvimento dessas habilidades pode ser colocado em prática.

 

Qual é a importância de investir nessas ações?

Entender quais são os benefícios e vantagens de investir nessas práticas é a melhor forma de decidir se vale a pena ou não aplicar algumas dessas ações dentro da sua equipe.

Portanto, separamos alguns ganhos que a sua organização vai colher com os investimentos em treinamento e desenvolvimento de funcionários. Confira!

Aumento da produtividade

Com tanta concorrência no mercado atualmente e consumidores cada vez mais exigentes, é fundamental aproveitar ao máximo os recursos disponíveis para a sua equipe ou empresa.

Afinal, qualquer desperdício em uma estratégia pouco efetiva ou em um profissional que não consegue desempenhar determinada função da forma como é esperado pode significar, por exemplo, a perda de clientes para os seus concorrentes.

Colocando recursos em ações que contribuam para o desenvolvimento e qualificação dos colaboradores da sua empresa, a tendência é que você aumente a produtividade no ambiente de trabalho e, consequentemente, alcance melhores — e maiores — resultados.

De acordo com um levantamento da Education First, empresas que investem nessas práticas estão propensas a crescer 5% a mais do que quem não faz.

Correção de eventuais fraquezas da empresa

Outra maneira de conseguir resultados mais satisfatórios é evitando desperdícios e falhas que acabam comprometendo, por exemplo, o desempenho de uma estratégia específica, certo?

Monitorando regularmente o trabalho de cada profissional para saber quais podem ser os treinamentos aplicados, você acaba fortalecendo a sua empresa como um todo.

Você consegue observar uma ferramenta que falta ser utilizada na sua organização e a concorrência já utiliza, uma estratégia que vocês não conseguem aplicar, enfim, fica muito mais fácil se proteger de fatores externos e minimizar as fraquezas do seu negócio.

Com as práticas certas, a tendência é que os profissionais se tornem mais capacitados e, como consequência, o trabalho realizado seja ainda melhor.

Maior engajamento e motivação dos colaboradores

Ao se preocupar com o desenvolvimento profissional dos colaboradores da sua empresa, você está o aproximando da organização. Consequentemente, a tendência é que os profissionais fiquem mais motivados e engajados para realizarem as suas funções no ambiente de trabalho.

Afinal, como ser indiferente com quem investe tempo e recursos em sua qualificação?

Não à toa, um estudo realizado em 2015 com profissionais da Raízen Comércio S/A indica que o investimento das empresas em treinamento e desenvolvimento de seus profissionais está diretamente relacionado ao índice de motivação deles. As respostas são claras: 80% dos entrevistados apontaram que essa é uma afirmação verdadeira.

Facilidade na retenção de talentos

Além de se sentir mais motivado para realizar as suas funções no trabalho, investir nessas práticas acaba influenciando positivamente duas questões muito importantes para qualquer gestor: retenção de talentos e turnover.

De acordo com um relatório produzido pelo LinkedIn, 94% dos funcionários ficariam mais tempo em uma empresa se ela investisse na sua capacitação e qualificação das habilidades profissionais.

Portanto, se você está com dificuldades em manter os melhores colaboradores motivados ou até mesmo longe dos seus concorrentes, garantir que eles tenham as ferramentas necessárias para se desenvolver pode ser um caminho interessante.

Os retornos para o seu negócio são inúmeros e um deles é se aproximar ainda mais de quem precisa produzir diariamente no ambiente de trabalho.

Melhora da reputação da sua empresa

Com a transformação digital, a conexão entre os profissionais se tornou muito mais fácil e, consequentemente, as suas experiências nas empresas que trabalham (ou trabalharam) são mais simples de serem encontradas, afinal, existem sites exclusivos para esse propósito.

Sendo assim, investir nessas práticas pode contribuir para o fortalecimento da reputação e reconhecimento da sua empresa em seu segmento de atuação.

A tendência é que os funcionários satisfeitos com a valorização da empresa façam questão de demonstrarem esse sentimento.

Atualmente, os melhores profissionais não buscam apenas por um salário bom, mas também querem outros benefícios e vantagens, como a criação de uma cultura organizacional que tenha como um dos objetivos a valorização e qualificação de quem faz parte daquela empresa.

Acredite: outros profissionais vão ficar sabendo dessa postura.

Consistência à longo prazo

Com profissionais mais satisfeitos no ambiente de trabalho e dispostos a continuarem por mais tempo na sua empresa, a tendência é que você alcance resultados mais consistentes e a longo prazo.

É claro que é importante apresentar resultados rápidos, porém, para um crescimento saudável do seu negócio, a regularidade é um fator importantíssimo e só vai ser alcançada com os colaboradores mais engajados.

Ao investir em treinamento e desenvolvimento de funcionários, você acaba, indiretamente, contribuindo para o fortalecimento de toda a estrutura da organização.

Motivação, engajamento, retenção, produtividade, redução nas falhas, reputação, enfim, é fundamental encontrar recursos disponíveis em seu orçamento para investir nessas práticas de maneira precisa.

 

Quais são os principais tipos de treinamentos existentes?

Outro ponto positivo ao investir em treinamento e desenvolvimento de funcionários dentro da sua equipe é a variedade de opções que podem ser utilizadas.

Assim, fica mais fácil encaixar o treinamento aos objetivos da sua empresa, aumentando as chances de realmente impactar positivamente nos resultados obtidos.

Separamos alguns exemplos!

Onboarding

Cultura e clima organizacional são fatores cada vez mais importantes dentro de uma empresa e, por isso, é preciso facilitar o processo de adaptação de novos profissionais que vão fazer parte daquela estrutura.

O onboarding de colaboradores é, portanto, um conjunto de ações para fazer com que novas contratações se encaixem mais rapidamente ao perfil, valores e metodologias daquela organização.

Orientação

Quantos talentos são desperdiçados por não serem aproveitados nas funções corretas ou não entenderem exatamente as atividades que precisam desempenhar?

Problemas como esses podem ser solucionados a partir de um programa de orientação de funcionários. Cabe ao gestor e à equipe de RH orientar os profissionais — principalmente aqueles que acabaram de chegar — na direção certa.

Treinamento técnico

Os treinamentos técnicos também são práticas muito comuns de desenvolvimento de profissionais dentro de uma empresa.

A ideia consiste em permitir que o colaborador possa desenvolver uma habilidade ou conhecimento, como aprender a utilizar uma ferramenta que pode ser útil para a organização ou até mesmo como aprimorar a sua capacidade para liderar uma equipe, por exemplo.

Treinamento de soft skills

Por melhor que seja um funcionário no desempenho da sua principal atribuição — as habilidades conhecidas como hard skills — no ambiente de trabalho, outras características também são importantes para o seu rendimento: as soft skills.

Comunicação, espírito de equipe, criatividade, organização, enfim, ações complementares à sua função primordial e que podem ser desenvolvidas em treinamentos específicos.

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Quais ações colocar em prática para implantar esse conceito?

Agora que você já sabe como o treinamento e desenvolvimento de funcionários é importante para o sucesso da sua equipe e, consequentemente, da empresa que trabalha, que tal entender como colocar essas ações em prática?

Separamos alguns passos que você deve seguir para implantar esse conceito dentro da sua organização. Confira!

Identifique possíveis benefícios

O primeiro passo para a criação de um programa de treinamento e desenvolvimento de funcionários eficiente é encontrar ações que podem beneficiar o seu negócio.

Não adianta investir nessas estratégias sem um objetivo concreto por trás das ações que serão realizadas. É fundamental que o profissional entenda o propósito de fazer um curso ou aprender a usar uma ferramenta.

Uma forma de fazer isso é entendendo melhor os objetivos da sua empresa. Ou seja, saber quais são as metas que precisam ser alcançadas e quais ações podem contribuir para facilitar essa tarefa.

Cruzando essas informações, fica mais fácil identificar, por exemplo, quais treinamentos ou aperfeiçoamentos são necessários e, de fato, vão ser úteis para o crescimento daquele profissional e, é claro, da sua empresa também.

Encontre falhas que podem ser aprimoradas

Outra tarefa importante para a equipe de RH é identificar falhas e habilidades que precisam ser desenvolvidas no trabalho de cada profissional de uma empresa.

Alguns podem precisar de um direcionamento voltado para o trabalho em grupo, por exemplo, enquanto outros precisam aprender a utilizar determinada ferramenta que vai ser implementada dentro da sua organização.

Quanto mais personalizada essa análise, maior a tendência de identificar treinamentos e práticas que realmente sejam efetivas para a evolução e crescimento do negócio como um todo.

Uma forma de fazer isso é criando uma estrutura que mostre todas as habilidades ideais que funcionários de determinado setor precisam seguir e quais são os pontos positivos e os que precisam ser aprimorados em cada colaborador.

Defina os métodos a serem utilizados

Com a identificação do que precisa ser aprimorado em cada profissional, é hora de avaliar quais dos métodos vão ser mais eficientes para facilitar o seu desenvolvimento.

Fatores como dificuldade, tempo de aprendizagem, horas disponíveis do colaborador e urgência dessas habilidades são os mais importantes a serem analisados para garantir a escolha das ações que sejam mais efetivas para o objetivo estipulado.

Um exemplo? Identificou que os novos funcionários estão demorando muito para se encaixarem ao funcionamento da empresa?

A solução pode ser fortalecer as ações de onboarding, fazendo com que eles tenham uma experiência imersiva no ambiente em que eles precisam se encaixar.

Precisa de um conhecimento mais técnico por parte de alguns funcionários? Invista em treinamentos técnicos para aprimorar esse conhecimento.

Avalie e monitore regularmente os resultados

Mesmo após a aplicação das medidas necessárias, o trabalho não está finalizado, aliás, está longe disso. Portanto, não se esqueça de monitorar e avaliar regularmente os resultados obtidos pelos treinamentos e ações de desenvolvimento aplicados na sua equipe.

Como falamos, oferecer essas práticas apenas por oferecer só vai representar desperdício de recursos, é preciso ter resultados.

Determine objetivos a serem alcançados antes da implementação dessa estratégia e, assim, vai ser possível verificar se o treinamento é, de fato, eficiente para obter os resultados esperados.

Além disso, é importante identificar aquelas situações em que o trabalho de desenvolvimento não acabou e o suporte ainda é necessário para o crescimento e qualificação daquele colaborador.

Quais empresas já adotam essas práticas com sucesso?

Além de saber como aplicar essas práticas dentro da sua empresa, é importante conhecer alguns exemplos positivos, certo?

Algumas organizações são verdadeiras referências quando o assunto é treinamento e desenvolvimento de funcionários.

Listamos algumas delas para você entender como essas ações podem ser importantes!

Domino’s

A Domino’s é conhecida pela sua rapidez no atendimento ao cliente e entrega das suas pizzas. Para isso, precisa contar com funcionários capacitados a realizarem essas tarefas e o foco da empresa é no onboarding.

A ideia do programa é acelerar o processo de aprendizagem dos novos contratados a partir de simulações gamificadas e atividades práticas que estimulem o colaborador a aprender mais rápido.

Um exemplo é um jogo em que o profissional precisa montar uma pizza personalizada em determinado tempo.

A diferença é que ele pode acompanhar a sua evolução, superando marcas anteriores e aumentando o seu engajamento e conhecimento das funções que vai precisar exercer em sua rotina de trabalho.

Amazon

Outra empresa líder em seu mercado de atuação e que foca na qualificação dos seus profissionais é a Amazon. Afinal, o seu diferencial é sempre entregar uma experiência satisfatória ao consumidor.

Ou seja, ela não pode permitir que um colaborador chegue despreparado e desorientado para, por exemplo, realizar o atendimento no SAC. Por isso, investe na capacitação desses profissionais antes mesmo das suas contratações.

As ações da Amazon são as mais variadas, como pagar 95% da matrícula de novos funcionários em cursos que eles possam praticar as suas funções e também realizar um programa com duração de um mês para o treinamento intensivo e a capacitação de novos líderes.

Assim, o colaborador já compreende melhor o cenário que vai fazer parte, facilitando a sua adaptação e aumentando a sua produtividade de forma mais rápida.

Com a adoção de práticas de treinamento e desenvolvimento de funcionários, a sua equipe tende a se tornar mais eficiente e produtiva, além de garantir que os profissionais se sintam valorizados e motivados a realizarem as suas funções e tarefas. Na prática, todas as partes saem ganhando e as metas se tornam mais alcançáveis.

Agora que você já sabe como o treinamento e desenvolvimento de funcionários pode ser importante para o sucesso do seu negócio, que tal conhecer algumas técnicas e ferramentas que podem ajudar nessa missão?

Confira como a Matriz de Eisenhower pode aumentar a produtividade do seu time!

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Facebook proíbe deepfakes: entenda o que isso significa para a produção de conteúdo na rede

Facebook proíbe deepfakes

2020 é ano de eleições nos Estados Unidos e esse é um dos principais motivos para que diversas redes sociais tenham criado políticas de segurança com relação às deepfakes.

Os conteúdos criados a partir da manipulação de imagens e/ou sons chamam atenção no país comandado por Donald Trump desde maio de 2019, quando um vídeo alterado da porta-voz do presidente viralizou.

Enquanto Snapchat e TikTok seguem investindo nessa tecnologia, o Twitter foi o primeiro a demonstrar preocupação e, desde a última segunda-feira, o Facebook proíbe deepfakes.

Quer entender mais a fundo sobre esse tema e toda a polêmica envolvendo esses conteúdos? Então acompanhe este texto até o fim e confira: 

O que são deepfakes

O termo deepfake surge a partir da união da expressão deep learning (comum no universo da Inteligência Artificial e que pode ser traduzida como “aprendizagem profunda”) e a palavra fake, que simplesmente significa “falso”. 

Assim, em resumo, tratam-se de conteúdos não verídicos (mais comumente vídeos) criados a partir da sintetização de imagens ou sons.

O grande problema é que essa tecnologia tem sido aperfeiçoada e, cada vez mais, aumentam as chances de as alterações passarem despercebidas a olhos menos atentos. E, além disso, de serem usadas com intuitos para além do humor, especialmente em épocas de eleições. 

Como as redes sociais lidam com esses conteúdos? 

O Snapchat foi um dos grandes responsáveis pela popularização de fotos e vídeos manipulados a partir do deep learning. Vai dizer que você não lembra da febre dos filtros que mostravam nossos rostos como bebês, como senhores de idade ou em uma versão em outro gênero. 

O famoso face swap, que troca o seu rosto com o de um colega (ou com o seu animal de estimação), também segue a mesma lógica. 

https://platform.twitter.com/widgets.js

A plataforma segue investindo em tecnologias que facilitam a criação desse tipo de conteúdo e ela não é a única.

O Tik Tok anunciou que está trabalhando na criação de filtros dentro do próprio aplicativo que permitam aos usuários acrescentar seus rostos em trechos de outros vídeos disponibilizados na rede.

Enquanto algumas plataformas se utilizam das deepfakes para gerar conteúdos humorísticos, outras se mostram contrárias — ou ao menos preocupadas com esse tipo de conteúdo.

A primeira delas foi o Twitter. Ainda em Outubro de 2019, a empresa lançou um questionário a seus usuários, perguntando se esse tipo de conteúdo deveria ser simplesmente banido ou apenas sinalizado na plataforma. 

Esta semana, foi a vez da empresa de Mark Zuckerberg levantar a bandeirinha amarela com relação a esses conteúdos, como explicamos melhor a seguir. 

É verdade que agora o Facebook proíbe deepfakes

Sim, é verdade. A nova medida foi anunciada logo na primeira segunda-feira do ano (6), por meio de uma publicação no blog da empresa assinada pela Vice Presidente Monika Bickert. 

De acordo com o texto, os vídeos serão removidos a partir de dois critérios (aqui apresentados em tradução livre): 

  • quando editados ou sintetizados — para além de melhorias de iluminação ou de qualidade — de forma que a mudança não fique clara a uma pessoa leiga e que tenha o potencial de levar os usuários a acharem que a pessoa no vídeo falou algo que em realidade não tenha falado;
  • quando for resultado de inteligência artificial ou machine learning que mescle, substitua ou aplique conteúdo em um vídeo, de forma a parecer uma produção autêntica. 

Vale salientar que a política é válida tanto para anúncios como para publicações normais, mas protege paródias, sátiras e vídeos editados apenas com a intenção de omitir ou alterar a ordem de palavras em um discurso.

Os vídeos que não seguirem esse critério passam, então, a ser elegíveis à revisão dos fact-checkers independentes e terceirizados, outra política recente do Facebook no combate às fake news

O que isso significa para o próprio Facebook? 

O posicionamento do Facebook sobre esses conteúdos antes das eleições dos Estados Unidos reforça seu posicionamento de marca contra a disseminação de fake news.

Por outro lado, pode trazer mais cobranças de críticos e analistas, que certamente acompanharão de perto o cumprimento das regras anunciadas. 

O que inclusive já aconteceu. Algumas críticas apontam a fragilidade da política adotada pelo Facebook. Uma delas sinaliza que o viral que mostra a porta-voz de Donald Trump aparentemente bêbada, que citamos no começo deste texto, não seria removido caso publicado hoje

O que isso significa para os usuários?

Para os usuários, a política serve como um alerta de que os vídeos modificados realmente podem passar despercebidos e que é preciso redobrar a atenção quanto ao consumo e compartilhamento desses materiais — inclusive daqueles sinalizados como humorísticos.

Além disso, como os conteúdos serão analisados por profissionais reais — e não por robôs — fica o alerta para que os próprios usuários utilizem os mecanismos de denúncia dentro do próprio Facebook, sempre que suspeitarem da autenticidade de um vídeo.

Para marcas e produtores de conteúdo, o alerta é o de usar a tecnologia com ética e moderação, buscando formas de sinalizar as alterações feitas (sim, a gente repete: inclusive em conteúdos humorísticos).

Ainda que polêmica, a decisão do Facebook de proibir deepfakes mostra a preocupação da rede com esse tipo de conteúdo e reforça seu posicionamento contra a disseminação de fake news — algo que pode fazer a diferença para os negócios da empresa depois da crise de Cambridge Analytica.

Nos resta aguardar e acompanhar o papel das redes sociais em mais essa corrida presidencial! 

Quer continuar por dentro das principais tendências com relação ao Facebook? Então baixe agora mesmo nosso ebook sobre como fazer marketing de qualidade nessa rede

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terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Customer Experience no Onboarding de empresas SaaS: como melhorar a experiência do seu cliente desde o primeiro dia

Customer Experience no Onboarding de empresas SaaS: como melhorar a experiência do seu cliente desde o primeiro dia?

Com certeza você já ouviu falar em Customer Experience, experiência do cliente ou CX. Mas você sabe exatamente do que isso se trata? Entende de forma prática como aplicar Customer Experience no dia a dia do seu negócio? 

Customer Experience — que mescla inteligência, pessoas, tecnologia e investimentos para planejar, implantar e controlar as iniciativas que encantarão e proporcionarão experiências únicas e encantadoras aos clientes — está cada vez mais em alta no mercado. 

Afinal, os consumidores são parte essencial de uma marca e precisam ser sensibilizados para continuarem ligados racional ou emocionalmente aos produtos e serviços oferecidos por você. 

Neste artigo, você vai conferir um guia completo sobre Customer Experience no Onboarding dividido nos seguintes tópicos:

Se aprofunde em cada detalhe sobre o assunto a seguir! 

 

Qual a relação de Onboarding e Customer Experience?

Entender que os clientes têm emoções e não significam apenas números é a parte fundamental da construção de uma estratégia de Customer Experience. 

Ainda hoje, muitas empresas estão focadas em suas tarefas e não conseguem se colocar no lugar de seus clientes ao projetar produtos, serviços ou mesmo repensar o atendimento personalizado e empático que os compradores gostariam de ter. 

Transformar um modelo de negócio em customer centric é um projeto que deve ser trabalhado logo nos primeiros contatos com o cliente, ou seja,  já no Onboarding.

Nas empresas SaaS, Customer Experience muitas vezes é confundido com user experience, mas não é. O UX visa planejar a experiência do cliente com o produto. 

O CX traz uma proposta bem mais abrangente, envolvendo a estruturação de todos os canais  (remotos ou presenciais), pontos de contato do cliente, medidas para otimizar a experiência com base na jornada do cliente.

O Onboarding e o CX almejam que o cliente esteja pronto para gerar resultados e veja sua empresa como um parceiro estratégico valioso e que prioriza a experiência positiva no relacionamento. 

Além, é claro, de causar uma excelente primeira impressão no cliente, coletar as informações necessárias da melhor forma e educá-lo sobre como é possível extrair os benefícios do serviço adquirido. 

Depois da venda, há um momento muito importante da relação entre cliente-empresa, que é quando o comprador diferenciará a compra de um serviço ou bem material de uma experiência. 

O objetivo do Customer Experience no Onboarding deve ser sempre conectar a proposta de valor da marca  com as expectativas do cliente.

 

O que o cliente mais valoriza nos contatos iniciais?

Conexões emocionais

As conexões emocionais estão no topo da lista quando se fala em Customer Experience. Atualmente,  é importante estar atento a como você fala e ao que você fala para o cliente. 

As melhores experiências com o consumidor, sem dúvida alguma, vão acontecer quando vocês criarem conexões emocionais entre si.

 Lembre-se de que as emoções moldam as atitudes e acabam impulsionando as decisões. Portanto, para oferecer a melhor Customer Experience no Onboarding, esteja preparado para: 

  • se relacionar demonstrando amizade e companheirismo, criar rapport (com uma comunicação pertinente e sem excessos); 
  • transformar a compra do seu produto ou serviço em um momento de autorrealização;
  • tratar o seu cliente com importância, atenção, sem esquecer também da simplicidade no atendimento;
  • cumprir todas as promessas a garantir a privacidade das informações. Afinal, a conexão gera confiança e abertura. Valorize isso! 

Conexões racionais

As conexões racionais não podem ser esquecidas na Customer Experience. Afinal, nem tudo é relacionamento, e é essencial saber se você está realmente entregando uma boa experiência com resultados  ao seu cliente. 

Portanto: 

  • amplie o conhecimento técnico de toda a equipe que atende o cliente;
  • esteja atento aos feedbacks e aperfeiçoe o desempenho do seu produto ou serviço;
  • ofereça todo o suporte necessário com agilidade e tecnologia;
  • seja ágil na resolução de problemas;
  • entregue bastante, mas entregue com qualidade. Sempre!

 

Como gerar valor para os clientes logo de cara?

Atendimento de qualidade significa superar as expectativas dos clientes e prestar atenção nos detalhes. Não temos mais atendimento, temos relacionamento!

Muitas marcas encantam seus clientes de vez em quando. Algumas delas fazem muito mais do que o esperado, se relacionam de forma humanizada, solucionam problemas e, assim, conquistam a gratidão e fidelizam o cliente. 

Ao aplicar o Customer Experience no Onboarding, superar as expectativas dos clientes é um dever e é preciso sempre considerar a experiência do ponto de vista dele. 

O livro “O jeito Disney de encantar os clientes” já diz: “Quando a experiência é uniforme, ininterrupta e de alta qualidade, os convidados voltam”

Mas como fazer isso nas empresas SaaS?

Não é diferente das empresas tradicionais. Leonard Berry, pesquisador da Texas A&M Universit,y realizou uma pesquisa que mostra que os clientes avaliam a qualidade no atendimento baseados em cinco fatore, o CESAR:

  • confiabilidade: a capacidade de cumprir de modo confiável e exato o que foi prometido;
  • empatia: o grau de cuidado e atenção individual que você demonstra aos clientes; 
  • segurança: o conhecimento da causa, do negócio e a sua capacidade de transmitir ideias com sinceridade e competência;
  • aparência: tudo o que é relacionado à apresentação (mesmo que online);
  • resposta: a boa vontade que você manifesta em ajudar os clientes.

 

Quais são os principais pontos que devem ser considerados nas conexões?

Mapeamento da jornada do cliente

O primeiro passo é fazer a gestão da experiência do cliente durante todos os momentos de contato, ou seja, realizar o mapeamento constante de toda a jornada do cliente. A experiência do cliente é cumulativa e deve incluir os momentos antes, durante e depois da compra.

Mapear a jornada do cliente gera benefícios tanto para a empresa como para o consumidor, pois permite conhecer o perfil de cada cliente e entender, por exemplo, a forma de comunicação preferida por ele, o canal de contato, as formas de abordá-lo e o que foi acordado com o time de vendas. 

Outro ponto importante é que com esse mapeamento, que é no pós-venda, pode-se identificar os pontos críticos e as emoções que os clientes estão sentindo, aperfeiçoando pontos que não foram trabalhados nos contatos iniciais e aprimorando o Customer Experience no Onboarding. 

Mapear toda essa jornada é essencial, os clientes querem ser ouvidos e exigem que a empresa se integre e entregue isso a eles com confiabilidade.

Identificar as necessidades e desejos 

Para identificar as necessidades e desejos do cliente é importante compreender o que é um bom relacionamento; do ponto de vista dele. Proporcionar um excelente atendimento é criar uma experiência positiva e inesquecível para cada cliente, de modo que você seja visto como alguém com quem é fácil, prazeroso e simples de negociar.

Assim, é imprescindível identificar as necessidades: “O que meu cliente precisa?”. 

A dica aqui é: isso precisa ser o óbvio. Na maioria das vezes, corresponde ao produto/serviço que você oferece. 

Em seguida, identifique os desejos que são menos evidentes, mas também relacionados às necessidades (é preciso prestar atenção nos detalhes para identificar). 

Por exemplo, o cliente precisa comprar um carro, mas deseja status. Quando você se mostra sensível às necessidades individuais dele, enquanto cria uma estratégia ou soluciona um problema,  está demonstrando empatia e garante a ele a melhor experiência possível.

Segurança: você é a sua empresa

Os clientes esperam que você conheça todas as características, vantagens, benefícios de qualquer produto que a sua empresa forneça. 

O consumidor está convicto que os conhecimentos que você detém da área em que trabalha vão além de suas atribuições específicas. Ou seja, o vendedor precisa conhecer sobre o pós-venda, o analista de sucesso precisa entender sobre os produtos e assim por diante. 

A expectativa dos clientes é que você os ouça, compreenda e fale algo sobre a necessidade apresentada. 

Para transmitir segurança, é preciso formular perguntas pertinentes para os clientes, que ajudem a transmitir melhor as informações, de modo que elas cooperem para que sua empresa auxilie o usuário a atingir os resultados esperados.

Resolver os problemas também é transmitir segurança: quando as coisas dão errado — sabemos que isso acontece e é normal — a expectativa é que você não só o ajude a resolver, mas que você resolva depressa! 

Nunca demonstre que não quer ser perturbado, que não está nem aí e que não sabe de algo. Lembre-se: você é a sua empresa!

Personalização durante o relacionamento com os clientes

É essencial conhecer bem os clientes para entender suas necessidades e preferências. Só assim será possível entregar algo sob medida para entender, personalizar, satisfazer e encantar os consumidores. 

Quando você sabe exatamente quem é seu cliente ideal, você também descobre quem não é — e isso facilita o relacionamento. Mas, de fato, o que é personalizar?

Para começar, precisamos falar a mesma língua do cliente, oferecer um atendimento empático, traçando um perfil dele. 

Por exemplo, ao falar com um cliente mais analítico, a comunicação precisa acontecer de forma objetiva e com a apresentação de fatos e dados. No atendimento de um cliente mais sensível, é preciso trabalhar com intuição, imaginação, criatividade e atenção às sensações causadas em cada etapa do relacionamento. 

Senso de oportunidade

“Uma rosa no momento certo tem mais valor do que um presente caro dado com atraso”, Jim Rohn.

Nunca perca tempo quando se trata de uma demanda do cliente. Resolva as solicitações com proatividade. Pense sempre no sucesso do cliente e na satisfação dele. 

Só assim é possível elevar a experiência, e não apenas facilitar as interações. A regra de ouro aqui é:  trabalhe com exceções e não com regras. 

Primeiro, resolva com o cliente. Depois, ajeite a casa internamente; isso é Customer Experience. 

 

Regras de ouro do Customer Experience no Onboarding

Adote uma estratégia de colaboração e personalização 

Coloque-se em uma posição de igualdade com os seus consumidores. Trabalhe a quatro mãos, realize um esforço colaborativo.

Treine seus colaboradores 

Faça um treinamento com os colaboradores, para eles perceberem o que é valor para os clientes. Colete dados e implemente soluções efetivas, criando processos para que as informações coletadas virem dados analíticos para outras áreas da empresa.

Ofereça segurança aos clientes

Estruture sistemas e processos para que o consumidor se sinta seguro com seus serviços, isso contribuirá para a fidelização deles.

Mude o foco da sua empresa toda 

Adote essa mentalidade! Uma outra forma de alcançar o primeiro valor esperado pelo cliente é plantar dentro da sua empresa a sementinha de um foco não voltado apenas para o lucro, mas sim para a interação e relacionamento.

Engaje todos

Incentive todo o time a dar o melhor de si e oferecer ao cliente algo superior ao que foi contratado. 

Faça com que os clientes gostem, fidelizem, indiquem, deem bons NPS

Torne todos os seus colaboradores seus clientes internos, treine-os para entregar, acima de transações, momentos memoráveis. 

Cumpra tudo o que prometer

A empresa deve cumprir o que foi garantido no ato da venda. O não cumprimento disso leva o cliente a uma quebra de expectativas, por mais que essa experiência tenha sido, até então, positiva.

Escute os feedbacks dos clientes atentamente 

Consumidores tendem a valorizar e confiar mais em empresas com mente aberta, que sabem ouvir feedbacks e propostas de melhoria.

Ofereça experiência personalizada

Os dados que uma empresa têm sobre os clientes diz muito sobre eles. Aproveite isso, forneça um atendimento único e direcionado para atrair a fidelidade os clientes. 

Ofereça informações de forma automatizada e consultiva

Deixe que seus clientes detenham as informações quando e como quiserem. Escreva e-mails, faça vídeos explicativos, FAQs para que eles possam ter mais conhecimento sobre os seus produtos de forma autônoma.

Dê algo

Identifique serviços que gerem valor para os seus clientes e conceda benefícios. Pode ser uma consultoria, uma call com um especialista. Isso vai garantir a satisfação sem muito esforço.

Compreenda a personalidade 

Entenda qual é a personalidade e o perfil do cliente no contato.

Trabalhe o feedback interno 

É essencial comunicar a todos os times que trabalham com o cliente as opiniões e lacunas identificadas no atendimento e, mais importante ainda, trabalhar o accountability e definir soluções reais para esse problema.

Veja pelos olhos do cliente 

Empatia é tudo!

Configure uma determinada prática ou feature de um software da maneira como seu consumidor sugeriu, por exemplo. É uma ótima forma de trazer a aproximação.

Identifique problemas antecipadamente

Conserte os defeitos antes que eles atinjam os clientes.

Agora que você já entendeu como transformar a Customer Experience no Onboarding, siga aprendendo sobre o assunto! Saiba mais sobre o curso de Customer Experience da Rock University.

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Customer Experience no Onboarding de empresas SaaS: como melhorar a experiência do seu cliente desde o primeiro dia publicado primeiro em https://rockcontent.com/

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Entenda a importância de criar uma cultura data-driven para sua empresa

Entenda a importância de criar uma cultura data-driven para sua empresa

O uso de dados para obter informações reais sobre processos e atividades faz cada vez mais parte da gestão de empreendedores e líderes que desejam tomar decisões com base nos resultados numéricos efetivos.

Todos os dias, as empresas produzem um material vasto, repleto de dados que, quando decodificados corretamente, agrupam um conjunto de informações úteis para avaliação dos riscos e oportunidades do negócio.

É a chamada cultura data-driven que se instaurou como uma fonte enriquecida de elementos capazes de direcionar um gestor e sua equipe a resultados surpreendentes, permitindo que as ações de marketing, inclusive, sejam beneficiadas por esse conceito.

Este post foi elaborado para quem deseja alavancar o negócio utilizando os dados como suporte e a informação como recurso potencializador de melhorias e estímulo voltado para a satisfação e fidelização do cliente. Quer saber mais? Vamos!

O que você verá neste post:

  • O que é data driven?
  • Entenda a importância de criar uma cultura data-driven para sua empresa
  • Quais são as vantagens da cultura data-driven para o marketing digital?
  • Como as empresas estão implementando o data-driven?
  • Como fazer para aplicar o data-driven na empresa?

O que é data driven?

A cultura data-driven é um conceito relativamente novo, embora os dados estejam presente no mundo corporativo há muitos anos. A principal função do data-driven é filtrar elementos de um volume grande de dados e transformar em informações verdadeiramente relevantes para o negócio.

Não se trata de uma ferramenta específica, mas de um novo olhar sobre as perspectivas de resultados satisfatórios das empresas, tendo por base tudo que elas produzem em suas rotinas e que os dados apresentam claramente.

É essencial perceber que as ações do presente estão conectadas às ações do futuro e que cada uma delas podem ser responsáveis pela manutenção e longevidade do negócio — sem um entendimento do caminho percorrido, dificilmente será possível saber aonde se deseja chegar.

Entenda a importância de criar uma cultura data-driven para sua empresa

Muitas ferramentas já foram implementadas nas empresas com o objetivo de organizar os processos, fornecer informações por meio de relatórios, eliminar o trabalho manual, centralizar as atividades em um mesmo ambiente e promover agilidade e eficiência, para facilitar as interações com os clientes.

Tudo isso é válido e ganhou um novo formato depois que a cultura data-driven (ou conceito de orientação a dados), chegou ao mercado com uma promessa inovadora de proporcionar ao empreendedor toda a base necessária de decisão, substituindo os velhos hábitos da suposição.

Com a cultura data-driven em vigor e correta transformação dos dados em informações, gestores e líderes decidirão com segurança sobre os rumos do negócio. As decisões sobre a retirada de um produto do mercado ou lançamento de algo novo, por exemplo, não terão mais o feeling como fiel escudeiro.

Com a geração de dados, coleta, compilação e conversão em uma mensagem clara e objetiva, certamente, a empresa ganhará maior eficiência e autonomia para permanecer no mercado e se tornar referência em sua área.

Quais são as vantagens da cultura data-driven para o marketing digital?

Se data-driven é uma cultura orientada a dados, nada melhor que utilizar suas funcionalidades nas estratégias de Marketing Digital. Todas as ações são voltadas para a atração, retenção e conversão de potenciais clientes, logo, os dados gerados nesse tráfego são de extremo interesse da área de marketing.

Ao pensarmos nas etapas dofunil de vendas — na geração, nutrição e conversão de leads — o data-driven tem papel de total relevância para fornecer os dados sobre o comportamento de cada lead dentro do site e quais são as chances de se tornarem clientes.

Cada visita, interação, cliques em conteúdos específicos, assinatura de newsletter, retorno ou tempo de permanência, são comportamentos mensuráveis que determinam o tipo de abordagem que as equipes de marketing ou vendas devem ter com os leads.

Os dados mensuráveis podem ajudar a elaborar um plano mais abrangente e direcionado ao público-alvo que se deseja atingir, mas isso só é possível com uma adequada leitura e interpretação do que cada elemento quer dizer dentro de um emaranhado de informações desconexas.

Soluções inteligentes comoBusiness Intelligence e Big Data são recursos que a tecnologia disponibiliza para tornar o data-driven uma estratégia eficaz e traduzir os fundamentais  movimentos dentro do site da empresa.

O foco maior do data-driven está em quantificar o volume de dados diários e selecionar conforme o tipo de acesso, interesse do lead e jornada potencial de compra.

Além disso, como o volume de dados é muito grande e apresenta risco de falhas, o ideal é considerar a confiabilidade como um fator determinante para análise — os dados devem direcionar o pensamento à formação de uma opinião concreta sem muitos esforços.

O data-driven pode ser aplicado em empresas de qualquer segmento e porte, desde que existam dados a serem coletados e interpretados. É notável o quanto as informações extraídas de um sistema confiável servem para amparar decisões complexas que esbarram, principalmente, nas questões de gestão e finanças.

Como as empresas estão implementando o data-driven?

Quem atua no mercado com vendas de produtos ou serviços online precisa gerar tráfego intenso e leads propensos a ser tornarem clientes efetivos. Quando um visitante chega no site ou blog, pode ainda não saber o que deseja ou se quer realmente adquirir algo.

Na maioria das vezes, sua visita é impulsionada por uma busca aleatória, um anúncio ou indicação de amigos ou parentes. A chegada pode ser tímida, sem maiores pretensões e avançar conforme o interesse e a necessidade de compra.

No próximo passo, já podemos chamá-lo de lead e observar se suas interações estão propensas às compras ou apenas ao consumo de conteúdo relacionado. A segunda opção não pede ainda uma abordagem direta da equipe de vendas, pois o lead ainda não demonstrou o desejo efetivo de compra.

Somente depois que ele fizer as primeiras manobras em direção à conclusão de uma etapa é que se pode dizer que há uma potencialidade de vínculo mais profundo com altas chances de conversão em vendas.

Mas como data-driven atua nesse cenário? Toda a descrição que acabamos de fazer geram dados e permitem a leitura de um histórico de acesso, desde quando o cliente ainda era um visitante, passou ao estágio de lead e se fidelizou de vez na sequência.

Sem a cultura data-driven implementada, pode ser que se levasse um tempo bem maior para coletar esses dados e transformar em informações reais e objetivas. Até lá, a concorrência já terá atuado na captura desse lead, fidelizando como um cliente diferenciado ao identificar do que ele de fato precisa.

As ferramentas de tecnologia e gestão servem para otimizar os processos, personalizar as estratégias e oferecer ao visitante, lead, consumidor ou cliente, uma experiência diferenciada da concorrência para que a fidelização seja um processo gradual e duradouro.

Sem as boas informações, as empresas terão dificuldades de encontrar o melhor caminho para chegar ao lead e envolvê-lo em ações de direcionamento e condução ao fundo do funil que é finalidade de qualquer negócio interessado no recorde de vendas.

Como fazer para aplicar o data-driven na empresa?

Assim como qualquer ferramenta ou ideia nova causa impacto e altera a rotina dos processos e da equipe, também aderir a um novo conceito de análise e gestão vai criar uma repercussão dentro da empresa.

É primordial envolver a todos e compartilhar não apenas a novidade de aplicação, mas contextualizar sobre a importância de contar com informações confiáveis para que todos se disponham a aderir à cultura data-driven.

Promover a mudança do mindsete estimular o exercício contínuo de aplicação e uso de dados vai ajudar na adequação ao novo formato de trabalho e fazer com que todos se empenhem mais, seja para a excelência do atendimento, seja para execução das tarefas diárias.

Como aplicar o data-driven para alcançar e garantir melhores resultados

Assim como no marketing nutrimos os leads, a aplicação da cultura data-driven dentro da empresa deve ser potencializada por um discurso eloquente e suportado por uma metodologia bem desenhada.

Além do mindset transformado, um bom sistema vai ajudar a agrupar esses dados e elaborar relatório com as melhores informações. Para isso, toda a gestão deve estar alinhada quanto às diretrizes e aos resultados aplicáveis ao negócio utilizando o data-driven.

O restante do time precisa confiar e sentir que a inovação trará benefícios para a empresa e para os colaboradores. Assim, todos entrarão em sintonia, dialogando com a mesma linguagem em busca de grandes resultados.

Outro aspecto a considerar é que as ações do dia a dia devem ser facilitadas para motivar a equipe e aumentar a produtividade. Sistemas robustos, repletos de particularidades tendem a desmotivar caso a equipe encontre dificuldade de gerar ou localizar dados e informações em tempo hábil.

Não esqueça de utilizar todas as fontes possíveis que possam gerar dados, mercadológicos, econômicos, comportamentais dos visitantes e potenciais clientes, pois não se pode afirmar qual ou quais os canais com melhor disponibilização de informações confiáveis.

Essas fontes podem originar de sistemas, mídias sociais, CRM, feedback de clientes e usuários. Nenhum dado isolado dará a empresa as informações necessárias a tomada de decisão, logo, a centralização e a conexão entre eles é que vai produzir um relato esclarecedor e seguro.

Em se tratando do marketing, a aplicação do data-driven será direcionada a segmentação, a criação deconteúdo relevante, a personalização, a oferta de melhor experiência, ao acompanhamento de resultados com adoção de medidas corretivas ou preventivas, além de maior e melhor integração entre departamentos.

Tenha foco em dados internos e externos — ferramentas de CRM, Google Analytics, Instagram Insights, Facebook Analytics são excelentes para ajudar a traçar o perfil do consumidor para adoção de estratégias mais bem elaboradas.

É assim que fazem empresas como Amazon e Netflix quando desejam compreender o comportamento do consumidor, suas preferências, para estudar melhores práticas de atração — é a cultura data-driven a serviço da excelência e da visibilidade de marca — utilizando dados emétricas para colher informações específicas.

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Entenda a importância de criar uma cultura data-driven para sua empresa publicado primeiro em https://rockcontent.com/

Por que ter uma boa nota no PageSpeed e quais os impactos do carregamento rápido de páginas

Por que ter uma boa nota no PageSpeed e quais os impactos do carregamento rápido de páginas

É como diz aquele velho ditado: a primeira impressão é a que fica. E em se tratando da navegação na internet, a velocidade de carregamento das páginas é justamente a primeira coisa que um usuário repara quando visita um site.

Essa exigência passou a chamar mais atenção dos desenvolvedores e profissionais de Marketing Digital após a popularização dos smartphones e o inevitável crescimento explosivo do tráfego mobile.

No entanto, somente em 2018, quando o Google finalmente oficializou esse fator como um critério de rankeamento, que a corrida pelas notas verdes no PageSpeed Insights ganhou força.

Mas isso é apenas a ponta do iceberg. O verdadeiro ponto crítico nessa história está na experiência do usuário; um deslize que pode estar custando a você muito mais leads e vendas do que imagina.

Confira neste material que preparamos sobre o tema:

Siga conosco para entender a importância do Google PageSpeed Insights e conferir algumas dicas que vão ajudar você a aumentar a velocidade do seu site. Boa leitura!

 

Por que é importante ter uma boa nota no PageSpeed Insights?

Em primeiro lugar, uma boa nota no PageSpeed Insights significa que um site apresenta uma configuração satisfatória em termos de SEO.

Isso porque, tal como o Mobile Friendly e o Mobile First, a velocidade de carregamento nos smartphones é um dos critérios mais comentados pelo próprio Google nos últimos anos.

Mas os benefícios vão além! Um site com páginas ágeis contribui significativamente para a experiência do usuário, o que se traduz em menores taxas de rejeição, maior tempo de permanência, aumento do tráfego e crescimento no número de leads.

Porém, nos e-commerces os efeitos são ainda mais críticos, pois a taxa de conversão e vendas, bem como o número de abandonos de carrinho, são diretamente afetados por essa métrica.

Em 2012, um levantamento da QuBit já demonstrava que o varejo online perdia cerca de 1.73 bilhão de libras (quase 10 bilhões de reais) por ano em vendas globais unicamente por esse motivo. Imagine agora que mais de 57% das buscas na internet é proveniente de dispositivos móveis!

porcentagem de desktop e mobile
Fonte: 3xceler

Outra pesquisa que vale a pena conferir é o acompanhamento realizado pelo site da Walmart para avaliar o impacto do tempo de carregamento de suas páginas nas conversões. Os resultados falam por si só.

taxa de conversão em comparação a tempo de carregamento
Fonte: Bitsytask

Tudo isso muda o nosso entendimento sobre a jornada do consumidor. Se antes o acesso à internet e as compras em lojas virtuais eram restritas às residências, instituições e lan houses, hoje isso acontece a todo momento e em diversos lugares.

Além disso, a familiaridade dos usuários com as plataformas digitais, vendas e transações online também contribuiu para que os consumidores se tornassem mais críticos em relação à qualidade e à segurança dos endereços que acessam.

Nesse sentido, os sites lentos e, principalmente, as páginas de checkout e pagamento com falhas de carregamento nunca despertaram tanta desconfiança.

 

Como melhorar a velocidade do meu site?

Se você colocou a URL do seu site no PageSpeed Insights e foi surpreendido com um resultado ruim, não se desespere.

Para começar, embora essa avaliação seja frequentemente cobrada por especialistas e representantes dos mecanismos de pesquisa, a maioria dos sites ainda deixa a desejar no que se refere ao tempo de carregamento das suas páginas.

O Estudo de Desempenho de Sites de 2018 realizado pela SEMrush revelou que mais de 82% dos sites apresentam problemas de desempenho e, entre esses, metade enfrentam pelo menos um problema crítico, tais como arquivos não minificados, baixa velocidade do servidor e páginas descomprimidas. Veja só!

pesquisa de desempenho de sites semrush

A boa notícia é que é possível melhorar o desempenho do seu site, seja providenciando ajustes técnicos, seja utilizando ferramentas de otimização. Confira a seguir algumas recomendações básicas que podem ajudar você a ter mais visitantes e conversões.

Reduza o tamanho das páginas

Naturalmente, quanto mais recursos uma página contém, mais pesada ela será e mais tempo exigirá para carregar.

De maneira geral, são as imagens e vídeos que mais contribuem para o peso das páginas. No entanto, o tamanho total dos arquivos JavaScript e CSS também deve ser considerado. Vamos analisar tudo isso por partes.

Ajuste o tamanho das imagens

É muito comum encontrarmos sites que exibem imagens com um tamanho maior do que elas são apresentadas.

Nem todos os webmasters se preocupam com isso, e também há aqueles que optam deliberadamente por usar arquivos maiores para garantir uma boa resolução — o que é um erro grosseiro.

Procure sempre fazer o upload de imagens no seu servidor no tamanho que elas serão exibidas. Você pode compactar suas imagens com ferramentas gratuitas e intuitivas, como o TinyPNG.

Por outro lado, se o foco visual do seu site são fotos em alta resolução, uma alternativa é criar páginas específicas para cada uma delas. Dessa forma, seu usuário já acessará esses endereços esperando por um arquivo maior.

Outra sugestão é carregar as imagens externamente — em uma rede social especializada, como o Pinterest — e inserir apenas o código HTML do endereço onde elas se encontram.

Assim, o carregamento da foto afetará menos o restante dos elementos que são próprios da sua página. Mas preste atenção:

  • a imagem pode perder resolução devido à compactação automática dessas plataformas;
  • o tempo de carregamento da imagem continuará sendo afetado pelo tamanho do arquivo;
  • mesmo que sua marca tenha uma presença forte nessas redes sociais, o link externo nas imagens facilita a saída dos usuários do seu site.

Portanto, a escolha deverá levar em conta o foco do seu plano de Marketing.

Carregue seus vídeos externamente

Se as imagens tornam suas páginas pesadas, imagine o que um vídeo não faz com elas, não é mesmo?

Exceto em casos muito especiais — como plataformas muito restritas ou conteúdos que exigem um grau mais alto de segurança —, a recomendação é que seus vídeos sejam sempre hospedados externamente, tal como explicamos no subtópico anterior.

As mídias mais utilizadas para isso são YouTube e Vimeo, plataformas que não só permitirem a fácil integração dos seus players em outros sites, como também ajudam você a promover a sua marca e melhorar os resultados nas buscas.

Se você disponibiliza um conteúdo restrito, como um curso online pago, ambas as mídias oferecem opções de não listagem, uma funcionalidade que esconde seu vídeo das buscas e só permite o acesso a partir de um link único que você pode anexar — como HTML — dentro das suas páginas.

Minimize seus arquivos JavaScript e CSS

Esse é um problema menos aparente, e provavelmente por isso é tão negligenciado: a mesma pesquisa da SEMrush revelou que 68% dos sites apresentam arquivos JavaScript e CSS não-minificados.

Minificar, como o próprio termo esclarece, significa reduzir ou simplificar esses códigos, algo que pode ser feito removendo linhas desnecessárias, comentários dispensáveis e espaços em branco.

Esses arquivos estão por trás de todo o visual do seu site e, por vezes, são escritos com excessos para facilitar futuras edições. Além disso, podem ser alterados por plugins diversos.

Mas não se preocupe, não é preciso dominar nenhuma dessas linguagens para realizar esse procedimento. Existem várias ferramentas que fazem isso por você:

Porém, lembre-se de fazer um backup antes de utilizar qualquer uma dessas soluções.

Sempre haverá a possibilidade do tema do seu site ou algum arquivo ser afetado pelo procedimento. Portanto, mantenha a cautela e não deixe de fazer testes.

Compacte seus arquivos

O gzip é um formato de compressão de arquivos da web que atua como um verdadeiro coringa para quem luta por uma boa nota no PageSpeed.

Compactando os arquivos CSS, JavaScript e HTML do seu banco de dados, o tamanho das suas páginas pode ser reduzido pela metade, se não mais.

E, como todos os navegadores da atualidade são compatíveis com essa funcionalidade, nada muda para quem acessa o site.

Alguns servidores já realizam esse procedimento automaticamente — você pode verificar se o seu site conta com esse tipo de serviço testando sua URL no site da Varvy SEO Tool. Mas se esse não é o seu caso, plugins de cache como o WP Fastest Cache disponibilizam essa opção.

Limpe seus redirecionamentos

Muitas vezes não é exatamente o carregamento da página que compromete a velocidade do site, mas uma sequência de redirecionamentos que obrigam os navegadores a carregarem diversas páginas em um mínimo espaço de tempo.

Esse problema é mais comum em sites muito grandes e que já realizaram muitas migrações de endereço — mudanças de protocolo (HTTPS, por exemplo), páginas duplicadas (algumas com www, outras não), alterações de categoria, estrutura da URL etc.

Esses redirecionamentos se acumulam e tornam o caminho de links até as suas páginas cada vez mais longo.

Portanto, procure manter o seu sitemap atualizado, para que as pessoas cheguem diretamente aos endereços atuais do seu site, e implemente apenas redirecionamentos que são absolutamente necessários — como páginas que contam com links externos importantes.

Quanto aos demais, elimine-os o quanto antes!

Melhore a performance do servidor

Esse é um problema mais notável em blogs, canais de notícias e e-commerces que recebem muito tráfego.

Com a evolução do seu projeto na internet, mudanças se fazem necessárias para manter o ritmo de crescimento. Uma delas é o seu plano de hospedagem.

Nas situações citadas, por exemplo, é recomendável investir em um servidor dedicado capaz de suportar o grande número de visitantes simultâneos, bem como reduzir a lentidão e quedas de sistema.

Lojas virtuais que não se preparam para períodos de maior procura — como a Black Friday ou o Natal — costumam ser surpreendidas por esses problemas básicos.

Entretanto, existem outros fatores que podem estar comprometendo o desempenho do servidor, como softwares ultrapassados, consultas de banco de dados lentas, limitações de memória e até falhas locais no gerenciamento de energia ou no resfriamento dos computadores.

Sendo assim, não deixe de acionar o suporte da sua empresa de hospedagem caso a lentidão do seu site persista e opte sempre por companhias renomadas e bem referenciadas por seus clientes ao contratar esse tipo de serviço.

 

O PageSpeed deve ser a minha única referência?

Você já deve ter se deparado com páginas mencionando números mínimos para sua avaliação no PageSpeed Insights.

Alguns dizem que o ideal é ter uma nota acima de 95, outros chegam a dizer que é imprescindível atingir o 100, pelo menos no desktop. Não se deixe levar por essas generalizações!

Há muitas variáveis envolvidas, e nem sempre é interessante abrir mão de determinados recursos — como pixels de monitoramento, rastreamento e conversão — por alguns milissegundos a menos no carregamento. Cada caso é um caso.

O Google estipula que qualquer nota a partir de 90 é considerada ideal, entre 50 e 89 significa que o site carece de ajustes básicos, e somente aquelas abaixo de 50 que indicam a necessidade de reparos críticos.

Além disso, ainda que o PageSpeed ostente a autoridade da gigante das buscas, sua ferramenta apresenta limitações importantes: a análise é realizada por meio de um servidor com localização desconhecida, e os testes mobile tomam como parâmetro uma conexão 3G — observe que, apenas no Brasil, o 4G já é usado por metade dos usuários do país, segundo dados da Anatel.

Sendo assim, tome os resultados do PageSpeed como referência, mas não deixe que seus relatórios se transformem em uma obsessão.

Uma dica interessante é testar o site em outras ferramentas e comparar os dados de todas elas. Confira algumas opções a seguir!

GTmetrix

Seu princípio é o mesmo de qualquer outra ferramenta do tipo, mas com a GTmetrix você também pode comparar o desempenho do seu site com as médias do mercado em um ambiente totalmente gratuito.

GTmetrix
GTmetrix

Pingdom

O Pingdom é ideal para quem precisa de relatórios mais completos e está disposto a pagar por isso.

As suas análises cruzam dados de diferentes partes do mundo, e sua plataforma ainda envia alertas quando algum problema é detectado.

Pingdom

Rock Stage

Aqui na Rock você também conta com uma ferramenta básica para analisar a velocidade do seu site dentro da Rock Stage. Basta inserir a URL do seu site para conferir o tempo de carregamento.

rock stage

Porém, para obter uma análise mais refinada a nossa solução é o Stage Analyzer, um avaliador de performance completo desenvolvido para ajudar você a identificar erros e oportunidades de crescimento no seu site.

 

Quais são as vantagens do Stage Analyzer?

Stage Analyzer

O Stage Analyzer realiza uma varredura completa no seu site em busca de erros de configuração e URL, dimensionamento incorreto de imagens, bem como falhas e carências de SEO, entre outros fatores que podem estar comprometendo a experiência dos usuários em suas páginas.

Em apenas dois minutos, você recebe uma lista prática de recomendações para ajudá-lo, passo a passo, a providenciar as melhorias que o seu site necessita.

Stage Analyzer
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Tudo isso com a qualidade e a expertise que só a empresa líder em Marketing de Conteúdo na América Latina pode oferecer.

Como você pôde perceber, é importante conquistar uma boa nota no PageSpeed Insights do Google, mas esse é apenas um dos diversos parâmetros que utilizamos para otimizar e monitorar o desempenho de um site.

Este artigo fica por aqui, mas você já pode — e deve — começar a providenciar melhorias no seu blog ou loja virtual agora mesmo.

Analise a performance do seu site com o Stage Analyzer da Rock Content e obtenha um relatório de SEO completo para orientar a sua estratégia!

Por que ter uma boa nota no PageSpeed e quais os impactos do carregamento rápido de páginas publicado primeiro em https://rockcontent.com/